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Diabetes pode ter fim através de cirurgia

Segundo a International Diabetes Federation, a estimativa é de que, no ano de 2010, mais de 220 milhões de pessoas em todo o mundo tenham diabetes. Hoje, no Brasil, 7,6% da população possui a doença, que é decorrente do excesso de glicose – produzida pelo fígado – no sangue.

Há pouco mais de dois anos, o cirurgião italiano Francesco Rubino detectou que a cirurgia para a redução do estômago e alteração no transito intestinal de ratos diabéticos obesos resultava não apenas na perda de peso, mas também no aumento da produção de incretinas, já que, com um estômago menor associado a um desvio no intestino, a comida chega mais rápido ao intestino, o que estimula a produção desses hormônios produzidos pelo intestino delgado após a ingestão de comida. Estudos de metanalise (compilação de todos os estudos científicos sobre um tema específico) com seguimento de até 14 anos demonstram que o diabetes tipo 2 pode ser curado em até 85% de pacientes obesos mórbidos com a doença.

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Cirurgia metabólica diminui drasticamente e até acaba com o diabetes

Uma pessoa tem obesidade mórbida quando seu Índice de Massa Corporal (IMC) ultrapassa 40 Kg/m2 ou em situações em que este índice está acima de 35 kg/m2 e o paciente apresenta doenças que podem ser agravadas pela obesidade (chamadas comorbidades) levando a sérios comprometimentos da saúde, como: hipertensão, diabetes, apneia do sono, dislipidemia e enfermidades cardiológicas, pneumológicas ou ortopédicas. Nestas situações, está indicada a cirurgia para diminuição do peso e melhora destas doenças com restabelecimento da saúde, a chamada cirurgia bariátrica.

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Evolução permite que cirurgia seja ainda menos invasiva e realizável através do umbigo

O desenvolvimento tecnológico e o adequado treinamento médico nos permitiram vivenciar, em toda a década de 90 e nestes primeiros anos do novo milênio, a era da cirurgia minimamente invasiva. O emprego de microcâmeras e instrumentos miniaturizados passaram a fazer parte da rotina cirúrgica de muitas especialidades que, assim, buscavam reduzir o trauma causado pelas cirurgias, reduzir o tempo de internação, diminuir o risco de infecções e propiciar a recuperação mais rápida dos pacientes.

“Todo este avanço permitiu irmos mais longe. Buscamos reduzir ainda mais a agressão cirúrgica e o tamanho das incisões, alcançando uma nova era. Atualmente, já é possível realizar intervenções cirúrgicas sem cortes no abdômen.  A introdução das microcâmeras e dos instrumentos cirúrgicos é feita totalmente pelo umbigo”, revela o gastroenterologista e endoscopista Dr. Manoel Galvão Neto, da equipe do cirurgião Dr. Almino Cardoso Ramos (clínica Gastro Obeso Center*).

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Cirurgia de obesidade deve ser realizada apenas para quem realmente precisa

Ao contrário do que muitos pensam, a redução de obesidade não é somente necessária por questões estéticas ou de melhor convívio social. É antes de tudo a tentativa de evitar e diminuir a incidência outras enfermidades como problemas vasculares, varizes, dificuldade em andar e dormir, diabetes, hipertensão arterial, problemas cárdio-respiratórios, dor nas articulações, entre inúmeras outras. Mas atenção: especialistas alertam para a realização indiscriminada. “Somente podemos realizar a cirurgia para determinados tipos de pacientes e estes devem ser muito bem preparados antes, durante e depois da cirurgia”, alerta o gastroenterologista e cirurgião da obesidade, Dr. Almino Cardoso Ramos, de São Paulo, que tem, em seu currículo, cerca de 10 mil cirurgias deste tipo realizadas.

O índice de mortalidade entre os obesos mórbidos – aqueles que têm, em média, cerca de 40 Kg acima de seu peso ideal – é cerca de dez vezes mais alto do que em pacientes não obesos. Ou seja, um fato alarmante que invoca, claramente, medida drástica para o não agravamento do problema.

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Depressão e ansiedade são mais freqüentes em indivíduos com Síndrome do Intestino Irritável

Manifestações gastrintestinais crônicas ou eventuais, conhecidas como Síndrome do Intestino Irritável (SII), afetam mais mulheres no final da adolescência ou antes dos 30 anos, interferindo, na maioria dos casos, na qualidade de vida da pessoa.

Segundo o gastroenterologista Almino Cardoso Ramos, não se sabe ao certo a causa da Síndrome e o porquê de as mulheres serem mais atingidas, mas acredita-se que patologias de ordem psicológica como ansiedade e depressão provoquem alterações nos movimentos que propagam o alimento, fato característico da doença.

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Cirurgias, antes complexas, hoje podem ser feitas pelo umbigo

Cirurgias, antes complexas, hoje podem ser feitas pelo umbigo

Uma técnica moderna e bastante eficaz começa a ser realizada no Brasil, sob coordenação dos médicos Almino Ramos e Galvão Neto: trata-se da cirurgia por “porta única” ou, como é conhecida no exterior, “single port”. Eles são os pioneiros na utilização da técnica e contam com mais 100 casos realizados.

Até o momento, uma das técnicas que mais revolucionou a cirurgia recentemente foi a videolaparoscopia, onde, através de três pequenos orifícios, o médico introduz cânulas e microcâmera que são os condutores do procedimento, acompanhado por ele e sua equipe através de monitores de alta resolução. Este método reduz risco de infecção e tempo de internação, além de o paciente poder se restabelecer mais rapidamente.

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Tecnologia é forte aliada para o aumento da qualidade de cirurgias no Brasil

Tecnologia é forte aliada para o aumento da qualidade de cirurgias no Brasil

O grau de excelência na medicina chegou a tal ponto que, através da rápida evolução da tecnologia de games, os simuladores de realidade virtual no Brasil começam a auxiliar, sobremaneira, na formação dos cirurgiões. Com estas máquinas, assim como num jogo, o profissional treina muito, por várias horas, tendo total visão e sensação como se estivesse, efetivamente, em uma mesa cirúrgica. E o melhor: sem necessidade de sacrifício de qualquer animal para este treinamento.

“São várias as situações colocadas ao aprendiz por estas máquinas, que simulam, completamente, a realidade. Um forte sangramento, por exemplo, deve ser neutralizado rapidamente. Se isto não for feito, o paciente morre. No simulador, temos o game over, mas, na vida real, não podemos ter esta opção. Até os tremores e reações do corpo são sentidas nos joysticks”, explica o gastroenterologista e cirurgião Almino Cardoso Ramos (na foto acima juntamente com o médico Galvão Neto, utilizando um dos equipamentos), coordenador de pesquisa a qual revela que a baixa oferta de treinamentos impacta nos resultados do tratamento do paciente.

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