Imprensa Gastro Obeso Center

Brownie de tapioca

Brownie de tapioca

- INGREDIENTES:
2 colheres (sopa) de goma para tapioca
1 ovo inteiro
2 claras
1 colher (sopa) de farelo de aveia
2 colheres (sopa) de cacau em pó
1 colher (chá) de adoçante culinário
4 nozes picadas.

- MODO DE PREPARO:
Em um bowl, coloque todos os ingredientes, exceto as nozes.
Bata com um garfo até que a mistura fique lisa e homogênea.
Adicione as nozes.
Unte uma frigideira com óleo de coco.
Com cuidado, despeje a mistura.
Cozinhe em fogo baixo até as bordas começarem a se soltar.
Vire e deixe até dourar.
Sirva em seguida.

(Fonte: Lucilia Diniz)

Saiba o que acontece quando você pula o café da manhã

Saiba o que acontece quando você pula o café da manhã

O café da manhã é realmente a refeição mais importante do dia? Segundo um estudo publicado recentemente no periódico científico American Journal of Clinical Nutrition, a resposta é sim. Os pesquisadores apontaram que o hábito de pular a primeira refeição do dia pode aumentar as chances de inflamações e resistência à insulina, favorecendo o risco de obesidade e diabetes tipo 2, fatores associados à síndrome metabólica.

A pesquisa
Pesquisadores da Universidade de Honenheim, na Alemanha, testaram 17 adultos saudáveis em três situações diferentes: um dia em que pularam o café da manhã, um dia em que pularam o jantar e outro dia em que tiveram as três refeições diárias normalmente, segundo informações da revista americana Time. Apesar das mudanças, a quantidade de carboidratos, proteínas e gorduras nos três dias foi a mesma. Nos dias em que pularam refeições, as outras duas tiveram calorias extras para compensar.

A cada dia, amostras de sangue eram coletadas, entre o período das sete da manhã e as nove da noite, para medir os níveis hormonais, concentrações de glicose e insulina e a atividade do sistema imunológico. Os resultados mostraram que as pessoas queimavam mais calorias em um período de 24 horas quando pulavam o almoço (41 calorias) ou o jantar (91 calorias), comprovando estudos anteriores.

Inflamação crônica
Os níveis de glicose e insulina não mostraram divergências entre os três dias. No entanto, as concentrações de glicose, atividade inflamatória e resistência insulínica eram mais altas quando os participantes não almoçavam ou não tomavam o café da manhã. Embora as pessoas tenham queimado mais os estoques de gordura já existentes nos dias em que pulavam a primeira refeição, e isso possa parecer positivo, segundo os cientistas, podem haver desvantagens em longo prazo.

A prática pode, por exemplo, prejudicar a flexibilidade metabólica, ou seja, a capacidade do corpo de alternar entre a queima de gordura e carboidratos, aumentando as chances de inflamações e o desequilíbrio de glicose no sangue. Como a inflamação crônica é conhecida por afetar a sensibilidade à insulina, ignorar o café da manhã pode contribuir para o comprometimento do metabolismo, o que teria o potencial de aumentar o risco de obesidade e diabetes tipo 2.

Impacto do café da manhã
De acordo com os especialistas, ainda são necessários outros estudos para avaliar o impacto do café da manhã no funcionamento do metabolismo. “Os dados não comprovam que pular o café da manhã afeta os níveis de inflamação. Os pesquisadores apenas mediram os níveis (da dieta sem café da manhã) após o almoço, sendo possível que essa inflamação diminua ao longo do dia”, disse Courtney Peterson, nutricionista da Universidade do Alabama, nos Estados Unidos, à Time.

Perda de peso
O estudo também sugere que pular o café da manhã ou o jantar pode ajudar na perda de peso, uma vez que os indivíduos queimaram mais calorias durante esses dias. No entanto, ignorar refeições ou realizar jejuns intermitentes pode não funcionar para a maioria das pessoas e causar, até mesmo, o efeito contrário.
Se a ideia for perder peso, talvez seja melhor pular o jantar. “O metabolismo e o controle de açúcar no sangue são melhores na parte da manhã do que à noite, então alimentar-se no início do dia é essencial”, explicou Courtney.

(Fonte: Veja)

Dica de Quarta: Arroz Integral

Dica de Quarta: Arroz Integral

Um copo de água, em vez de cerveja, reduz a obesidade

Um copo de água, em vez de cerveja, reduz a obesidade

Que tal um brinde com… um copo de água? Segundo um estudo publicado recentemente no periódico científico Nutrients, apenas um copo de água por dia, desde que em substituição de um copo de cerveja ou refrigerantes, pode diminuir em até 20% o risco de obesidade e proteger contra condições relacionadas ao problema, como diabetes tipo 2 e doenças cardíacas.

O estudo
Pesquisadores da Universidade de Navarra e do Instituto de Saúde Carlos III, de Madrid, na Espanha, acompanharam 15.765 pessoas que não estavam acima acima do peso no começo do estudo. Eles mediram como o consumo de 17 bebidas diferentes afetava diretamente o peso. Depois de oito anos e seis meses, 873 participantes estavam obesos.
A equipe de pesquisa constatou que ingerir um copo de cerveja (330 ml) a menos diariamente e substituí-lo por água reduziu o risco de sobrepeso em até 20%. Já a substituição da mesma quantidade de refrigerante por água diminui a probabilidade em 15%. Enquanto isso, as outras 15 bebidas, incluindo sucos, café, leite e vinho, não mostraram mudanças significativas no peso dos voluntários.

“A obesidade carrega um alto risco de desenvolver outras doenças como diabetes e doenças cardiovasculares. Os possíveis efeitos em substituir essas bebidas por água é um fato importante a considerar para outras pesquisas de saúde pública”, disse ao Medical News Today, Ujué Fresán, um dos líderes da pesquisa.
O estudo será apresentado no Congresso Europeu de Obesidade, um dos maiores do mundo sobre o tema, realizado entre 17 e 20 de maio, em Portugal.

Cerveja e calorias
Os especialistas dizem que a cerveja em si tem problemas particulares, devido ao alto teor calórico. Além disso, pode alimentar outros maus hábitos. Algumas pessoas tendem, por exemplo, a comer mais depois de alguns copos. Outra agravante é que, durante dietas, as pessoas geralmente esquecem de contabilizar as calorias ingeridas através das bebidas.

“Depois da gordura, o álcool é a segunda substância mais calórica e a cerveja é a forma mais fácil de consumi-lo. Os efeitos foram menores com o vinho, por exemplo, porque ele tem menos calorias”, disse Paul Christiansen, professor da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, que não participou da equipe de pesquisa, ao jornal britânico The Telegraph.

Segundo, os autores “substituir um refrigerante (bebida açucarada) ou uma cerveja por uma porção (um copo) de água diariamente foi associado a uma redução na incidência da obesidade e a uma perda de peso mais acentuada ao longo de um período de quatro anos, no caso da cerveja.”

Apesar dos resultados, os autores ressaltam que os resultados foram gerados por meio de modelos matemáticos e, portanto, ainda precisam ser confirmados por meio de estudos intervencionais em pessoas.
Obesidade no Brasil
De acordo com o Ministério da Saúde, quase metade da população brasileira está acima do peso. Em 2011, 48,5% dos brasileiros estavam com sobrepeso e 29,8% consomem refrigerantes pelo menos cinco vezes por semana. No entanto, os maiores problemas são o excesso de gordura na alimentação e o sedentarismo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o consumo de cinco ou mais porções de frutas, verduras ou legumes por semana, mas apenas 20,2% da população segue esse parâmetro.

(Fonte: Veja)

Saiba como reduzir o apetite por alimentos gordurosos

Saiba como reduzir o apetite por alimentos gordurosos

A maioria das pessoas gostaria de reduzir a vontade de comer alimentos gordurosos. Mas, como fazer isso? De acordo a ciência, é mais simples do que você imagina e ainda pode vir com outros benefícios, como ficar mais fitness.
Um estudo da Universidade Leeds, do Reino Unido, mostrou que a prática regular de atividade física nos faz optar por alimentos mais saudáveis em vez dos gordurosos e calóricos. Segundo os pesquisadores, aqueles que mais se exercitam são 15% menos propensos a optar por junk foods, por exemplo. Isso porque os exercícios fornecem prazer e estímulo suficientes para inibir o desejo incontrolável por comida.

Benefício duplo
O estudo, que será apresentado no Congresso Europeu de Obesidade, em Portugal, acompanhou 180 participantes com idade entre 18 e 70 anos, durante uma semana. Cada um recebeu um bracelete que monitorava as atividades físicas.
Os resultados mostraram que aqueles que praticavam exercícios por mais de três horas por dia, tinham 15% menos chances de sucumbir a uma alimentação não saudável. Em vez disso, preferiam alimentos com baixo teor de gordura. Já os que se exercitavam menos não obtiveram o mesmo efeito, demonstrando significante interesse por alimentos mais gordurosos.

Redutor do desejo
Na segunda fase do estudo, 34 participantes receberam, sem saber, um mingau rico em calorias ou uma versão de baixa caloria. Aqueles que se exercitaram mais, inconscientemente, comeram menos na próxima refeição após o mingau se tivessem consumido a versão energética.

“Sentir-se estimulado ao fazer exercícios significa que as pessoas não irão procurar recompensas em outros lugares, nem mesmo na comida”, disse Graham Finlayson, líder da equipe de pesquisa, ao Daily Mail.
“Ficar estimulado após a atividade física significa que as pessoas não procurarão recompensa em outros lugares. O que nós descobrimos é que há uma clara relação entre a quantidade de atividade física moderada e vigorosa – que aumenta a freqüência cardíaca e faz suar – e o desejo de comer alimentos ricos em gordura. As pessoas que fizeram menos exercício consideraram alimentos ricos em gordura mais recompensadores, enquanto aquelas que praticaram muita atividade física, acharam esses alimentos menos atraentes.”, explicou o autor.

O sedentarismo tem o poder de desregular nossa percepção da fome. “Ser fisicamente ativo nos dá um benefício duplo para a saúde. Engajar-se em atividades físicas mais intensas pode agir como um ‘amortecedor’ contra a má alimentação. Dessa forma, podemos presumir que a prática constante ou regular pode ter o mesmo efeito”, finalizou Finlayson.

(Fonte: Veja)

 

Cortar glúten sem precisar pode colocar o coração em risco

Cortar glúten sem precisar pode colocar o coração em risco

A onda de tirar o glúten da dieta com o objetivo de consumir menos calorias foi – e ainda é – grande. E, cada vez mais, a ciência vem mostrando que a medida é um erro. Além de não haver comprovação de que parar de comer a proteína do trigo emagrece, estudos recentes vêm mostrando que a falta do nutriente pode causar problemas como diabetes e doenças do coração.

É o caso de uma pesquisa publicada no dia 2 de maio de 2017 na revista científica BMJ. Os estudiosos do Massachusetts General Hospital e da Universidade Harvard, ambos nos Estados Unidos, notaram que muitas pessoas que eliminam o glúten do cardápio acabam comendo menos grãos integrais e outros alimentos fontes de fibras, que são essenciais na prevenção de problemas cardiovasculares.

Para o estudo, os cientistas analisaram dados de 64.714 mulheres e 45.303 homens sem histórico de doença coronária. Em 1986, os participantes preencheram um questionário sobre seus hábitos alimentares e fizeram atualizações a cada quatro anos até 2010. E foi aí que os experts notaram o comportamento daqueles que param de comer a proteína por conta própria.

Os pesquisadores ponderam que é preciso investigar mais a fundo a relação entre a retirada do glúten do menu e o aumento do risco de piripaques no peito. Mas, se você não tem doença celíaca e pretende parar de comer a proteína do trigo, é bom consultar um médico ou nutricionista para adotar mudanças corretas e que não vão colocar seu coração na corda bamba.

(Fonte: Boa Forma)

Dica de quarta: Sorria mais!

Dica de quarta: Sorria mais!

Flutuações do peso corporal aumentam risco de doença coronariana

Flutuações do peso corporal aumentam risco de doença coronariana

É sabido que a flutuação do peso corporal é um fator de risco para morte e eventos coronarianos em pacientes sem doença cardiovascular. Não se sabe se a variabilidade no peso corporal afeta os resultados em pacientes com doença arterial coronariana.

Pesquisadores da New York University School of Medicine determinaram as flutuações intraindividuais do peso corporal a partir do peso inicial (início do estudo) e do peso corporal nas visitas de acompanhamento e realizaram uma análise post hoc do estudo Treating to New Targets, que envolveu avaliação da eficácia e segurança da redução dos níveis do LDL-colesterol com o uso de atorvastatina.

O desfecho primário foi qualquer evento coronariano (um composto de morte por doença coronariana, infarto do miocárdio não fatal, parada cardíaca com ressuscitação, revascularização ou angina). Os desfechos secundários foram qualquer evento cardiovascular (um composto de qualquer evento coronariano, um evento cerebrovascular, doença vascular periférica ou insuficiência cardíaca), morte, infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral.

Entre os 9.509 participantes, após ajustes para fatores de risco, níveis lipídicos iniciais, peso corporal médio e variação de peso, cada aumento de um desvio padrão (DP) na variabilidade do peso corporal (medido de acordo com a variabilidade média sucessiva e utilizado como covariável dependente do tempo) foi associado a um aumento no risco de qualquer evento coronariano.

Entre os pacientes do quintil com maior variação de peso corporal, o risco de evento coronariano foi 64% maior, o risco de evento cardiovascular 85% maior, a ocorrência de morte 124% maior, de infarto do miocárdio 117% maior e de acidente vascular cerebral 136% maior do que entre aqueles no quintil com menor variação no peso corporal em modelos ajustados.

Concluiu-se que, entre os participantes com doença arterial coronariana, a flutuação no peso corporal foi associada a maior mortalidade e a maior taxa de eventos cardiovasculares independente dos tradicionais fatores de risco cardiovasculares.

(Fonte: News Med/Adaptado)

Obesidade abdominal gera mais risco de AVC isquêmico em mulheres, diz estudo

Obesidade abdominal gera mais risco de AVC isquêmico em mulheres, diz estudo

A obesidade abdominal aumenta o risco de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico, principalmente em mulheres, enquanto um maior índice de massa corporal (IMC) age como fator de proteção nos homens, de acordo com um estudo liderado pelo Hospital do Mar, em Barcelona, na Espanha. A informação é da Agência EFE.

Conforme a investigação, que teve a participação de 388 pacientes com isquemia e 732 voluntários saudáveis, a obesidade abdominal seria uma medida melhor para prever o risco de isquemia do que o IMC, sobretudo nas mulheres. Os resultados foram publicados na revista European Journal of Neurology.

O trabalho concluiu que as medidas de gordura abdominal servem para prever o risco de sofrer um AVC. O acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) acontece quando uma parte do cérebro deixa de receber sangue subitamente pelo fechamento de alguma de suas artérias. Segundo os pesquisadores, entre os fatores de risco estão as interações ambientais, genéticas e sistêmicas, como a obesidade.

Geralmente as mulheres apresentam uma maior percentagem de gordura corporal, mas o acúmulo na zona abdominal é mais comum nos homens e propõe medir a obesidade abdominal em vez de avaliar a gordura corporal global através do IMC para prever o risco de isquemia.

O motivo é que o perímetro de cintura reflete melhor o grau de adiposidade do que o IMC, principalmente no sexo feminino. Dados estatísticos mostram que um maior IMC previne o risco de AVC em homens, o que concorda com o denominado 'paradoxo da obesidade ', que relaciona a obesidade com uma menor mortalidade e recorrência de isquemia.

O IMC não é um indicador confiável para o prognóstico do risco de isquemia, já que informa o peso, mas o peso pode ser devido à gordura - que é a que aumenta o risco de ter isquemia - e a massa magra. Pessoas muito corpulentas e com muita massa muscular podem ter um IMC muito elevado e não ter gordura.

Nesta investigação, os médicos calcularam o IMC e a obesidade abdominal - esta última, mede a circunferência da cintura e a relação cintura/altura - dos 1.120 participantes. Tantos os pacientes quanto o grupo de controle mostraram IMCs parecidos, embora a circunferência de cintura e a relação cintura/altura fossem maior nos pacientes com isquemia.

Até agora, estudos anteriores tinham associado claramente a obesidade com doenças cardiovasculares, mas não com o risco de AVC isquêmico.

(Fonte: EBC/Adaptada)

 

 

Hambúrguer light de frango

Hambúrguer light de frango

- INGREDIENTES:

200 g de peito de frango moído
½ ovo batido
1 colher (chá) de curry
1 colher (café) de sal
10 gotas de molho de pimenta Tabasco
½ cebola picada
2 dentes de alho picados
1 colher (chá) de tomilho
1 colher (chá) de cebolinha
½ tomate picado
½ pimenta dedo de moça picada
1 fio de azeite

Molho:
100 ml de leite desnatado
1 colher (chá) de alcaparras picadas
Suco de 1 limão
1 colher (café) de agar agar
Sal a gosto

- MODO DE PREPARO:

Em um bowl, junte o ovo o frango moído.
Tempere com curry e sal e misture bem.
Em uma panela, refogue o alho e a cebola no azeite.
Deixe por um minuto até murchar.
Desligue o fogo.
Junte a pimenta, o tomilho, a cebolinha e o tomate.
Acrescente o frango e mexa bem.
Com um aro dê forma aos hambúrgueres.
Frite-os em uma frigideira antiaderente (dois minutos de cada lado).

Molho
Em uma panela, coloque o leite para ferver.
Junte o agar agar e misture bem até dissolver.
Acrescente a alcaparra picada e o limão.
Tempere com sal.
Sirva a parte com os hambúrgueres.

(Fonte: Lucilia Diniz)

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