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Dieta ‘low carb’ pode reduzir expectativa de vida, afirma estudo

Dieta ‘low carb’ pode reduzir expectativa de vida, afirma estudo

A diferença no tempo de vida em relação a quem consome carboidratos de forma regular é de quatro anos a menos
Se você é daquelas pessoas que ficam contando as calorias provenientes dos carboidratos, a recomendação de especialistas é: pare. O motivo é simples: indivíduos que optam por dietas com muito ou pouco carboidrato tem maior risco de morrer precocemente. De acordo com os pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard, nos Estados Unidos, a melhor maneira de garantir uma expectativa de vida mais alta é consumir uma quantidade moderada de carboidratos — cerca de metade das calorias diárias.

A pesquisa indica que uma pessoa de 50 anos que segue uma dieta equilibrada nesses termos pode viver até os 83 anos, em média; já os que comem muito carboidrato podem alcançar os 82 anos. O resultado mais surpreendente veio da dieta low carb (pouco carboidrato): a expectativa de vida é de 79 anos, ou seja, quatro anos a menos do que quem ingere com moderação. “Esse estudo é o mais abrangente sobre a ingestão de carboidratos e nos ajuda a entender melhor a relação entre os componentes específicos da dieta e a saúde a longo prazo”, comentou Scott Solomon, da Universidade Médica de Harvard, ao Daily Mail.

A classe dos carboidratos inclui vegetais, frutas e açúcar, mas a principal fonte são alimentos ricos em amido, como batatas, pão, arroz, macarrão e cereais.

Nem demais nem de menos
Durante 25 anos, a equipe analisou dados de mais de 15.000 adultos americanos entre 45 e 64 anos que haviam participado de uma investigação sobre risco de aterosclerose em comunidades. Os participantes responderam dois questionários detalhados sobre dieta: um no início da pesquisa e outro seis anos depois; além de fornecer informações sobre antecedentes demográficos, níveis de educação e renda, tabagismo, hábitos de exercícios e históricos médicos. Os fatores de estilo de vida também foram cuidadosamente considerados antes da análise dos resultados para que as associações entre ingestão de carboidratos e mortalidade fossem o mais realísticas possíveis.

A partir daí, os pesquisadores descobriram que o risco de mortalidade era maior para aqueles nas extremidades altas (mais de 70% das calorias totais) e baixa (menos de 40%) se comparados aos que ficaram no espectro moderado — entre 50% e 55% da ingestão calórica de carboidratos. Estes resultados foram confirmados por uma revisão de estudos anteriores que envolveram mais de 432.000 pessoas de 20 países.

Do grupo original verificado, 6.283 pessoas morreram durante o período do estudo. No entanto, aqueles que tinham baixo consumo de carboidratos mostraram-se 20% mais propensos a morrer do que quem optou pela moderação. Segundo a estimativa, a partir dos 50 anos, as pessoas do grupo moderado de carboidratos podem viver, em média, por mais 33 anos, representando 2,3 anos a mais do que o grupo low-carb e 1,1 anos a mais que o grupo de alto consumo.

Os resultados foram semelhantes aos de estudos anteriores — os autores compararam o seu trabalho, que incluiu mais de 400.000 pessoas de mais de 20 países. “Isso fornece mais evidências de que dietas com pouco carboidrato podem ser incrivelmente prejudiciais à nossa saúde a longo prazo”, disse Alison Tedstone, nutricionista-chefe da Public Health England, à BBC.

Por que isso acontece?
De acordo com a revista Time, os pesquisadores acreditam que esse padrão pode ser explicado pelo fato de os indivíduos na parte alta da escala estarem consumindo grandes quantidades de carboidratos refinados — também conhecidos como carboidratos brancos —, que não têm muito valor nutricional e podem ter consequências para o peso e a saúde geral. Já os que consomem menos tendem a ingerir mais carne e produtos lácteos, o que pode aumentar o risco de doenças cardíacas e morte. O ponto de equilíbrio é encontrado pelos que escolhem o meio-termo, nem carboidrato demais nem de menos.

Entretanto, os especialistas afirmam que é possível manter a quantidade de carboidratos acima ou abaixo desde que os alimentos complementares respeitem as necessidades dos organismo. Em entrevista ao Daily Mail, Sara Seidelmann, principal autora da pesquisa, comentou que dietas de baixo carboidrato têm se tornado cada vez mais populares como estratégia de saúde e perda de peso.

“No entanto, as dietas low carb podem estar associadas a um menor tempo de vida e devem ser desencorajadas. Em vez disso, se alguém escolhe seguir uma dieta com pouco carboidrato, a troca de carboidratos por mais gorduras e proteínas à base de plantas pode realmente promover o envelhecimento saudável a longo prazo”, recomendou.

Precaução
Estudos nutricionais anteriores apontaram que as pessoas que trocam carboidratos por proteínas e gorduras derivadas de plantas, como feijão, nozes e sementes podem ter um risco menor de morte do que aquelas que os substituem por proteínas e gordura animal. O mesmo vale para risco de doença cardíaca.

Apesar das descobertas, os cientistas alertam que os resultados mostraram associações observacionais, em vez de causa e efeito; já os dados de alimentação foram baseados em auto-relatos e, portanto, podem não ser precisos. Além disso, a equipe reconheceu que, como as dietas foram medidas apenas no início do ensaio e seis anos depois, os padrões alimentares podem ter apresentado mudança ao longo dos 19 anos seguintes.

(Fonte: Veja/Adaptada) 

Crepioca de espinafre e cottage

Crepioca de espinafre e cottage

- INGREDIENTES
1 unidade de ovo 1 colher (sopa) de tomate picado 2 colheres (sopa) de goma para tapioca 2 colheres (sopa) de queijo cottage 1 colher (chá) de orégano 1/2 colher (chá) de sal 1 colher (sopa) de cebola picada 1 xícara (chá) de espinafre

- MODO DE PREPARO
Em um bowl, junte o ovo, o tomate, a goma de tapioca, o cottage, o orégano e o sal. Mexa até virar uma mistura homogênea e reserve. Em uma frigideira pequena levemente untada com azeite, refogue a cebola e o espinafre rapidamente. Acrescente a massa da crepioca e distribua na frigideira. Doure dos dois lados em fogo médio. Sirva com folhas verdes.

(Fontes: M de Mulher)

Consumo de vegetais pode diminuir risco de câncer no intestino

Consumo de vegetais pode diminuir risco de câncer no intestino

Brócolis, couve e repolho auxiliam no desempenho intestinal e ajudam a evitar inflamações que podem causar câncer, segundo pesquisa

Da próxima vez que pensar duas vezes se coloca ou não legumes e verduras no prato, considere o que diz a ciência. A ingestão de vegetais, como brócolis, couve e repolho, pode prevenir o desenvolvimento de câncer de cólon, segundo indica estudo publicado na revista Immunity. De acordo com a pesquisa, algumas substâncias químicas produzidas nesses alimentos são capazes de reduzir inflamações no intestino e cólon, o que ajuda a diminuir a probabilidade de câncer na região. As descobertas foram feitas a partir da análise de camundongos geneticamente modificados.

Os pesquisadores salientaram que, apesar de não ser possível mudar os fatores genéticos que tornam as pessoas propensas ao câncer, os riscos podem ser reduzidos com medidas simples, como uma dieta rica em vegetais. Esse é o primeiro estudo a fornecer evidências importantes para a melhor compreensão de como o indol-3-carbinol (I3C), substância produzida no organismo diante da digestão de alguns legumes, pode prevenir inflamações intestinais, que podem levar ao câncer. A produção de I3C é comum em vegetais da família Brassica genus, que incluem brócolis, couve-flor, couve-de-bruxelas, repolho e couve.

Relação I3C e AhR
De acordo com os cientistas, a prevenção de inflamação e câncer de cólon foi possível por causa da ativação do receptor de hidrocarboneto de arila (AhR), proteína que transfere as informações para as células do sistema imunológico e do revestimento do intestino. Ao receberem a sinalização, elas se preparam para proteger o trato digestivo de inflamações que podem ser causadas por bactérias que vivem na microbiota intestinal.

Para reconhecer os efeitos positivos da dieta, foram usados camundongos geneticamente modificados que não eram capazes de produzir ou ativar a AhR naturalmente, o que os tornava mais propensos à aparição de inflamações, causadas pela bactéria intestinal Citrobacter rodentium. Essa vulnerabilidade facilitou o aparecimento de câncer de cólon nos animais.
Isso acontece porque uma das funções do AhR é ajudar as células-tronco a se transformarem em células especializadas do revestimento intestinal responsáveis pela produção de muco protetor. Quando essa proteína está ausente ou não funciona adequadamente, essa tarefa não é realizada e as células podem passar por intensa divisão. Essa reação anormal pode provocar crescimento de células malignas.

O estudo notou que, nos camundongos sob a dieta com I3C, o resultado foi diferente. “Quando os alimentamos com uma dieta enriquecida com I3C, eles não desenvolveram inflamação ou câncer. Curiosamente, quando camundongos cujo câncer já estava em desenvolvimento foram transferidos para a dieta rica em I3C, o número de tumores foi significativamente menor e também eram mais benignos”, explicou Amina Metidji, principal autora do estudo, ao Daily Mail.

Caminho da prevenção
Diante dos resultados, os pesquisadores concluíram que uma alimentação saudável pode ser uma forma simples de prevenção para alguns tipos de câncer. “Essas descobertas são motivo de otimismo. Embora não possamos mudar os fatores genéticos que aumentam nosso risco de câncer, provavelmente podemos atenuá-los adotando uma dieta adequada com muitos vegetais”, disse Brigitta Stockinger, coautora da pesquisa, ao Medical News Today.

O próximo passo é buscar o resultado a partir da investigação dos resultados em tecidos humanos.

Câncer de cólon
O câncer de cólon, um dos mais recorrentes em todo o mundo, geralmente começa com o aparecimento de um pólipo no revestimento do cólon (parte do intestino grosso). Nem todos os pólipos, no entanto, se tornam tumores.

Um pólipo pode levar, em média, dez anos para se tornar um tumor. Por causa disso, a melhor maneira de prevenir o aparecimento de tumores é a remoção deles antes que se tornem malignos. O procedimento utilizado na detecção e remoção dos polipos é a colonoscopia. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimam que o câncer de cólon seja responsável por mais de 150 000 casos anualmente no Brasil.

(Fonte: Veja) 

Dica de quarta: Benefícios do Brócolis

Dica de quarta: Benefícios do Brócolis

A obesidade faz o diabetes tipo 2 também virar uma doença da adolescência

A obesidade faz o diabetes tipo 2 também virar uma doença da adolescência

Antes considerada uma doença de adultos, o diabetes tipo 2 invadiu a infância e a adolescência. E uma especialista atribui isso a hábitos e excesso de peso

A incidência de crianças e adolescentes acima do peso ou obesos vem crescendo rapidamente. Na última década, um terço das crianças norte-americanas foram diagnosticadas com sobrepeso e 17%, como obesas. Na América Latina, uma em cada cinco está acima do peso ou é obesa. No Brasil, observa-se uma disseminação da obesidade em todas as faixas etárias – mas com um especial e nada positivo destaque para os menores de 18 anos.

Diversas doenças crônicas são associadas à obesidade, como infarto agudo do miocárdio, hipertensão arterial, trombose, enfermidades autoimunes, alterações de crescimento e desenvolvimento e até mesmo o câncer.

Aqui também se destaca o diabetes tipo 2. Ele é um dos problemas crônicos mais fortemente ligados à obesidade. Antigamente conhecido como “diabetes do adulto”, os casos na infância começaram a surgir com maior frequência graças à epidemia de obesidade. E pior: a incidência já no começo da vida têm aumentado em larga escala nos últimos anos.

Por quê? O excesso de peso leva a um estado de resistência à ação da insulina – hormônio produzido pelo pâncreas e responsável pela entrada de glicose para dentro das células. Se a obesidade persiste, essa alteração metabólica provoca a falência das células do pâncreas e a consequente diminuição na produção de insulina. Resultado: um aumento duradouro da glicose no sangue – está aí o diabetes tipo 2.

As principais causas relacionadas ao crescente número de crianças e adolescentes obesos e com diabetes envolvem mudanças típicas do mundo moderno, como falta de atividade física, aumento da disponibilidade de alimentos com altos índices calóricos e em porções maiores, redução das horas de sono e o estresse. A predisposição genética tem um papel no surgimento do diabetes nas primeiras décadas de vida, mas não é o único fator, como alguns acreditam.

Para ajudar a combater a obesidade nessa faixa etária, a sociedade médica tem pressionado os governos para criar políticas de saúde. Em 2014, os países integrantes da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) assinaram um acordo para desestimular o consumo de produtos alimentícios industrializados com a adição de altas concentrações de açúcares. Entre outras ações, o plano previu a implementação de políticas fiscais, como impostos sobre as bebidas açucaradas e os produtos com alto valor energético, mas pobre em nutrientes. Observou-se que o aumento de 10% no preço resultou na queda de 11,6% na demanda por esses alimentos.

Entretanto, ainda cabe aos educadores, profissionais de saúde e principalmente aos pais observar os hábitos alimentares das crianças e estimular não só a alimentação saudável como também a prática de atividades físicas. O acompanhamento do crescimento pelo médico pediatra deve envolver mensurações frequentes do peso e da altura da criança e qualquer desequilíbrio precisa ser investigado. Juntos, podemos começar a virar essa maré.

(Fonte: Saúde) 

 

 

Obesidade sozinha não aumenta o risco de morte

Obesidade sozinha não aumenta o risco de morte

Pesquisa demonstrou que pessoas consideradas obesas sem nenhum problema metabólico têm os mesmos riscos de saúde que uma pessoa magra
Pesquisadores da Faculdade de Saúde da Universidade de York, na Inglaterra, acabaram de vez com um dos principais argumentos dos gordofóbicos: isoladamente, a obesidade não tem relação com um aumento na taxa de mortalidade.

“Os resultados deste estudo podem mudar a forma como pensamos sobre obesidade e saúde”, diz Jennifer Kuk, professor associado da Escola de Cinesiologia e Ciências da Saúde, que liderou a equipe de pesquisa da Universidade de York.
"Isso contrasta com a maior parte da literatura e achamos que ocorre porque a maioria dos estudos definiu a obesidade metabólica saudável como tendo até um fator de risco metabólico", diz Kuk.

"Isso é claramente problemático, já que a hipertensão aumenta o seu risco de mortalidade e a literatura anterior chamaria esses pacientes de obesidade e hipertensão de 'saudável'. É provável que a maioria dos estudos tenha relatado que a obesidade" saudável "ainda está relacionada com maior risco de mortalidade. "

O estudo de Kuk mostrou que, ao contrário da hipertensão ou do diabetes isolado, que estão relacionados com um alto risco de mortalidade, esse não é o caso da obesidade sozinha.

Eles acompanharam 54.089 homens e mulheres que foram categorizados como tendo apenas obesidade ou agrupados com um fator metabólico, ou elevada glicose, pressão arterial ou lipídios sozinhos ou agrupados com obesidade ou outro fator metabólico. Depois observaram quantas pessoas dentro de cada grupo morreram, em comparação com aqueles dentro da população de peso normal, sem fatores de risco metabólicos.

As diretrizes atuais de gerenciamento de peso sugerem que qualquer pessoa com um Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de 30 kg /m² deva perder peso. Os pesquisadores descobriram que um em cada 20 indivíduos com obesidade não apresentava outras anormalidades metabólicas.

"Estamos mostrando que os indivíduos com obesidade metabolicamente saudável não estão em uma taxa de mortalidade elevada. Descobrimos que uma pessoa com peso normal e sem outros fatores de risco metabólicos tem a mesma probabilidade de morrer do que a pessoa com obesidade e sem outros fatores de risco", diz Kuk.

"Isso significa que centenas de milhares de pessoas na América do Norte sozinhas com obesidade metabolicamente saudável serão orientadas a perder peso quando é questionável o benefício que elas realmente terão", finalizou.

(Fonte: Galileu) 

Panqueca de banana

Panqueca de banana

- INGREDIENTES
1 unidade de ovo 1 copo de iogurte natural 1 xícara (chá) de farinha de trigo 2 colheres (sopa) de açúcar 1 1/2 colher (sopa) de margarina derretida 1 unidade de banana-nanica sem casca e amassada com garfo 1 colher (chá) de fermento químico em pó.

- MODO DE PREPARO 
Em uma tigela, misture todos os ingredientes da massa, utilizando um garfo.

Prepare as panquecas em uma frigideira antiaderente pequena ou em uma frigideira pequena comum untada com um filete de óleo.

Use quatro colheres (sopa) de massa para cada unidade de panqueca. Frite-as dos dois lados, até ambos estarem dourados.

Finalize com rodelas de banana e mel por cima das panquecas.

(Fonte: M de Mulher)

Mães saudáveis diminuem risco de obesidade nos filhos, diz estudo

Mães saudáveis diminuem risco de obesidade nos filhos, diz estudo

Adotar uma alimentação balanceada, fazer exercícios regularmente, manter um peso adequado, beber com moderação e não fumar. Uma mãe que cumpre essas cinco regrinhas não só beneficia a própria saúde, como diminui consideravelmente o risco de seus filhos se tornarem obesos.

A receita vem de uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública de Harvard, nos Estados Unidos. Segundo o estudo, os filhos dessas mulheres têm uma probabilidade 75% menor de desenvolverem obesidade. Além disso, se as crianças seguirem os mesmos cinco passos, esse número alcança 82%.

Para chegarem a essa conclusão, os cientistas examinaram os dados de 24 289 crianças e jovens entre 9 a 18 anos de idade e de suas mães (16 945 mulheres). Ao longo de cinco anos, 1 282 pequenos (5,3% da amostra total) ficaram bem acima do peso.

A pesquisa também revela que, mesmo se uma mulher incorporar apenas um desses hábitos, a saúde da prole já será afetada positivamente – isso em comparação com um menino ou menina cuja mãe não segue nenhuma daquelas cinco orientações.

Exemplo: só de se manter no peso adequado, uma mãe reduziria em 56% o risco da próxima geração brigar com a balança. Já o filho de uma mulher que não fuma tem uma probabilidade 31% menor de ficar obeso.

A obesidade infantil é um problema que atinge 41 milhões de crianças menores de 5 anos no planeta, de acordo com a estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Devido a isso, condições que antes eram quase exclusivas aos adultos agora afligem mais e mais jovens. Estamos falando de colesterol alto, hipertensão e diabetes tipo 2.

Aliás, o resultado da análise mostra que os cuidados com a forma física devem começar na infância e dentro de casa. Mas sem paranoia: em vez de focar no peso em si, especialistas sugerem valorizar os hábitos saudáveis.

(Fonte: Saúde) 

Dica de quarta: Dupla perfeita

Dica de quarta: Dupla perfeita

O que causa obesidade: carboidratos ou gorduras?

O que causa obesidade: carboidratos ou gorduras?

Muitos carboidratos ou muita gordura? Opiniões sobre quais partes de nossas dietas podem causar obesidade são divididas. Um estudo recente examina mais de perto os efeitos da dieta no peso e na saúde. No início deste ano, o Medical News Today relatou um estudo que comparou os benefícios potenciais da dieta de baixo carboidrato com os da dieta de baixo teor de gordura. Os cientistas perguntaram qual tipo de dieta seria melhor para eliminar o excesso de peso. Sua conclusão? Em essência, isso é difícil de dizer. Ambos têm prós e contras; algumas pessoas podem se beneficiar mais de excluir as gorduras, enquanto outras podem ver melhores resultados aderindo a um plano de dieta pobre em carboidratos. Ambos os carboidratos (que são uma fonte primária de glicose, ou açúcar simples) e gorduras têm sido culpados por aumentar a probabilidade de uma pessoa enfrentar a obesidade, e os estudos continuam debatendo esses pontos, então o argumento está longe de ser resolvido.

Recentemente, a visão de que uma ingestão excessiva de carboidratos pode ser a principal causa dietética da obesidade teve mais tração, embora alguns pesquisadores tenham questionado isso. Em um artigo recente publicado na revista Cell Metabolism, pesquisadores de duas instituições - o Instituto de Genética e Biologia do Desenvolvimento da Academia Chinesa de Ciências de Pequim e da Universidade de Aberdeen, no Reino Unido - mais uma vez viraram as cartas, sugerindo que devemos olhar mais uma vez para alimentos gordurosos. Os cientistas descobriram que apenas uma ingestão excessiva de gorduras aumentou a adiposidade (conteúdo de gordura corporal) em camundongos, enquanto os carboidratos - incluindo até 30% das calorias derivadas da sacarose - não tiveram impacto. Além disso, uma dieta gordurosa e açucarada combinada não aumentava a gordura corporal mais do que uma dieta gordurosa por si só. Quanto ao consumo de proteínas, a equipe de pesquisa afirma que não havia evidências de que isso afetasse a ingestão de outros macronutrientes ou a quantidade de gordura corporal.

Os pesquisadores acreditam que as gorduras "atraem" o sistema de recompensa do cérebro, estimulando o desejo por uma quantidade excessiva de calorias, o que determina o ganho de peso. Uma clara limitação deste estudo é que ele é baseado em camundongos e não em humanos. No entanto, os ratos têm muitas semelhanças com os seres humanos em sua fisiologia e metabolismo, e nunca faremos estudos em que as dietas dos seres humanos sejam controladas da mesma maneira por períodos tão longos.

(Fonte: Terra) 

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