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Picolé fit

Picolé fit

-INGREDIENTES
1 manga média em fatias
2 cenouras picadas
300 ml de água de coco
Adoçante a gosto (opcional)

- MODO DE PREPARO
Bata os ingredientes no liquidificador.
Coloque em formas própria para picolé.
Posicione os palitos e leve ao freezer por uma hora.
Sirva quando congelar.

(Fonte: Lucilia Diniz)

Dar uma pausa na dieta ajuda a perder mais peso, diz estudo

Dar uma pausa na dieta ajuda a perder mais peso, diz estudo

Cumprir dietas em longo-prazo é um problema para você? Aqui vai uma boa notícia. De acordo com um novo estudo da Universidade da Tasmânia, na Austrália, fazer uma pausa de duas semanas durante a dieta pode potencializar a perda de peso e contribuir para a redução de até oito quilos a mais.

Reação faminta
Quando começamos uma dieta e passamos a ingerir menos calorias por dia, nosso corpo desencadeia um mecanismo chamado ‘reação faminta’ que desperta a sensação de fome e torna difícil permanecer no regime por muito tempo. Por isso é normal que pessoas em regimes longos acabem cometendo deslizes de percurso, que acabam atrapalhando a perda de peso.
Além disso, quando as pessoas retornam à alimentação ‘padrão’, o corpo reduz o metabolismo e passa a queimar menos gordura para se prevenir dos tempos de crise alimentar (conhecido como ‘dieta’).

“Essa reação é um mecanismo de sobrevivência que ajudou os seres humanos, como uma espécie, a reservar energia. Hoje, não temos mais o mesmo estilo de vida e esse mecanismo acaba por contribuir para o aumento de peso”, disse Nuala Byrne, líder da equipe de pesquisa.

O estudo
Tendo isso em mente, os pesquisadores resolveram estudar como homens acima do peso reagiriam a uma dieta com pausas de 14 dias, que poderia evitar essa reação de contenção do organismo.

Os voluntários foram divididos em dois grupos que tiveram que cortar um terço da ingestão calórica. Um dos grupos manteve-se na dieta durante 16 semanas seguidas, enquanto o outro tinha que manter a alimentação restrita por apenas duas semanas, seguidas de 15 dias de pausa nos quais os participantes poderiam comer o necessário para manter – e não perder – o peso.
Depois disso, eram mais duas semanas de dieta pouco calórica e os ciclos iam se alterando por 30 semanas para garantir que os voluntários desse grupo cumprissem as mesmas 16 semanas de dieta.

Resultados duradouros
Os resultados mostraram que os participantes que fizeram pausas estratégicas ao longo da dieta não só perderam mais peso, como conseguiram manter melhor o emagrecimento após a conclusão do teste.

Os participantes que fizeram a pausa pesavam, em média, oito quilos a menos do que o outro grupo, mesmo depois de seis meses após o fim do regime.

Mudança na alimentação
De acordo com Nuala, mudanças bruscas na dieta levam a uma série de processos biológicos que desaceleram o metabolismo, fazendo com que a pessoa perca menos peso do que o esperado ou até engorde.

“Quando reduzimos o consumo calórico durante a dieta, o metabolismo diminui para compensar essa perda, um fenômeno conhecido como termogênese adaptativa, que torna a perda de peso mais difícil”, disse a professora.

Jejum intermitente
No entanto, apesar dos bons resultados associados à pausa na dieta, segundo os pesquisadores, planos alimentares que incentivam pausas e jejuns podem não ser tão eficazes. “Outros trabalhos científicos mostraram que as dietas que utilizam períodos de jejum completo ou parcial em dias alternados não são melhores do que qualquer dieta contínua convencional”, disse Nuala.

“Embora sejam necessários estudos adicionais em torno da nossa abordagem, os resultados do estudo fornecem suporte preliminar de que essa alternativa é superior à dieta contínua.”

(Fonte: Veja)

Uma boa alimentação

Uma boa alimentação

Você não emagrece nem com dieta? A culpa pode ser das bactérias

Você não emagrece nem com dieta? A culpa pode ser das bactérias

Para uma dieta funcionar de verdade, segundo um novo estudo publicado no periódico científico The International Journal of Obesity, ela pode depender da quantidade de bactérias que habitam seu intestino.

O estudo
Depois de analisarem amostras de fezes de 62 pessoas acima do peso, pesquisadores do departamento de nutrição da Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, descobriram que aqueles que seguiram uma dieta rica em fibras, integrais, frutas e verduras, e baixa em gorduras, durante seis meses e que tiveram uma taxa alta de bactérias do gênero Prevotella e Bacteroides, que costumam compor a flora intestinal, perderam, em média, cerca de 5 quilogramas de gordura – 1,5 quilograma mais dos que seguiram a dieta mas mostraram taxas menores das bactérias nas amostras.

Enquanto isso, aqueles que continuaram na dieta habitual, mas que indicaram altas quantidades das bactérias nos exames perderam 1,8 quilograma em comparação aos 2,5 quilogramas dos que tiveram uma proporção baixa, o que, para os cientistas, não é uma diferença estatisticamente significativa.

Papel das bactérias
Para os pesquisadores, o recente achado reforça a ideia de que as dietas devem ser personalizadas e o que funciona para uma pessoa não necessariamente funcionará para outra. “Os resultados demonstram que certas espécies de bactérias desempenham um papel decisivo na perda de peso“, Arne Astrup, líder da equipe de pesquisa. “Agora, podemos explicar por que nem sempre uma dieta, mesmo seguida à risca, emagrece. A bactéria intestinal é uma parte importante dessa resposta.”

De acordo com Mads Hjort, coautor do estudo, perder gordura em vez de massa muscular é um sinal significativo de um emagrecimento saudável. Porém, essa questão continua sendo apenas científica – ainda não existem métodos práticos de avaliar o microbioma intestinal de cada indivíduo e seus benefícios. “Em um futuro próximo, isso pode ser uma possibilidade.”

(Fonte: Veja)

Os brasileiros tomam pouca água, alerta estudo

Os brasileiros tomam pouca água, alerta estudo

Que a ingestão diária de água é benéfica para a saúde, todo mundo sabe. Sendo o principal componente do corpo humano, mais do que que hidratar, a água atua como transportadora de nutrientes e resíduos, na termorregulação do corpo, entre outras muitas funções.

Mas, um estudo realizado entre 2008 e 2014 pela Danone Research, com 16.276 adultos, com idade entre 18 e 70 anos, de 13 países, incluindo o Brasil, mostrou que o hábito de tomar água está aquém do ideal.

Ingestão abaixo do recomendado
Os dados foram apresentados no último congresso da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (Sban). Dos 1.924 adultos e 779 crianças brasileiras de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre, apenas 58,2% cumpriram as recomendações da Autoridade Européia para a Segurança Alimentar (EFSA) para a ingestão total de líquidos: dois litros para homens e 1,6 litro para mulheres. Com relação às crianças e adolescentes brasileiros, mais de 30% não atenderam às recomendações da EFSA.

Ao avaliar os tipos de bebidas consumidas, o papel dos sucos e líquidos açucarados foi de 32% do total de bebidas ingeridas – valor muito próximo ao percentual de ingestão de água (37%). Entre as crianças e adolescentes brasileiros, o consumo de sucos e bebidas açucaradas subiu para 41%, enquanto a de água caiu para 33%.

Predomínio das bebidas açucaradas
De forma geral, as bebidas açucaradas, incluindo refrigerantes, néctares e sucos artificiais forneceram, em média, 37%, 46% e 59% do total das calorias de crianças entre três e seis anos, sete e dez e 11 a 17 anos respectivamente. “É preciso conscientizar a população sobre a importância da água e, principalmente, ser prioridade ao oferecer líquidos para as crianças, em detrimento de sucos industrializados que contêm açúcar”, insiste Luis Moreno, professor da Universidade de Zaragoza e presidente da Sociedade Espanhola de Nutrição, que apresentou os dados durante o congresso.

pH ácido ou alcalino?
Apesar das evidências do baixo consumo hídrico pela população brasileira, outra discussão frequente é sobre a qualidade da água ingerida. Neste sentido, diversos mitos têm sido difundidos, como é o caso dos supostos benefícios das águas com pH alcalino.

Ao entrar no corpo, a água passa pelo estômago, órgão com um pH ácido, entre 2,5 a 4,0. Ao sair do estômago, essa água passa pelo intestino, que atua em pH básico e, para neutralizar a acidez proveniente do estômago, o próprio intestino tem mecanismos para alcalinar esse conteúdo. Portanto, a água que será absorvida tem seu pH original alterado pelo organismo.
Água tem muito sódio?

Outro mito sobre a água está relacionado ao conteúdo de sódio. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a ingestão recomendada desse mineral é de 2.000 miligramas por dia.
No consumo de dois litros de água por dia, o valor máximo de ingestão de sódio será de apenas 3,5% da recomendação total, ou seja, 70 miligrama. Diante dessa análise, o teor de sódio das águas não deveriam ser motivo de preocupação da população.

(Fonte: Veja)

 

Torta light de banana

Torta light de banana

INGREDIENTES

2 ovos
150 g de margarina light
1 xícara (chá) de adoçante culinário
1 copo de leite desnatado
2 xícaras (chá) de farinha de trigo integral
½ xícara (chá) de amido de milho
½ colher (sopa) de fermento em pó

RECHEIO
10 bananas fatiadas
Canela em pó a gosto

MODO DE PREPARO
Bata no liquidificador todos os ingredientes líquidos.
Acomode o resultado em um bowl.
Adicione o restante dos ingredientes.
Em uma forma untada, coloque a metade da massa.
Acrescente o recheio.
Cubra com o restante da massa e leve ao forno por 30 minutos.

(Fonte: Lucilia Diniz)

'Obesos saudáveis' e 'magros doentes' têm maior risco de doença cardiovascular, diz estudo

'Obesos saudáveis' e 'magros doentes' têm maior risco de doença cardiovascular, diz estudo

Pesquisa indica que cálculo para o risco de eventos cardiovasculares é complexo: não depende apenas do peso, nem somente da ausência de condições como diabetes e colesterol alto.

Médicos não devem ignorar o risco de doenças cardiovasculares em indivíduos tidos como "obesos saudáveis" ou aqueles com "peso normal", mas com doenças metabólicas como diabetes, advertem pesquisadores da Universidade de Birmingham, no Reino Unido. O estudo foi publicado nesta segunda-feira (11) no "Journal of the American College of Cardiology".

Para os pesquisadores, dados indicam que o conceito de "obesidade saudável" deve ser visto com maior atenção porque esses indivíduos ainda estão em maior risco para doenças cardiovasculares. Um obeso é considerado saudável quando, apesar do peso elevado, não há indícios de doenças metabólicas como diabetes, hipertensão e colesterol elevado.
Do mesmo modo, o fato de uma pessoa ser magra não implica que ela esteja livre do risco de desenvolver doenças cardiovasculares. A pesquisa também apontou aumento de risco nesse grupo.

No estudo, cientistas analisaram registros de saúde de 3,5 milhões de adultos britânicos. A análise foi feita em duas etapas: primeiro, foram identificados indivíduos livre de doenças cardiovasculares; depois, pesquisadores reavaliaram o registro desses mesmos indivíduos 5 anos depois para verificar a ocorrência de alguma condição cardiovascular.

Depois da análise, indivíduos foram divididos em quatro grupos "fenotípicos": 1) Indivíduos abaixo do peso (Índice de Massa Corporal menor que 18.5); indivíduos com peso normal (IMC maior que 18, mas menor de 25); sobrepeso (maior que 25, mas menor que 30); e obesos (IMC maior que 30).

A pesquisa mostrou que indivíduos obesos "metabolicamente saudáveis" apresentam maior risco de doenças cardiovasculares em comparação com aqueles que também não possuem doenças metabólicas, mas têm peso normal.

Resultados mostraram que há um risco 49% maior de doença cardíaca coronária, 7% maior risco de doença cerebrovascular e um risco aumentado de insuficiência cardíaca de 96%. Ainda, pesquisadores demonstraram que indivíduos com peso normal, mas portadores de doenças metabólicas, também estão em maior risco.

As implicações práticas da pesquisa
Os dados indicam que médicos devem encorajar indivíduos obesos a perderem peso, mesmo que eles não tenham indicações de doença metabólica.
Do mesmo modo, o peso não deve ser o único indicador de risco de doença cardiovascular, já que magros com doenças metabólicas também estão em maior risco.

(Fonte: G1/Adaptada)

Dica de quarta: Consuma fibras

Dica de quarta: Consuma fibras

Comer na hora certa é o segredo para não engordar, diz estudo

Comer na hora certa é o segredo para não engordar, diz estudo

Não é segredo para ninguém que o que comemos influencia diretamente na saúde e na balança. No entanto, de acordo com um novo estudo publicado no periódico científico The American Journal of Clinical Nutrition, a hora em que fazemos as refeições também tem grande impacto na digestão e na dieta.

Pesquisadores do Brigham and Women’s Hospital, ligado à faculdade de medicina da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, confirmaram que alimentar-se pouco antes de dormir realmente afeta o metabolismo, tornando a pessoa mais propensa a engordar.

Hora certa
Os cientistas analisaram os índices de massa e gordura corporal e registraram o horário das refeições de 110 mulheres em idade universitária durante um mês. Esses dados foram comparados com o ciclo circadiano, ou relógio biológico, de cada participante, que pode ser determinado pelo horário de liberação da melatonina, hormônio responsável pela indução do sono.
Os resultados mostraram que aquelas com maiores índices de gordura corporal consumiam a maior parte de suas calorias diárias pouco antes de dormir, quando seu nível de melatonina estava mais alto. Por outro lado, aquelas com menores taxas de gordura tendiam a fazer a última refeição do dia horas antes de ir para a cama.

“Descobrimos que o momento da ingestão de alimentos em relação ao início da liberação de melatonina está associado a maiores índices de gordura e massa corporal do que uma hora do dia específica, quantidade ou composição dos alimentos consumidos”, concluiu McHill, no estudo.

Por isso, se você costuma dormir cedo, o ideal é jantar ainda mais cedo, independente da hora do dia – o mesmo vale para o almoço e o café da manhã. “O momento em que você consome calorias em relação ao seu relógio biológico pode ser mais importante para a saúde do que a hora marcada no relógio”, disse Andrew McHill, líder da pesquisa.

Quando devo comer?
De acordo com o estudo, se você acorda às sete da manhã e vai dormir às onze da noite, por exemplo, para que o metabolismo funcione de forma saudável o ideal é tomar o café da manhã às oito da manhã, almoçar ao meio dia, fazer um lanche por volta das 15 e 16 horas e jantar até as 20 horas, no máximo.

Dessa forma, a hora de cada refeição deve variar proporcionalmente conforme o horário em que você acorda e dorme.

(Fonte: Veja)

 

 

Obesidade e Sal

Obesidade e Sal

Que o excesso de sal favorece a hipertensão, todos nós já sabemos. E quanto a obesidade? Será que o excesso de sal também contribui para o ganho de peso?

Um estudo publicado na revista científica Hypertension confirmou essa hipótese. E ainda concluíram que a cada grama de sal consumida a mais aumenta em mais de 25% o risco de obesidade. Os pesquisadores fizeram o estudo com uma amostra de 1.234 pessoas, dentre elas 458 crianças e 785 adultos e os resultados deram positivos para ambos os grupos.

Os resultados entre as crianças e adultos foram bem próximos, para as crianças a cada grama a mais de sódio aumentou 28% o risco de desenvolver obesidade, com relação aos adultos esse risco foi de 26% para cada grama extra de sal consumida.

Nos resultados encontrados foi possível observar uma associação significativa entre o consumo de sal, porcentagem de gordura no corpo e a circunferência da cintura. Ou seja, o consumo excessivo de sal se refletia no aumento da circunferência da cintura e no aumento de gordura corporal das crianças e adultos observados. Um fato curioso na análise dos resultados é que o risco de obesidade ocorreu independentemente da quantidade de calorias ingeridas.

Porém, os cientistas ainda não compreendem qual o motivo do excesso de sal favorecer a obesidade, para isso são necessários mais estudos para chegarem a esse entendimento. De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, a quantidade recomendada de sal não deve ultrapassar 5 g por dia. O consumo médio do brasileiro é de 12 g diárias, ou seja, mais que o dobro da recomendação máxima. Uma estatística preocupante!

Além da obesidade, o consumo em excesso do sal pode levar ao aumento da pressão arterial, risco de doenças renais e cardiovasculares. Pode ainda promover retenção de líquido no corpo, deixando-o inchado e dando a sensação de ganho de peso. Então a solução é controlar!

Portanto não adicione-o quando a comida já estiver no prato, essa prática tende ao exagero desse ingrediente no alimento; Evite os alimentos industrializados, pois esses possuem grandes quantidade de sódio, sem falar nos muitos conservantes à base desse ingrediente, prefira sempre os alimentos naturais
Que tal umas dicas para substituir o sal nas preparações? Confira alguns temperos que deixam a comida muito mais saudável e saborosa. Eles são: alho, cebola, sálvia, louro, menta, manjericão, alecrim, salsinha, pimenta, coentro, hortelã, orégano, tomilho, açafrão e gengibre. Abuse desses temperos no preparo da sua refeição, eles ressaltam o sabor dos alimentos, levando você a adicionar menos sal na preparação.

(Fonte: Vida Funcional)

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