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Dica de quarta: Você sabia?

Dica de quarta: Você sabia?

Estudo mostra que shoyu brasileiro é feito à base de milho

Estudo mostra que shoyu brasileiro é feito à base de milho

O shoyu brasileiro é feito à base de milho. É isso que indica um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), no Centro de Energia Nuclear na Agricultura e na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.

Foram feitas análises com 70 amostras do condimento vendidas no Brasil. A presença média de soja nos produtos avaliados era de menos de 20%. Apesar de normalmente ser à base de soja no Oriente, ele é feito com milho no mercado nacional. O trigo e a cevada podem ser misturados ao shoyu, mas não fazem parte da composição principal do produto.

Para os pesquisadores, o condimento vendido no Brasil nem deveria levar o nome de shoyu, como informa a Revista Pesquisa, da Fapesp.
A legislação não impede o uso de milho na produção de shoyu.

A provável razão para a substituição apontada pelos pesquisadores é o fato de que o milho custa menos do que a soja no país.

Correr deixa as pessoas mais felizes, diz pesquisa

Correr deixa as pessoas mais felizes, diz pesquisa

A ciência acaba de comprovar o que muitos adeptos da corrida já sabiam: correr deixa as pessoas mais felizes e confiantes. Pesquisadores da Glasgow Caledonian University, no Reino Unido, analisaram dados de mais de 8 mil corredores para obter os resultados.

Os participantes responderam um questionário sobre todos os aspectos de saúde e bem-estar e, do total, 89% disseram que a corrida os deixava mais felizes e trazia impacto positivo para a saúde mental e a imagem do corpo. Eles ainda atingiram uma pontuação de 4.4 na Oxford Happiness Scale, método bem estabelecido e usado na ciência para medir o bem-estar, enquanto a população, em média, atinge score 4.
Pesquisadores acreditam que a corrida promove o sentimento de alcançar um objetivo, o que impulsiona a autoconfiança.

(Fonte: Zero Hora) 

Refogado de shitake com grão-de-bico

Refogado de shitake com grão-de-bico

- INGREDIENTES
1 unidade de cebola cortada em fatias finas 1 colher (chá) de manteiga (para veganos, substituir por óleo de coco) 200 gramas de cogumelo shiitake sem o cabinho 1 xícara (chá) de grão-de-bico cozido 3 colheres (sopa) de molho de soja (shoyu) de coco 3/4 xícara de cebolinha-verde picada • sal a gosto • pimenta-do-reino a gosto.

- MODO DE PREPARO
Refogue a cebola na manteiga ou óleo de coco. Em seguida, adicione os cogumelos e mexa por 3 minutos. Acrescente o grão-de-bico, coloque em fogo baixo e coloque o shoyu de coco. Tampe a panela e deixe cozinhar por 5 minutos, mexendo de vez em quando. Finalize com sal, pimenta e a cebolinha.

(Fonte: M de Mulher)

Obesidade pode piorar a movimentação de quem tem artrite reumatoide

Obesidade pode piorar a movimentação de quem tem artrite reumatoide

A artrite reumatoide é uma doença autoimune que ataca as articulações, provocando dores, inchaço e rigidez – o que pode limitar ou até incapacitar alguns movimentos. E, segundo um estudo americano publicado no fim de abril na revista científica Arthritis Care and Research, a obesidade pode piorar ainda mais a situação.

De acordo com a pesquisa, pessoas obesas que tenham essa condição são mais propensas a ficar incapacitadas do que quem tem a doença mas mantém um peso saudável. Os cientistas acompanharam, ao longo de 15 anos, cerca de 25 mil voluntários – a maioria com excesso de peso – que tinham artrite reumatoide. Ao final da investigação, notou-se que a piora motora de pacientes obesos não foi associada a um agravamento da enfermidade, mas sim aos quilos extras.

Em entrevista à agência de notícias Reuters, Joshua Baker, principal autor do artigo, disse que o resultado demonstra a importância de pacientes com esse problema emagrecerem, mesmo que só um pouco.

Aliás, a magreza tampouco é sinal de saúde, de acordo com a pesquisa. Aqueles que enxugaram muitos quilos também apresentaram algum grau de incapacidade, o que provavelmente tem a ver com a fragilidade causada pela doença. Então, mais do que atingir um certo número da balança, é preciso garantir que o paciente esteja saudável.

Em comunicado à imprensa, os experts afirmam que esse trabalho pode ajudar pessoas com artrite a prevenirem, no longo prazo, a perda de funções motoras. Profissionais de saúde podem usar esses achados para incentivar ainda mais que seus pacientes façam atividade física (inclusive musculação), fisioterapia e cuidem da dieta.

(Fonte: Boa Forma) 

 

 

Tomar kefir pode ajudar a controlar pressão alta, diz pesquisa

Tomar kefir pode ajudar a controlar pressão alta, diz pesquisa

Novo estudo feito em animais mostra mais um benefício da bebida fermentada

O kefir é uma bebida fermentada que traz vários benefícios à saúde: desinflama o intestino, melhora a imunidade, aumenta a densidade óssea, desintoxica o organismo, combate alergias e ainda favorece o emagrecimento.

Agora, a ciência aponta mais uma vantagem: controlar a pressão arterial. É o que indica um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade de Auburn, nos Estados Unidos, junto com experts da Universidade de Vila Velha, no Espírito Santo. Os cientistas analisaram três grupos de camundongos: um tinha hipertensão e recebeu o superalimento como tratamento; outro que também era hipertenso, mas não foi tratado; e o último, que tinha pressão normal e não recebeu qualquer tipo de terapia.

Os resultados dos testes mostram que, após nove semanas consumindo o kefir, os animais apresentaram, entre outras coisas, taxas mais controladas da pressão arterial. Outro benefício foi uma maior permeabilidade intestinal, o que permite que o órgão trabalhe corretamente, e a restauração do equilíbrio de quatro bactérias presentes no intestino.

Quer mais motivos para a incluir a bebida na dieta? O kefir também contribuiu para o controle de uma enzima do cérebro essencial para o funcionamento da massa cinzenta. De acordo com os autores, essa é mais uma prova de que os sistemas nervoso e digestivo trabalham juntos em prol da saúde do corpo todo.

(Fonte: Boa Forma) 

 

 

A falta de sono engorda?

A falta de sono engorda?

A falta de sono pode causar obesidade. A obesidade causa distúrbios do sono. É um ciclo vicioso

Os distúrbios do sono estão cada vez mais comuns na vida moderna, acarretando importantes alterações nas funções neuroendócrinas associadas a um maior ganho de peso em crianças e adultos.

Síndrome da apneia obstrutiva do sono
O distúrbio mais comum é a síndrome da apneia obstrutiva do sono (conhecida como SAOS), que consiste em uma pausa respiratória provocada pelo colabamento das paredes da faringe durante a expiração. O distúrbio ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo. Durante essas pausas, ela para de roncar, por causa do bloqueio da passagem de ar pela faringe e faz uma parada respiratória que dura poucos segundos.

Estima-se que 2 a 4% da população adulta de meia-idade seja afetada pela SAOS, atingindo uma projeção de 7 a 18 milhões de pessoas somente nos Estados Unidos. Atinge com maior frequência os homens, os indivíduos com obesidade e com idade acima de 40 anos. Os dados de SAOS em crianças e adolescente vêm crescendo em todo mundo, assim como no sexo feminino, associado a maior prevalência da obesidade nessas populações.

Consequências
Esses episódios de apneia têm como consequência a menor oxigenação do sangue durante a pausa respiratória, sobrecarga cardíaca pós pausa, sonolência diurna, aumento do apetite relacionado com alterações neuro-hormonais e hipertensão arterial. Em longo prazo, pode-se desenvolver insuficiência cardíaca, riscos de convulsões, disfunções sexuais e depressão. Os jovens têm dificuldade de concentração, baixo rendimento escolar, desânimo para atividade física e queixas constante de cansaço. Muitos adultos sentem uma sonolência diurna com prejuízo nas suas atividades profissionais e no trânsito, por cochilos constantes.

Apneia e ganho de peso
Dentre as evidências neuro-hormonais, os estudos mostraram que esses pacientes têm menores níveis de leptina (hormônio relacionado à saciedade), elevação dos níveis do cortisol, da insulina e grelina (hormônios que aumentam o apetite). A consequência disso é um ciclo vicioso: dorme-se mal, come-se mais para se manter alerta, aumenta o peso, piora as apneias. Assim, quem dorme mal tem sim maior tendência a ganhar peso!

As medidas da circunferência do pescoço e da cintura abdominal, assim como uma adequada avaliação clinica podem ajudar a diagnosticar precocemente o problema, mas o exame principal é a polissonografia, que consiste no monitoramento do sono com a quantificação do número de apneias.

Detecção precoce e tratamento
A detecção precoce do problema é fundamental para início do tratamento. A perda de peso auxilia na redução dos episódios de apneia e dos sintomas da SAOS, assim como o uso das máscaras para impedir o colabamento da faringe durante o sono é importante para melhorar a qualidade de vida do indivíduo, disposição e perda de peso. Vale lembrar que a avaliação médica é indicada para diagnóstico adequado e exclusão de outras causas que possam estar afetando a respiração como problemas otorrinolaringológicos.

(Fonte: Veja) 

Nhoque de berinjela

Nhoque de berinjela

- INGREDIENTES
4 berinjelas cortadas em fatias
2 colheres (sopa) de farinha trigo integral
1 colher (sopa) de azeite
½ ovo
Sal e pimenta a gosto

- MODO DE PREPARO
Retire a casca das berinjelas.
Corte-as em fatias finas e espalhe as tiras em uma assadeira.
Tempere com sal e azeite.
Leve ao forno até secar o excesso de água, depois de aproximadamente 30 minutos.
Retire do forno e coloque em um processador.
Bata bem até formar uma massa.
Transfira a massa para um bowl e junte, aos poucos, a farinha e o ovo.
Amasse bem com as mãos.
Sobre uma superfície enfarinhada, faça pequenos rolos com a mão.
Corte a massa em pedaços de 3 cm.
Coloque o nhoque para cozinhar em água fervendo com sal, até começar a boiar.
Escorra e coloque em um prato para servir,.
Coloque o molho de sua preferência.
Neste caso usei o molho ao sugo, que deixou bem leve.

(Fonte: Lucilia Diniz)

Dieta baixa em carboidratos pode ajudar pessoas com diabetes tipo 1

Dieta baixa em carboidratos pode ajudar pessoas com diabetes tipo 1

A conclusão de estudo vai contra a ideia de que o baixo consumo aumenta o risco de hipoglicemia

De acordo com o IFLScience, a teoria que inspirou o estudo é considerada controversa já que muitos especialistas acreditam que o uso de uma dieta baixa em carboidratos para combater o diabetes tipo 1 poderia aumentar o risco de hipoglicemia (quedas drásticas nos níveis açúcar no sangue). Entretanto, a pesquisa apresentou taxas de hospitalização relacionadas à hipoglicemia de apenas 1%, valor abaixo do normal.

Diabetes tipo 1
Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, cerca de 5% a 10% das pessoas diagnosticadas com a doença têm o tipo 1. Essa forma de diabetes acontece quando o sistema imunológico dos indivíduos ataca, erroneamente, as células beta, responsáveis por sintetizar e secretar o hormônio insulina, que regula os níveis de glicose no sangue. Como resultado desse mau funcionamento do organismo, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia.
O diabetes tipo 1 se manifesta geralmente na infância ou adolescência, mas também pode ser diagnosticado em adultos. A doença é sempre tratada com insulina, medicamentos e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.

Carboidratos e Diabetes
A pesquisa, realizada pelo Boston Children’s Hospital, nos Estados Unidos, analisou 316 pessoas que participam de um grupo do Facebook defensor de uma dieta baixa em carboidratos para tratamento do diabetes tipo 1. Deste total, 138 tiveram o diagnóstico de diabetes confirmado; 42% dos participantes eram crianças.

A ingestão diária média de carboidratos dos participantes se manteve em 36 gramas – apenas 5% de suas calorias totais, muito abaixo dos 45% recomendados pela Associação Americana de Diabetes. Os valores de hemoglobina A1c, principal medida de açúcar no sangue, mostraram que uma dieta pobre em carboidratos mantém as taxas de açúcar no sangue em 5,67%. Segundo a equipe, esses resultados foram atingidos graças a baixa ingestão de carboidratos.
A meta determinada pelos pesquisadores era de manter as taxas abaixo dos 7% em pessoas com diabetes tipo 1. Para chegar a esse valor era necessário diminuir as doses de insulina. “O controle do açúcar no sangue parecia quase bom demais para ser verdade. Não é nada que normalmente vemos na clínica para diabetes tipo 1”, disse Belinda Lennerz, principal autora do estudo, ao The New York Times.

No entanto, os cientistas admitem que o ponto de limitação do estudo está no fato de os resultados terem sido registrados pelos próprios participantes.

Recomendações médicas
Embora o estudo tenha dado bons resultados e traga uma opção viável para o tratamento da diabetes tipo 1, os pesquisadores alertam que as pessoas com a doença não devem alterar a dieta com base na pesquisa já que mais testes precisam ser conduzidos para confirmar os resultados alcançados. “À luz das limitações do estudo, essas descobertas por si só não devem ser interpretadas como suficientes para justificar uma mudança no controle do diabetes”, recomendou o relatório.

(Fonte: Veja) 

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