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Mulheres obesas têm tumores de mama maiores, diz estudo

Mulheres obesas têm tumores de mama maiores, diz estudo

Mulheres obesas ou com sobrepeso devem fazer mamografias com mais frequência, sugerem pesquisadores suecos. Em estudo com mais de 2 mil pacientes que desenvolveram câncer de mama entre 2001 e 2008, foi evidenciado que aquelas com índice de massa corporal (IMC) mais alto eram mais propensas a ter tumores maiores, com dois centímetros ou mais.]

Conforme o autor da pesquisa, Fredrik Strand, do Karolinska Institute, a justificativa pode ser o tamanho dos seios dessas mulheres — que por serem maiores dificultaria a identificação do tumor—, ou porque o câncer cresceria em ritmo mais acelerado.

À Rede BBC, Strand disse que cabe aos médicos considerar o IMC alto como um elemento favorável à realização da mamografia.

— Nosso estudo sugere que quando um clínico apresentar os prós e contras do exame de imagem, o IMC elevado seja um bom argumento "pró". Além disso, os achados indicam que mulheres com esse índice alto devem considerar um intervalo menor entre os exames.

Na Suécia, a mamografia é preconizada para mulheres entre 40 e 74 anos, a cada 18 meses ou dois anos.

(Fonte: Zero Hora)

 

Dica de quarta: Rico em antioxidantes

Dica de quarta: Rico em antioxidantes

Existem hoje dez vezes mais crianças obesas do que nos anos 70, diz estudo

Existem hoje dez vezes mais crianças obesas do que nos anos 70, diz estudo

Existem hoje dez vezes mais crianças e adolescentes obesos no mundo do que existiam há quatro décadas. É o que mostra um novo estudo liderado pelo Imperial College de Londres e pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Entre 1975 e 2016, o índice de obesos passou de 0,7% para 5,6% entre as meninas, e 0,9% e 7,8% entre meninos. A faixa etária estudada foi de 5 a 19 anos de idade. No total, o número de obesos na infância e na adolescência saltou de 11 milhões para 124 milhões, nesse período. Outros 213 milhões estão com excesso de peso, mas ainda não são considerados obesos.

Nas últimas quatro décadas, as taxas de obesidade em crianças e adolescentes aumentaram em nível mundial e continuam a fazê-lo em países de baixa e média renda. Mais recentemente, esse índice tem estabilizado em países de maior renda, embora os níveis de obesidade permaneçam inaceitavelmente altos — destacou o autor principal do estudo Majid Ezzati, da Escola de Saúde Pública do Imperial College de Londres.

De acordo com o relatório, publicado nesta terça na revista internacional "The Lancet", se as tendências dos últimos anos continuarem, em 2022 haverá no mundo mais crianças e adolescentes com obesidade do que com desnutrição, abaixo do peso.

Para adultos, o sobrepeso é diagnosticado quando o índice de Massa Corporal (IMC) está entre 25 e 30, e a obesidade existe quando o IMC passa dos 30. No entanto, para avaliar o peso de crianças e adolescentes não se pode usar essa ferramenta, porque eles ainda estão em fase de desenvolvimento.

Por isso, a OMS tem uma ferramenta técnica chamada de curva de crescimento, que monitora o peso e a altura entre 0 e 19 anos de idade.

Como as crianças estão em fase de crescimento, não há um índice fixo para identificar os pontos de corte de sobrepeso e obesidade, como no caso dos adultos em que um IMC acima de 25 caracteriza a doença. Então, é preciso medir altura e peso da criança para, depois, por meio das curvas, classificarmos a condição como magreza acentuada, magreza, eutrofia, sobrepeso, obesidade ou obesidade grave.

(Fonte: O Globo/ Adaptado)

Torta de morango light

Torta de morango light

-INGREDIENTES
1 pacote de Magic Toast Marilan integral
1 envelope de adoçante
1 colher (sopa) de manteiga
1 clara de ovo
1 caixa de pudim light
1 caixa de morango
1 caixa de gelatina de morango light
3 colheres (sopa) de leite condensado light

- MODO DE PREPARO
Misture em um bowl a bolacha, o adoçante, a manteiga e a clara, até formar uma farofa úmida.
Coloque em formas individuais, e leve pra assar até ficar dourada e crocante.

Recheio

Faça o pudim como manda a embalagem, deixe um pouco mais mole, acrescente o leite condensado.
Coloque uma colher de recheio em cada forminha, e coloque os morangos fatiados por cima.
Em seguida, pincele com a gelatina, que deve ser um caldo grosso e gelado.
Deixe encorpar na geladeira e sirva.

(Fonte: Lucilia Diniz)

Nozes e castanhas protegem o coração contra doenças, diz estudo

Nozes e castanhas protegem o coração contra doenças, diz estudo

Um estudo de Harvard mostrou que o consumo de nozes, castanhas, avelã e amendoim reduz o risco de doenças cardíacas em até 23%

Segundo um novo estudo publicado no periódico científico Journal of the American College of Cardiology, comer um punhado de nozes, castanhas, avelãs e amendoins duas ou mais vezes por semana pode reduzir o risco de doenças cardíacas. Os resultados da pesquisa, realizada pela Universidade Harvard, nos Estados Unidos, mostraram que o risco de uma pessoa que consome as oleaginosas desenvolver doenças cardiovasculares é 15% menor, enquanto a doença arterial coronariana é reduzida em 23%.

“Nossas descobertas reforçam as recomendações de alimentação saudável que sugerem uma maior ingestão de variedades de nozes e castanhas a fim de reduzir o risco de doenças crônicas“, disse Marta Guasch-Ferre, nutricionista da Universidade Harvard e principal autora do estudo, ao jornal britânico The Telegraph.

Castanhas e nozes
Diferentes tipos de nozes e castanhas, entre eles amêndoas, avelãs, castanha-de-caju, castanha-do-pará, pistache, noz-pecã e amendoim, são considerados superalimentos devido aos altos teores de antioxidantes, proteínas, minerais e fibras.

(Fonte: Veja/Adaptada)

 

Sete ou mais porções de frutas e legumes diariamente aumentam os benefícios para a saúde, em estudo do Jornal de Epidemiologia e Saúde Comunitária

Sete ou mais porções de frutas e legumes diariamente aumentam os benefícios para a saúde, em estudo do Jornal de Epidemiologia e Saúde Comunitária

Pesquisadores da University College London usaram um levantamento de dados de saúde realizado entre 2001 e 2008, na Inglaterra, sobre os hábitos alimentares de uma amostra aleatória de 65.226 participantes, com idade de 35 anos ou mais. Estes dados foram relacionados às informações sobre mortalidade do Reino Unido até o primeiro trimestre de 2013. O objetivo foi avaliar se o consumo diário de frutas e legumes beneficia a saúde da população geral da Inglaterra.

Métodos de regressão de Cox foram utilizados em tal análise. Foi realizada uma associação entre o consumo de frutas e vegetais e todas as causas de mortalidade cardiovascular e câncer, com ajustes para idade, sexo, classe social, educação, índice de massa corporal (IMC), consumo de álcool e atividade física.

O consumo de frutas e vegetais foi associado à diminuição da mortalidade por todas as causas. Esta associação foi mais pronunciada quando se excluíram as mortes dentro de um ano do início do estudo. O consumo de frutas e vegetais foi associado à redução do câncer e da mortalidade cardiovascular. Os vegetais podem ter uma associação mais forte com a mortalidade do que o consumo de frutas. O consumo de legumes ou salada foram fatores de proteção, enquanto o consumo de frutas congeladas ou em conserva foi associado ao aumento da mortalidade.

Concluiu-se que existe uma forte associação inversa entre consumo de frutas e vegetais e a mortalidade, com os maiores benefícios observados para aqueles que consomem sete ou mais porções desses alimentos diariamente.

(Fonte: News Med)

Pesquisa revela como a obesidade causa o diabetes tipo 2

Pesquisa revela como a obesidade causa o diabetes tipo 2

Não é novidade que a obesidade é um fator de risco para o diabetes, mas agora uma nova pesquisa revelou o mecanismo dessa associação

Que a obesidade é o principal fator de risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 2 é fato estabelecido há várias décadas. A epidemia global em curso de diabetes é consequência direta do aumento da prevalência de obesidade, observada na maioria dos países a partir dos anos 60.

A associação entre obesidade e diabetes
Quando uma pessoa engorda o seu tecido adiposo aumenta. Essa expansão do tecido adiposo requer um aumento correspondente da rede vascular para supri-lo de oxigênio e nutrientes. Ocorre que se o aumento do tecido adiposo for proporcionalmente maior do que a rede vascular (o que geralmente ocorre quando o ganho de peso é grande ou rápido ), as células do tecido adiposo passam a ser submetidas a um ambiente de relativa escassez de oxigênio (hipóxia).

Nesta condição, secretam substâncias que atraem um tipo de glóbulos brancos, os macrófagos, que passam a infiltrar o tecido adiposo. Os macrófagos infiltrados no tecido adiposo são ativados e passam a secretar várias substâncias (citocinas). Algumas facilitam o crescimento de novos capilares amenizando a falta de oxigênio e outras, como o TNF alfa, têm a propriedade de diminuir o efeito da insulina, o hormônio que controla o nível de açúcar (glicose).

O papel da insulina
Deste modo, quem desenvolve obesidade, tem agora que produzir muito mais insulina para superar o efeito inibidor das substâncias produzidas pelos macrófagos que passaram a habitar no seu tecido adiposo expandido. Baseados neste conhecimento, pesquisadores desenvolveram estratégias para inibir o efeito do TNF alfa, com o propósito de diminuir a resistência à insulina e o consequente diabetes associado à obesidade.

Uma destas tentativas foi o uso, em 2007, de um anticorpo anti-TNF alfa que produziu apenas uma pequena melhora no controle do metabolismo de pacientes com diabetes e obesos, indicando que deveriam existir outros mecanismos, ainda desconhecidos, responsáveis por provocar diabetes nos obesos.

A nova pesquisa
Após dez anos de pesquisas, cientistas da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos, parecem ter encontrado uma resposta para essa questão. Desde o final da década de 90 sabe-se que as células podem comunicar-se através dos exosomas, partículas constituídas por uma membrana (semelhante à membrana celular) que envelopam diversos tipos de informação genética, representadas por sequências de DNA, RNA mensageiro ou microRNA (miRNA)s.

Estas moléculas não poderiam ser diretamente secretadas na circulação porque seriam imediatamente destruídas por enzimas presentes no sangue (DNAses e RNAses). Assim, através dos exosomas, uma célula pode modificar o funcionamento de outra célula à distância, uma vez que a célula receptora incorporará as novas informações genéticas contidas no exosoma.
Os pesquisadores demonstraram que exosomas provenientes de macrófagos existentes no tecido adiposo de animais obesos, com resistência à insulina, eram capazes de inibir o efeito da insulina quando colocados em cultura de células musculares ou de fígado. Além disso, a injeção destes exosomas em animais normais era capaz de provocar resistência à insulina nestes animais, apesar destes serem magros.

De modo reverso, a injeção nos animais obesos de exosomas provenientes de macrófagos de animais normais atenuava a resistência à insulina.
Após a clara demonstração que os exosomas dos macrófagos eram capazes de modular a resistência à insulina, os pesquisadores conduziram uma série de experimentos para identificar qual substância presente nestas partículas era responsável pelo efeito. Verificaram que o mi RNA-155 estava aumentado em três vezes no exosoma dos animais obesos em relação aos animais magros e que este RNA tanto “in vitro” quanto “in vivo” era capaz de produzir resistência à insulina.
O mi RNA-155 interfere com o gene PPAR gama inibindo a sua expressão.

Possível tratamento
Um dos medicamentos utilizados no tratamento do diabetes, a pioglitazona tem a propriedade de estimular a expressão deste gene. Deste modo, teria efeito contrário ao do miRNA-155 e portanto, seria a medicação específica para atenuar o efeito de aumento da resistência à insulina associado à obesidade.

Certamente o conhecimento dos mecanismos que vinculam a obesidade ao diabetes é relevante em um mundo que em 2020 abrigará 1 bilhão de habitantes com sobrepeso ou obesidade e 643 milhões de portadores de diabetes. Este conhecimento é pré-requisito para o desenvolvimento de tratamentos capazes de evitar que os obesos se tornem diabéticos.

(Fonte: Veja)

Receita de bolo de fubá light e cremoso

Receita de bolo de fubá light e cremoso

- INGREDIENTES
1 xíc. (chá) de açúcar light
1 col. (sopa) de óleo de coco
3 gemas de ovo
1 xíc. (chá) de farinha integral
1 xíc. (chá) de fubá
3 xíc. (chá) de leite desnatado
1 col. (sopa) de fermento em pó
2 col. (sopa) de erva doce

MODO DE PREPARO
Misture o açúcar, o óleo de coco, as gemas, duas xícaras de leite, a farinha e o fubá. Acrescente o restante do leite e, por último, o fermento em pó. A massa fica líquida. Coloque a massa na forma de 24 cm x 31 cm untada e coberta com papel manteiga. Cubra com papel alumínio e asse em forno preaquecido a 180 °C por 15 minutos. Tire o papel alumínio e asse por mais ou menos 2 horas.

(Fonte: Corpo a Corpo)

Cálculo do IMC ou Índice de Massa Corporal: como está o seu peso?

Cálculo do IMC ou Índice de Massa Corporal: como está o seu peso?

O que o IMC significa?
IMC significa Índice de Massa Corporal. Ele é usado para indicar se você está abaixo do peso, com excesso de peso ou no peso ideal para a sua altura. É uma medida importante de se conhecer, pois se o seu peso varia acima ou abaixo da faixa ideal, seus riscos para algumas doenças podem aumentar.

Como faço para calcular o meu IMC?
O IMC é calculado dividindo o peso corporal (em quilogramas) pelo quadrado da altura (em metros). A partir do resultado, basta olhar a tabela de referência e saber a zona de risco em que você se encontra.

Use a calculadora abaixo para calcular o seu IMC e verificar como está o seu peso. Coloque o seu peso corporal em quilogramas e a sua altura em metros. Ou seja, se você pesa 58.400 gramas e mede 1 metro e 75 centímetros, coloque na calculadora 58.4 para o peso e 1.75 para a altura. Clique em calcular e veja o resultado.
Você está abaixo do peso para a sua altura. É importante procurar manter-se dentro de sua faixa de peso saudável. Estar na faixa de peso saudável vai melhorar a capacidade do seu organismo de combater as infecções ou outras doenças.

Se você está preocupado com seu peso ou se você está perdendo peso sem esforço, converse com seu médico e nutricionista para se certificar de que não existem quaisquer outros problemas que causam isso.

Normal ou Peso saudável (IMC de 18.5 a 24.9)
Você está com o peso saudável para a sua altura. Recomendamos que você também verifique a sua relação cintura-quadril.
Procure manter-se dentro da faixa de peso ideal através de uma dieta saudável, bem equilibrada e faça exercícios regularmente. A maioria dos adultos deve fazer exercícios físicos regulares durante 30 minutos na maioria dos dias da semana.

Um estudo com idosos australianos mostrou que o estado geral de saúde pode ser mais importante do que estar levemente acima do peso. Alguns pesquisadores sugeriram que a faixa de IMC entre 22 e 26 kg/m² é aceitável para idosos australianos.

Pré-obeso ou Sobrepeso (IMC de 25 a 29.9)
Estar acima do peso aumenta o risco de desenvolver doenças coronarianas e outras condições de saúde, como diabetes mellitus. Manter um peso saudável vai ajudá-lo a controlar a sua pressão arterial e os seus níveis de colesterol. Você perde peso quando a quantidade de energia que entra no seu corpo é menor do que o que está sendo usado por seu organismo. Isso geralmente acontece com pessoas que se dedicam a se exercitar mais e a comer uma dieta equilibrada e saudável. Para obter um aconselhamento médico e dietético individualizado, consulte o seu médico e um nutricionista.

Obesidade (IMC superior a 30)
Com o aumento do IMC, o risco de desenvolver doenças coronarianas, diabetes mellitus ou alguns tipos de câncer aumenta. É importante que você tome medidas para reduzir o seu peso corporal. A boa notícia é que mesmo perder pequenas quantidades de peso pode beneficiar a sua saúde. Você perde peso quando a quantidade de energia que entra no seu corpo é menor do que o que está sendo usado por seu organismo. Isso geralmente acontece com pessoas que se dedicam a se exercitar mais e a comer uma dieta equilibrada e saudável.
A obesidade está associada a alguns riscos à saúde, tais como apneia do sono, osteoartrite, pressão arterial elevada (hipertensão arterial), resistência insulínica (diabetes tipo 2), colesterol elevado, doenças coronarianas, acidentes vasculares cerebrais (AVC ou derrame), muitos tipos de câncer, depressão, morte prematura, dentre outros.
Para obter um aconselhamento médico e dietético individualizado consulte o seu médico e um nutricionista. Se o seu IMC está acima de 35, o seu médico poderá aconselhá-lo sobre algumas opções adicionais disponíveis para ajudá-lo na perda de peso.

Qual é a precisão do IMC?
O IMC é uma medida útil para a maioria das pessoas com mais de 18 anos. No entanto, existem algumas limitações no seu uso, pois ele pode ser influenciado pela idade, sexo e etnia.
Por exemplo, pessoas brevilíneas e/ou musculosas podem ser consideradas obesas sem o serem de fato. Para idosos e crianças, é necessário seguir tabelas especiais de IMC. Já os indianos, paquistaneses e bengaleses que estão com o índice de massa corpórea (IMC) acima de 28 devem ser considerados obesos por serem mais suscetíveis ao diabetes mellitus e a doenças cardíacas.

A partir do IMC também não é possível diferenciar os componentes "gordo" e "magro" da massa corporal.
Fale com o seu médico, um nutricionista ou um profissional especializado sobre o seu peso e sua saúde física.
Se você estiver grávida, o IMC não se aplica. Você deve procurar o seu obstetra e conversar com ele sobre o que representa um peso saudável durante a gestação.

(Fonte: Abc Med)

 

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