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Exercícios auxiliam na recuperação e otimizam emagrecimento após a cirurgia bariátrica

Exercícios auxiliam na recuperação e otimizam emagrecimento após a cirurgia bariátrica

 

Atividade física previne perda de massa muscular e acelera a perda de peso.

Confira matéria com o cirurgião do aparelho digestivo Almino Ramos, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica e diretor da Gastro Obeso Center.

http://migre.me/fn6x8

 

 

Dica para o final de semana!

Dica para o final de semana!

 

Nove sabores de pizza com até 300 calorias:

Mussarela - Uma fatia de pizza de mussarela tem, em média, 228 calorias. O queijo fornece proteínas e cálcio para o nosso organismo.

Atum com cebola - A cebola contém substâncias que fazem muito bem à saúde: além da vitamina C, que fortalece o sistema imunológico, a cebola é cheia de alicina e selênio, nutrientes com poder antioxidante para dar força extra no controle do colesterol e do diabetes.

Champignon com mussarela - Os cogumelos são ricos em ácido fólico e cobre, que ajudam a prevenir anemia, e em potássio, envolvido nas contrações musculares. A pizza tem em média 235 calorias por fatia.

Escarola, palmito e mussarela - Rica em fibras, a escarola controla a saciedade e é uma ótima fonte das vitaminas antioxidantes C e E, de vitaminas do complexo B que ajudam as funções cerebrais, e de minerais como cálcio, potássio, fósforo e ferro. Uma fatia desse sabor tem, em média, 240 calorias.

Mussarela de búfala, tomate seco e rúcula - Tem, em média, 230 calorias por fatia. Ela fornece proteínas e cálcio presentes na mussarela - prefira a versão light, que tem menos gorduras e pode ser incluída na dieta. O tomate seco possui uma concentração maior de nutrientes como vitamina A, magnésio e licopeno, esse último responsável por proteger do câncer de próstata.

Palmito com mussarela - Com 245 calorias por fatia, a pizza fornece as proteínas e o cálcio da mussarela, além dos nutrientes presentes no palmito, como vitaminas A, vitaminas do complexo B, fósforo, ferro e cálcio, assim como o queijo.

Peito de peru com catupiry - A pizza de peito de peru com catupiry tem em média 300 calorias por fatia. O número é alto comparado com as outras versões e deve ser consumindo somente se você faz questão do queijo cremoso.

Brócolis com mussarela - Em média, 250 calorias por fatia. Os brócolis são ricos em ácido fólico, flavonoides, vitamina C e vitamina A, e seus benefícios para a saúde incluem proteger o coração, melhorar o funcionamento do intestino, reforçar a imunidade, controlar o diabetes e aliviar os sintomas de gastrite.

Marguerita - Uma fatia tem, em média, 228 calorias e possui as proteínas e o cálcio do queijo, além da vitamina A, do magnésio e do licopeno presentes do tomate.

(Fonte: Minha Vida/Adaptado)

Saiba como 'enganar' o cérebro para comer menos e manter a forma

Saiba como 'enganar' o cérebro para comer menos e manter a forma

 

Beber água, beliscar alguma coisa e até dormir são truques que muitas pessoas usam para "enganar" a fome. O prato pequeno evita os exageros e, se a pessoa pensar em repetir, dá tempo de ela ter comido o primeiro prato e passar o tempo necessário (15 minutos) para a mensagem de saciedade chegar até o cérebro.

Além disso, é importante fazer refeições fracionadas, a cada 3 horas, e se manter hidratado, pois muitas vezes a pessoa acha que está com fome, mas na verdade tem sede – os sinais que o cérebro emite são parecidos nesses casos.

Os grandes vilões para a maioria das mulheres são os doces e para os homens, a cerveja. Um único copo da bebida tem as mesmas calorias de um pão francês: 130 kcal.

Uma dica útil dos especialistas é picar os alimentos, pois assim o prato fica mais cheia e o cérebro entende que comeu mais. Mastigar devagar e ingerir alimentos que facilitam a digestão são outras dicas.

E, com o passar dos anos e a queda do ritmo do metabolismo, é importante reduzir a quantidade de alimentos consumida diariamente. Isso porque, mesmo se a pessoa comer igual sempre, vai acabar engordando.

Para manter 1 kg de peso, um bebê precisa de 100 kcal. Já uma mulher de 25 a 30 anos, para preservar o mesmo 1 kg, necessita de apenas 30 kcal.

Como o cérebro funciona?

Temos um termômetro cerebral chamado hipotálamo. Ele fica em uma parte profunda do cérebro e avalia como está a pressão sanguínea, os níveis de glicose, sais minerais, sódio e potássio.

O hipotálamo recebe informações de todo o corpo. Quando falta energia, o estômago produz um hormônio chamado grelina, também conhecido como "hormônio da fome", que acende o hipotálamo e faz o indivíduo sair em busca de comida.

À medida que nos alimentamos, a grelina para de ser produzida e vem a saciedade. Essa sensação vem pela leptina, hormônio produzido no tecido adiposo que inibe a vontade de comer.

Os dois elementos essenciais para alimentar o cérebro e ajudar no funcionamento adequado dos neurônios são a glicose e o oxigênio. Apesar disso, não adianta só ingerir alimentos à base de açúcar ou que se transformam logo em açúcar, como as massas. Prefira comidas ricas em fibras e proteínas, que demoram mais tempo para ser metabolizados no organismo.

(Fonte: Bem Estar/Adaptado)

Por uma infância menos açucarada

Por uma infância menos açucarada

Ao buscar informações sobre o diabete, distúrbio que atinge mais de 350 milhões de pessoas ao redor do planeta, geralmente deparamos com a seguinte afirmação: enquanto o tipo 1 aparece na juventude, o 2 fica restrito aos indivíduos com mais de 40 anos — não à toa, ele até ganhou a denominação de diabete de adultos. Nos últimos anos, porém, a epidemia de obesidade deu uma sacudida nesse cenário. Afinal, o acúmulo de gordura, um dos grandes patrocinadores do diabete tipo 2, deixou de ser assunto exclusivo de gente grande. Como consequência, essa versão começou a dar as caras nos mais novinhos, fato que não passou despercebido pela Academia Americana de Pediatria. Recentemente, a entidade lançou a primeira diretriz para o tratamento da doença em crianças e adolescentes.

No Brasil, o panorama não chega a ser tão alarmante como na terra do Tio Sam. Contudo, temos seguido o comportamento alimentar da meninada americana, então não é precipitado concluir que os riscos de chegarmos lá são altíssimos. Inclusive, damos os primeiros passos nessa direção.

Tomar conhecimento dessa ascensão é fundamental tanto para os profissionais de saúde como para os pais. Isso porque o diabete tipo 2 é uma desordem sorrateira, capaz de ficar oculta — e causando estragos — por anos a fio. Bem diferente do diabete tipo 1. Nesse caso, a doença é autoimune, caracterizada por um ataque do próprio corpo a determinadas células do pâncreas, o que impede o órgão de fabricar insulina. Com a glicose dando sopa na corrente sanguínea, o paciente mirim sente muita sede e faz várias visitas ao banheiro para urinar.

O tipo 1 é mesmo bem diferente do diabete tipo 2, um distúrbio metabólico cuja marca registrada é uma resistência à ação da insulina. Isso quer dizer que o hormônio é produzido, mas se mostra inábil na tarefa de abrir a porta da célula para a glicose entrar. Antes de o transtorno se instalar de vez, o pâncreas até chega a trabalhar dobrado para ampliar o exército de insulina e, assim, quebrar a barreira. Só que ele não consegue fazer isso por muito tempo. Daí vem o diabete.

(Fonte: Revista Saúde/Adaptado)

Confira matéria do R7 com o Doutor Almino Ramos

Confira matéria do R7 com o Doutor Almino Ramos

 

A cirurgia bariátrica pode ajudar a diminuir o risco de doenças cardiovasculares por um período de, pelo menos, dez anos. Os dados foram apresentados durante o 1º Simpósio Internacional de Videocirurgia, promovido pela SBCBM (Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica).

Confira matéria do R7 com o Doutor Almino Ramos.

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Dr. Almino Cardoso Ramos

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