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Saiba como 'enganar' o cérebro para comer menos e manter a forma

Saiba como 'enganar' o cérebro para comer menos e manter a forma

 

Beber água, beliscar alguma coisa e até dormir são truques que muitas pessoas usam para "enganar" a fome. O prato pequeno evita os exageros e, se a pessoa pensar em repetir, dá tempo de ela ter comido o primeiro prato e passar o tempo necessário (15 minutos) para a mensagem de saciedade chegar até o cérebro.

Além disso, é importante fazer refeições fracionadas, a cada 3 horas, e se manter hidratado, pois muitas vezes a pessoa acha que está com fome, mas na verdade tem sede – os sinais que o cérebro emite são parecidos nesses casos.

Os grandes vilões para a maioria das mulheres são os doces e para os homens, a cerveja. Um único copo da bebida tem as mesmas calorias de um pão francês: 130 kcal.

Uma dica útil dos especialistas é picar os alimentos, pois assim o prato fica mais cheia e o cérebro entende que comeu mais. Mastigar devagar e ingerir alimentos que facilitam a digestão são outras dicas.

E, com o passar dos anos e a queda do ritmo do metabolismo, é importante reduzir a quantidade de alimentos consumida diariamente. Isso porque, mesmo se a pessoa comer igual sempre, vai acabar engordando.

Para manter 1 kg de peso, um bebê precisa de 100 kcal. Já uma mulher de 25 a 30 anos, para preservar o mesmo 1 kg, necessita de apenas 30 kcal.

Como o cérebro funciona?

Temos um termômetro cerebral chamado hipotálamo. Ele fica em uma parte profunda do cérebro e avalia como está a pressão sanguínea, os níveis de glicose, sais minerais, sódio e potássio.

O hipotálamo recebe informações de todo o corpo. Quando falta energia, o estômago produz um hormônio chamado grelina, também conhecido como "hormônio da fome", que acende o hipotálamo e faz o indivíduo sair em busca de comida.

À medida que nos alimentamos, a grelina para de ser produzida e vem a saciedade. Essa sensação vem pela leptina, hormônio produzido no tecido adiposo que inibe a vontade de comer.

Os dois elementos essenciais para alimentar o cérebro e ajudar no funcionamento adequado dos neurônios são a glicose e o oxigênio. Apesar disso, não adianta só ingerir alimentos à base de açúcar ou que se transformam logo em açúcar, como as massas. Prefira comidas ricas em fibras e proteínas, que demoram mais tempo para ser metabolizados no organismo.

(Fonte: Bem Estar/Adaptado)

 

Por uma infância menos açucarada

Por uma infância menos açucarada

Ao buscar informações sobre o diabete, distúrbio que atinge mais de 350 milhões de pessoas ao redor do planeta, geralmente deparamos com a seguinte afirmação: enquanto o tipo 1 aparece na juventude, o 2 fica restrito aos indivíduos com mais de 40 anos — não à toa, ele até ganhou a denominação de diabete de adultos. Nos últimos anos, porém, a epidemia de obesidade deu uma sacudida nesse cenário. Afinal, o acúmulo de gordura, um dos grandes patrocinadores do diabete tipo 2, deixou de ser assunto exclusivo de gente grande. Como consequência, essa versão começou a dar as caras nos mais novinhos, fato que não passou despercebido pela Academia Americana de Pediatria. Recentemente, a entidade lançou a primeira diretriz para o tratamento da doença em crianças e adolescentes.

No Brasil, o panorama não chega a ser tão alarmante como na terra do Tio Sam. Contudo, temos seguido o comportamento alimentar da meninada americana, então não é precipitado concluir que os riscos de chegarmos lá são altíssimos. Inclusive, damos os primeiros passos nessa direção.

Tomar conhecimento dessa ascensão é fundamental tanto para os profissionais de saúde como para os pais. Isso porque o diabete tipo 2 é uma desordem sorrateira, capaz de ficar oculta — e causando estragos — por anos a fio. Bem diferente do diabete tipo 1. Nesse caso, a doença é autoimune, caracterizada por um ataque do próprio corpo a determinadas células do pâncreas, o que impede o órgão de fabricar insulina. Com a glicose dando sopa na corrente sanguínea, o paciente mirim sente muita sede e faz várias visitas ao banheiro para urinar.

O tipo 1 é mesmo bem diferente do diabete tipo 2, um distúrbio metabólico cuja marca registrada é uma resistência à ação da insulina. Isso quer dizer que o hormônio é produzido, mas se mostra inábil na tarefa de abrir a porta da célula para a glicose entrar. Antes de o transtorno se instalar de vez, o pâncreas até chega a trabalhar dobrado para ampliar o exército de insulina e, assim, quebrar a barreira. Só que ele não consegue fazer isso por muito tempo. Daí vem o diabete.

(Fonte: Revista Saúde/Adaptado)

Confira matéria do R7 com o Doutor Almino Ramos

Confira matéria do R7 com o Doutor Almino Ramos

 

A cirurgia bariátrica pode ajudar a diminuir o risco de doenças cardiovasculares por um período de, pelo menos, dez anos. Os dados foram apresentados durante o 1º Simpósio Internacional de Videocirurgia, promovido pela SBCBM (Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica).

Confira matéria do R7 com o Doutor Almino Ramos.

 http://migre.me/fdULT

Inverno é melhor estação para queimar calorias

Inverno é melhor estação para queimar calorias

 

A maioria das pessoas pode pensar que o verão é a melhor estação para queimar calorias. Mas, de acordo com o educador físico Gilmar Ravazoli, o melhor momento para eliminar os excessos é justamente o inverno. Isso porque, para aquecer o corpo no frio, o organismo gasta mais energia, o que acelera o metabolismo.

Ainda segundo o educador físico, não existe uma forma de calcular o percentual de perda exato em cada estação. "A queima calórica está relacionada ao peso, à idade e ao índice de gordura de cada pessoa", justifica. Mas, para que a malhação no inverno não acabe em lesão, o profissional recomenda atenção especial ao aquecimento dos músculos.

(Fonte: Terra)

Delícias de inverno!

Delícias de inverno!

 

Vinhos

Os polifenóis e flavonoides presentes no vinho aumentam o HDL, o bom colesterol; e auxiliam na aceleração do metabolismo levando a perda de peso, porém, em excesso, sobrecarrega o fígado e pode levar a embriaguez. Não se deve ingerir a bebida com açúcar ou mel, pois, a adição destes ingredientes pode elevar muito o teor calórico do vinho pesando na dieta. O ideal é consumir no máximo um copo de vinho por dia para homens e três vezes por semana para mulheres.

Fondue

Passar o inverno sem experimentar uma fondue é tarefa árdua. A receita cremosa e quentinha dá muito mais sabor aos dias frios. Mas é preciso ter cuidado com as calorias: chocolate, carne e queijo possuem alto teor de gordura e são bastante calóricos, por isso, prefira as versões mais leves do prato, à base de legumes e produtos light.

Sopas

Ela é benéfica para quem busca emagrecer porque a maior quantidade de água traz uma sensação de saciedade, além de contribuir para a digestão. Entretanto, se não houver uma seleção de produtos leves, o efeito pode ser contrário prejudicando a sua dieta, por isso, não se engane e invista nas versões mais leves com legumes e verduras. Elas podem até substituir as saladas. Evite as sopas cremosas e com queijos gordos.

(Fonte: Minha Vida)

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