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Depressão e ansiedade são mais freqüentes em indivíduos com Síndrome do Intestino Irritável

Manifestações gastrintestinais crônicas ou eventuais, conhecidas como Síndrome do Intestino Irritável (SII), afetam mais mulheres no final da adolescência ou antes dos 30 anos, interferindo, na maioria dos casos, na qualidade de vida da pessoa.

Segundo o gastroenterologista Almino Cardoso Ramos, não se sabe ao certo a causa da Síndrome e o porquê de as mulheres serem mais atingidas, mas acredita-se que patologias de ordem psicológica como ansiedade e depressão provoquem alterações nos movimentos que propagam o alimento, fato característico da doença.

“Os principais sintomas são: dor, distensão abdominal, aumento da freqüência diária de evacuações e amolecimento das fezes”, explica o médico. Segundo ele, a dor costuma ser do tipo cólica que normalmente alivia com a evacuação e piora quando há situações de estresse. “Sensação de estufamento, alternância entre períodos de diarréia e constipação, gases e sensação de esvaziamento incompleto após a evacuação estão entre os outros sintomas também detectados por quem sofre da Síndrome”, explica Ramos. De acordo com o gastroenterologista, gases ou fezes dentro do intestino são capazes de gerar uma sensação de dor maior em indivíduos com a patologia.

O gastroenterologista afirma também que, através dos sintomas, o médico poderá apontar para a presença da Síndrome, mas apenas com exames de sangue e de fezes é que o diagnóstico estará completo. “A colonoscopia é indicada para pacientes com sintomas que tenham mais de 40 anos e para aqueles com histórico de câncer de cólon na família”, explica.

“Um programa alimentar balanceado, além de terapia, pode ser de grande valia para diminuir as manifestações da Síndrome”, aconselha Ramos.

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Cirurgias, antes complexas, hoje podem ser feitas pelo umbigo

Cirurgias, antes complexas, hoje podem ser feitas pelo umbigo

Uma técnica moderna e bastante eficaz começa a ser realizada no Brasil, sob coordenação dos médicos Almino Ramos e Galvão Neto: trata-se da cirurgia por “porta única” ou, como é conhecida no exterior, “single port”. Eles são os pioneiros na utilização da técnica e contam com mais 100 casos realizados.

Até o momento, uma das técnicas que mais revolucionou a cirurgia recentemente foi a videolaparoscopia, onde, através de três pequenos orifícios, o médico introduz cânulas e microcâmera que são os condutores do procedimento, acompanhado por ele e sua equipe através de monitores de alta resolução. Este método reduz risco de infecção e tempo de internação, além de o paciente poder se restabelecer mais rapidamente.

“Esta nova técnica (pelo umbigo) originou-se da videolaparoscopia e veio para simplificá-la ainda mais. Através de um único orifício, o umbigo, onde não fica cicatriz, os riscos são diminuídos ainda mais, possibilitando a realização de cirurgias ainda mais complexas de forma mais rápida, eficaz e segura”, explica Dr. Almino Ramos. Segundo ele, o desenvolvimento de trocateres flexíveis auxiliou bastante na utilização desta nova modalidade. “Na videolaparoscopia, estes aparelhos, que nos auxiliam a realizar os procedimentos, são rígidos. Para que pudéssemos adaptar para um só, através do umbigo, eles tiveram de se tornar flexíveis para ficar acomodados em um só ponto de entrada e poder atingir inúmeros órgãos”, explica o profissional.

“Todo este avanço permitiu irmos mais longe. Buscamos reduzir ainda mais a agressão cirúrgica e o tamanho das incisões, alcançando uma nova era. Atualmente, já é possível realizar intervenções cirúrgicas sem cortes no abdômen.  A introdução das microcâmeras e dos instrumentos cirúrgicos é feita totalmente pelo umbigo”, revela o gastroenterologista e endoscopista Dr. Manoel Galvão Neto.

Entre algumas cirurgias realizadas, destacam-se: gástricas, bariátricas (cirurgias de obesidade), nefrológicas, ginecológicas, colonoscópicas, de retirada do apêndice e até de rim, por exemplo.

“O mais interessante é que tanto o incômodo para o paciente quanto a permanência no hospital são bem menores. O risco de infecção decresce consideravelmente, o paciente volta para casa e para suas atividades mais rapidamente e sem nenhuma marca na pele, além de representar menor custo para o sistema de saúde”, finaliza Dr. Galvão.

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Evolução permite que cirurgia seja ainda menos invasiva e realizável através do umbigo

O desenvolvimento tecnológico e o adequado treinamento médico nos permitiram vivenciar, em toda a década de 90 e nestes primeiros anos do novo milênio, a era da cirurgia minimamente invasiva. O emprego de microcâmeras e instrumentos miniaturizados passaram a fazer parte da rotina cirúrgica de muitas especialidades que, assim, buscavam reduzir o trauma causado pelas cirurgias, reduzir o tempo de internação, diminuir o risco de infecções e propiciar a recuperação mais rápida dos pacientes.

“Todo este avanço permitiu irmos mais longe. Buscamos reduzir ainda mais a agressão cirúrgica e o tamanho das incisões, alcançando uma nova era. Atualmente, já é possível realizar intervenções cirúrgicas sem cortes no abdômen. A introdução das microcâmeras e dos instrumentos cirúrgicos é feita totalmente pelo umbigo”, revela o gastroenterologista e endoscopista Dr. Manoel Galvão Neto, da equipe do cirurgião Dr. Almino Cardoso Ramos (clínica Gastro Obeso Center*).

A cirurgia “transumbilical”, como é chamada, começa a ser realizada por médicos brasileiros e, como o próprio nome diz, através do umbigo. Para tal, um item fundamental foi a produção de endoscópios e trocateres flexíveis. “Na videolaparoscopia, estes aparelhos, que nos auxiliam a realizar os procedimentos, são rígidos. Para que pudéssemos adaptar para um só, através do umbigo – local que não deixa cicatriz –, eles tiveram de ser flexíveis para ficar acomodados em um só ponto de entrada”, afirma Dr. Almino Cardoso Ramos.

Entre algumas cirurgias realizadas, destacam-se: gástricas, nefrológicas, ginecológicas, colonoscópicas e de retirada do apêndice, por exemplo.

“O mais interessante é que tanto o incômodo para o paciente quanto a permanência no hospital são bem menores. O risco de infecção decresce consideravelmente, a paciente volta para casa e para suas atividades mais rapidamente e sem nenhuma marca na pele”, finaliza Dr. Galvão.

* A clínica Gastro Obeso é pioneira no mundo na técnica de trocater único com relação a procedimentos bariátricos. Na figura do Dr. Almino Cardoso Ramos, a Gastro Obeso tem sido convidada a apresentar essa técnica no Brasil e mundo afora como em aulas no Congresso Americano de Cirurgia Endoscópica (SAGES) em Phoenix (abril-2009), trabalhos apresentados em Sessão Plenária do Congresso Americano de Cirurgia Bariátrica (ASBS) em Dallas (junho – 09), aulas no Congresso Português de Cirurgia Bariátrica (Funchal- Ilha da Madeira maio-09), aulas no Congresso Mundial de Cirurgia Bariátrica (IFSO) em Paris (agosto-09).

Além de congressos, essa experiência foi também apresentada em curso nas cidades de Miami (Cleveland Clinic em fev-09), Barcelona (Hospital Belvigte em maio-09) e em Luxemburgo (Hospital Universitário de Luxemburgo em junho-09).

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Cirurgia metabólica diminui drasticamente e até acaba com o diabetes

Uma pessoa tem obesidade mórbida quando seu Índice de Massa Corporal (IMC) ultrapassa 40 Kg/m2 ou em situações em que este índice está acima de 35 kg/m2 e o paciente apresenta doenças que podem ser agravadas pela obesidade (chamadas comorbidades) levando a sérios comprometimentos da saúde, como: hipertensão, diabetes, apneia do sono, dislipidemia e enfermidades cardiológicas, pneumológicas ou ortopédicas. Nestas situações, está indicada a cirurgia para diminuição do peso e melhora destas doenças com restabelecimento da saúde, a chamada cirurgia bariátrica.

As primeiras cirurgias bariátricas começaram a ser realizadas em 1954 e, desde então, as melhorias da técnica cirúrgica, da anestesia, dos equipamentos, do preparo e do acompanhamento dos pacientes levaram a um grau de segurança dos procedimentos cirúrgicos, fazendo com que o índice de complicações sérias fosse reduzido a menos de 0,5%. O índice de melhora de diabetes é de 90%, da hipertensao é de 75%, de dislipidemia é de 85% e da apneia do sono é de 80%. “Sempre se relacionou a melhora do diabetes à perda de peso; porém, nos pacientes observa-se que esta melhora já começa a se manifestar nas primeiras 72 horas após a cirurgia, demonstrando que existem outros mecanismos implicados além da dieta e do emagrecimento”, afirma o médico cirurgião Dr. Almino Cardoso Ramos. De acordo com ele, sabe-se agora, após estudos mais recentes, que esta melhora precoce do diabetes está associada ao desvio de intestino que é feito na cirurgia. “Com isto, os alimentos são desviados da porção inicial do intestino chamada duodeno e mais rapidamente chegam à parte mais distal do órgão chamado íleo”, revela.

Pesquisas mostram que a chegada mais rápida de alimentos parcialmente digeridos ao íleo geram a produção do hormônio mais potente na regulação da produção de insulina pelo pâncreas, denominado GLP-1. Esta ação é conhecida por efeito incretínico e é a base do moderno tratamento do diabetes a base de remédios que mimetizam o efeito deste hormônio. “A cirurgia, todavia, é muito mais potente porque gera a produção de maiores quantidades do hormônio com efeito mais potente. Assim, pacientes com IMC de 35 com diabetes, hipertensão e dislipidemia, muitas vezes tomando mais de 10 comprimidos ao dia para controle destas doenças, após a cirurgia bariátrica apresentam uma melhora de suas condições de saúde rápida e consistente, de modo que muitas vezes podem gradualmente parar de tomar as medicações, pois o efeito da cirurgia é suficiente para controle das doenças. Este procedimento leva o nome de Cirurgia Metabólica”, finaliza Dr. Almino Cardoso Ramos.

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Diabetes pode ter fim através de cirurgia

Segundo a International Diabetes Federation, a estimativa é de que, no ano de 2010, mais de 220 milhões de pessoas em todo o mundo tenham diabetes. Hoje, no Brasil, 7,6% da população possui a doença, que é decorrente do excesso de glicose – produzida pelo fígado – no sangue.

Há pouco mais de dois anos, o cirurgião italiano Francesco Rubino detectou que a cirurgia para a redução do estômago e alteração no transito intestinal de ratos diabéticos obesos resultava não apenas na perda de peso, mas também no aumento da produção de incretinas, já que, com um estômago menor associado a um desvio no intestino, a comida chega mais rápido ao intestino, o que estimula a produção desses hormônios produzidos pelo intestino delgado após a ingestão de comida. Estudos de metanalise (compilação de todos os estudos científicos sobre um tema específico) com seguimento de até 14 anos demonstram que o diabetes tipo 2 pode ser curado em até 85% de pacientes obesos mórbidos com a doença.

As incretinas aumentam a liberação de insulina pelo pâncreas quando o açúcar no sangue sobe devido à ingestão de alimento. “Para se ter uma idéia, algo em torno de 60% da produção de insulina após as refeições deve-se às incretinas. Quando o alimento chega ao aparelho digestivo, o intestino delgado começa a produzir a incretina, que é levada ao pâncreas através do sangue. Este órgão, por sua vez, aumenta sua produção de insulina, controlando a glicemia”, revela o cirurgião bariátrico Dr. Almino Cardoso Ramos, do Hospital Santa Rita.

Agora, com algumas alterações e conhecida como cirurgia metabólica, a técnica é testada sob protocolo também em diabéticos não obesos. “O perfil indicado para o paciente com diabetes – não obeso – realizar a cirurgia é: ter diabetes tipo 2, utilizar medicação e insulina e, de preferência, possuir a doença há menos de 15 anos”, finaliza o médico.

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Dr. Almino Cardoso Ramos

Diretor Geral da Clínica Gastro Obeso Center

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Dra. Manoela Galvão Ramos

Diretora administrativa da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Manoel Galvão Neto

Coordenador/ Chefe da Endoscopia Bariátrica Avançada da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Thales Delmondes Galvão

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Nestor Tadashi Bertin

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Eduardo Bastos

Coordenador Científico da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Raphael Tôrres Figueirêdo de Lucena

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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