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O que é fome oculta?

O que é fome oculta?

 

Esse termo diz respeito à carência não explícita de um ou mais micronutrientes - grupo que engloba as vitaminas e os minerais. Isso significa que você pode estar com deficiência de cálcio, ferro ou vitaminas do complexo B, por exemplo, e não perceber.

A origem do problema

Isso se deve ao fato de os nossos hábitos alimentares serem, em geral, pobres em frutas, verduras e legumes e ricos em itens industrializados. Segundo a pesquisa Manifesto do Corpo Saudável, desenvolvida pela Abran, em parceria com a farmacêutica Pfizer, apenas um em cada três brasileiros ingerem as porções diárias recomendadas de alimentos saudáveis. Em contrapartida, 47% declaram consumir produtos industrializados mais de três vezes por semana.

Consequências

A carência de vitaminas e minerais, no longo prazo, pode trazer males como doenças cardiovasculares, câncer e diabetes. No dia a dia, a fome oculta pode ser a causa de problemas que interferem bastante na rotina, mas que você nem imagina que tenham relação com os alimentos que coloca no prato.

(Fonte: Revista Saúde/Adaptado)

 

Receita: estrogonofe de berinjela

Receita: estrogonofe de berinjela

 

Confira a receita, que a Dra. Manoela Galvão Ramos separou para você!

• Estrogonofe de berinjela •

- Rendimento: 6 porções

- Tempo de preparo: 40 minutos

- Calorias por porção: 180 calorias

* Ingredientes

- 2 berinjelas médias picadas
- 3 dentes de alho picados
- 4 col. (sopa) de azeite
- 1 cebola média picada
- Páprica e sal a gosto
- 1 pacote de molho de tomate
- 1 pitada de açúcar
- 1 pote de creme de leite
- 1 col. (sobremesa) de molho inglês
- 1 xíc. (chá) de cheiro-verde picado

* Modo de fazer

Deixe os cubos de berinjela de molho por dez minutos em um recipiente com água e vinagre para tirar o gosto amargo. Em uma panela, refogueo alho no azeite até dourar. Em seguida, acrescente a cebola e a berinjela. Tempere com páprica e sal a gosto. Deixe no fogo por cerca de cinco minutos. Cuidado para não deixar a mistura mole demais. Acrescente o molho de tomate e, usando sua embalagem como medida, acrescente meio pacote de água. Coloque o açúcar e deixe ferver. A seguir, adicione o creme de leite, a mostarda e o molho inglês e mexa até engrossar. Finalize com o cheiro-verde e sirva o estrogonofe em seguida.

(Fonte: Corpo a Corpo)

Obesidade pode dificultar gravidez

Obesidade pode dificultar gravidez

 

A obesidade é um dos piores problemas de saúde da sociedade moderna. No Brasil, o excesso de peso entre mulheres saltou de 28,7% para 48% entre 2008 e 2009. Embora a maioria das pacientes obesas não seja infértil, pode-se dizer que esse grupo tem menos chances de conceber por ciclo, enfrentando mais distúrbios no eixo hipotálamo-hipófise-ovário, no ciclo menstrual, além de ter até três vezes mais chances de sofrer de anovulação.

As pacientes obesas e com sobrepeso têm um nível elevado de leptina - hormônio associado à dificuldade de engravidar. Também o processo de implantação e resposta ao tratamento pode ser mais demorado. Por isso, é importante a paciente perder peso antes de dar início a um tratamento para engravidar. Em muitos casos, a perda de peso - depois de uma modificação radical no estilo de vida e de se alimentar, ou ainda depois de uma cirurgia bariátrica - pode contribuir muito para restaurar o ciclo menstrual e a ovulação, aumentando as chances de concepção.

Nossos estudos, no Instituto Sapientiae, revelam que pessoas que modificaram seus hábitos alimentares - reduzindo o consumo de fast food e bebidas alcoólicas - durante o tratamento de fertilização assistida, duplicaram suas chances de engravidar. A propósito, a fast food faz muito mal à saúde como um todo e tem levado a um aumento sem precedentes dos casos de obesidade e diabetes, impactando também o potencial de um casal gerar um bebê. Além das carnes que levam hormônios para ficarem mais tenras, os alimentos que levam gordura trans na composição representam um verdadeiro perigo para a saúde, podendo comprometer as futuras gerações.

O diabetes tipo 2, por exemplo, geralmente está associado à obesidade e resistência à insulina. Essas duas condições podem causar deficiência hormonal na mulher, assim como ciclo menstrual irregular e infertilidade. Já o diabetes tipo 1, que normalmente acomete pacientes jovens, ocorre quando as células no pâncreas que produzem insulina são destruídas por anticorpos. Esse processo também pode se estender a outros órgãos endócrinos - incluindo os ovários - e impossibilitar a gravidez.

Por fim, é importante saber que gestantes que não mantêm o diabetes bem controlado nas primeiras semanas de gravidez têm entre duas e quatro vezes mais chances de gerar uma criança com defeitos genéticos, estão mais sujeitas a hemorragias, abortos e partos prematuros. Também a fertilidade masculina é impactada pela obesidade e o diabetes, que resultam em maior quantidade de material defeituoso e, consequentemente, podem levar à infertilidade, problemas de gestação e abortos espontâneos, principalmente quando o paciente não sabe que está diabético. Estudos apontam que a cada seis casais em que um dos cônjuges é portador do diabetes tipo 2, pelo menos um precisa recorrer a técnicas de fertilização assistida.

(Fonte: info.abril)

Notícia boa! Chegamos aos 2.000 amigos!

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Diabéticos obesos têm nova indicação de cirurgia bariátrica

Diabéticos obesos têm nova indicação de cirurgia bariátrica

 

Novas recomendações do National Institute for Health and Care Excellence – Nice, do Reino Unido, sugerem que pacientes diabéticos tipo 2 com índice de massa corpórea (IMC) de 30 podem ser elegíveis à cirurgia bariátrica ou metabólica.

O órgão é o primeiro a sugerir a redução dos parâmetros. Até então, apenas pacientes com IMC acima de 35 e duas comorbidades, ou pacientes com IMC superior a 40, poderiam passar pelo procedimento. A recomendação foi realizada levando em conta o crescente número de diabéticos registrado nos últimos dez anos no Reino Unido. Essa sugestão de diretriz, a qual não é final, passará por consulta pública durante o período de um mês. Sua publicação deverá acontecer em novembro.

Diferentes estudos vêm confirmando que a cirurgia bariátrica/ metabólica pode gerar resultados além da perda de peso. Um estudo realizado no Brasil e publicado na revista científica Diabetes Care, com acompanhamento dos pacientes por até seis anos, demonstrou que a cirurgia bariátrica/ metabólica melhora o diabetes tipo 2 em pacientes com IMC de 30 a 35.

Um estudo publicado recentemente no Journal of the American Medical Association (Jama) reforçou as evidências de que o procedimento é eficaz no tratamento do diabetes tipo 2, mesmo em longo prazo. Segundo a pesquisa, a cirurgia aumenta a chance de regressão do diabetes e diminui as complicações da doença quando comparada ao tratamento com medicamentos.

(Fonte: Zero Hora)

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