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Torta light de banana

Torta light de banana

INGREDIENTES

2 ovos
150 g de margarina light
1 xícara (chá) de adoçante culinário
1 copo de leite desnatado
2 xícaras (chá) de farinha de trigo integral
½ xícara (chá) de amido de milho
½ colher (sopa) de fermento em pó

RECHEIO
10 bananas fatiadas
Canela em pó a gosto

MODO DE PREPARO
Bata no liquidificador todos os ingredientes líquidos.
Acomode o resultado em um bowl.
Adicione o restante dos ingredientes.
Em uma forma untada, coloque a metade da massa.
Acrescente o recheio.
Cubra com o restante da massa e leve ao forno por 30 minutos.

(Fonte: Lucilia Diniz)

 

'Obesos saudáveis' e 'magros doentes' têm maior risco de doença cardiovascular, diz estudo

'Obesos saudáveis' e 'magros doentes' têm maior risco de doença cardiovascular, diz estudo

Pesquisa indica que cálculo para o risco de eventos cardiovasculares é complexo: não depende apenas do peso, nem somente da ausência de condições como diabetes e colesterol alto.

Médicos não devem ignorar o risco de doenças cardiovasculares em indivíduos tidos como "obesos saudáveis" ou aqueles com "peso normal", mas com doenças metabólicas como diabetes, advertem pesquisadores da Universidade de Birmingham, no Reino Unido. O estudo foi publicado nesta segunda-feira (11) no "Journal of the American College of Cardiology".

Para os pesquisadores, dados indicam que o conceito de "obesidade saudável" deve ser visto com maior atenção porque esses indivíduos ainda estão em maior risco para doenças cardiovasculares. Um obeso é considerado saudável quando, apesar do peso elevado, não há indícios de doenças metabólicas como diabetes, hipertensão e colesterol elevado.
Do mesmo modo, o fato de uma pessoa ser magra não implica que ela esteja livre do risco de desenvolver doenças cardiovasculares. A pesquisa também apontou aumento de risco nesse grupo.

No estudo, cientistas analisaram registros de saúde de 3,5 milhões de adultos britânicos. A análise foi feita em duas etapas: primeiro, foram identificados indivíduos livre de doenças cardiovasculares; depois, pesquisadores reavaliaram o registro desses mesmos indivíduos 5 anos depois para verificar a ocorrência de alguma condição cardiovascular.

Depois da análise, indivíduos foram divididos em quatro grupos "fenotípicos": 1) Indivíduos abaixo do peso (Índice de Massa Corporal menor que 18.5); indivíduos com peso normal (IMC maior que 18, mas menor de 25); sobrepeso (maior que 25, mas menor que 30); e obesos (IMC maior que 30).

A pesquisa mostrou que indivíduos obesos "metabolicamente saudáveis" apresentam maior risco de doenças cardiovasculares em comparação com aqueles que também não possuem doenças metabólicas, mas têm peso normal.

Resultados mostraram que há um risco 49% maior de doença cardíaca coronária, 7% maior risco de doença cerebrovascular e um risco aumentado de insuficiência cardíaca de 96%. Ainda, pesquisadores demonstraram que indivíduos com peso normal, mas portadores de doenças metabólicas, também estão em maior risco.

As implicações práticas da pesquisa
Os dados indicam que médicos devem encorajar indivíduos obesos a perderem peso, mesmo que eles não tenham indicações de doença metabólica.
Do mesmo modo, o peso não deve ser o único indicador de risco de doença cardiovascular, já que magros com doenças metabólicas também estão em maior risco.

(Fonte: G1/Adaptada)

Dica de quarta: Consuma fibras

Dica de quarta: Consuma fibras

Comer na hora certa é o segredo para não engordar, diz estudo

Comer na hora certa é o segredo para não engordar, diz estudo

Não é segredo para ninguém que o que comemos influencia diretamente na saúde e na balança. No entanto, de acordo com um novo estudo publicado no periódico científico The American Journal of Clinical Nutrition, a hora em que fazemos as refeições também tem grande impacto na digestão e na dieta.

Pesquisadores do Brigham and Women’s Hospital, ligado à faculdade de medicina da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, confirmaram que alimentar-se pouco antes de dormir realmente afeta o metabolismo, tornando a pessoa mais propensa a engordar.

Hora certa
Os cientistas analisaram os índices de massa e gordura corporal e registraram o horário das refeições de 110 mulheres em idade universitária durante um mês. Esses dados foram comparados com o ciclo circadiano, ou relógio biológico, de cada participante, que pode ser determinado pelo horário de liberação da melatonina, hormônio responsável pela indução do sono.
Os resultados mostraram que aquelas com maiores índices de gordura corporal consumiam a maior parte de suas calorias diárias pouco antes de dormir, quando seu nível de melatonina estava mais alto. Por outro lado, aquelas com menores taxas de gordura tendiam a fazer a última refeição do dia horas antes de ir para a cama.

“Descobrimos que o momento da ingestão de alimentos em relação ao início da liberação de melatonina está associado a maiores índices de gordura e massa corporal do que uma hora do dia específica, quantidade ou composição dos alimentos consumidos”, concluiu McHill, no estudo.

Por isso, se você costuma dormir cedo, o ideal é jantar ainda mais cedo, independente da hora do dia – o mesmo vale para o almoço e o café da manhã. “O momento em que você consome calorias em relação ao seu relógio biológico pode ser mais importante para a saúde do que a hora marcada no relógio”, disse Andrew McHill, líder da pesquisa.

Quando devo comer?
De acordo com o estudo, se você acorda às sete da manhã e vai dormir às onze da noite, por exemplo, para que o metabolismo funcione de forma saudável o ideal é tomar o café da manhã às oito da manhã, almoçar ao meio dia, fazer um lanche por volta das 15 e 16 horas e jantar até as 20 horas, no máximo.

Dessa forma, a hora de cada refeição deve variar proporcionalmente conforme o horário em que você acorda e dorme.

(Fonte: Veja)

 

 

Obesidade e Sal

Obesidade e Sal

Que o excesso de sal favorece a hipertensão, todos nós já sabemos. E quanto a obesidade? Será que o excesso de sal também contribui para o ganho de peso?

Um estudo publicado na revista científica Hypertension confirmou essa hipótese. E ainda concluíram que a cada grama de sal consumida a mais aumenta em mais de 25% o risco de obesidade. Os pesquisadores fizeram o estudo com uma amostra de 1.234 pessoas, dentre elas 458 crianças e 785 adultos e os resultados deram positivos para ambos os grupos.

Os resultados entre as crianças e adultos foram bem próximos, para as crianças a cada grama a mais de sódio aumentou 28% o risco de desenvolver obesidade, com relação aos adultos esse risco foi de 26% para cada grama extra de sal consumida.

Nos resultados encontrados foi possível observar uma associação significativa entre o consumo de sal, porcentagem de gordura no corpo e a circunferência da cintura. Ou seja, o consumo excessivo de sal se refletia no aumento da circunferência da cintura e no aumento de gordura corporal das crianças e adultos observados. Um fato curioso na análise dos resultados é que o risco de obesidade ocorreu independentemente da quantidade de calorias ingeridas.

Porém, os cientistas ainda não compreendem qual o motivo do excesso de sal favorecer a obesidade, para isso são necessários mais estudos para chegarem a esse entendimento. De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, a quantidade recomendada de sal não deve ultrapassar 5 g por dia. O consumo médio do brasileiro é de 12 g diárias, ou seja, mais que o dobro da recomendação máxima. Uma estatística preocupante!

Além da obesidade, o consumo em excesso do sal pode levar ao aumento da pressão arterial, risco de doenças renais e cardiovasculares. Pode ainda promover retenção de líquido no corpo, deixando-o inchado e dando a sensação de ganho de peso. Então a solução é controlar!

Portanto não adicione-o quando a comida já estiver no prato, essa prática tende ao exagero desse ingrediente no alimento; Evite os alimentos industrializados, pois esses possuem grandes quantidade de sódio, sem falar nos muitos conservantes à base desse ingrediente, prefira sempre os alimentos naturais
Que tal umas dicas para substituir o sal nas preparações? Confira alguns temperos que deixam a comida muito mais saudável e saborosa. Eles são: alho, cebola, sálvia, louro, menta, manjericão, alecrim, salsinha, pimenta, coentro, hortelã, orégano, tomilho, açafrão e gengibre. Abuse desses temperos no preparo da sua refeição, eles ressaltam o sabor dos alimentos, levando você a adicionar menos sal na preparação.

(Fonte: Vida Funcional)

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