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Cortar glúten sem precisar pode colocar o coração em risco

Cortar glúten sem precisar pode colocar o coração em risco

A onda de tirar o glúten da dieta com o objetivo de consumir menos calorias foi – e ainda é – grande. E, cada vez mais, a ciência vem mostrando que a medida é um erro. Além de não haver comprovação de que parar de comer a proteína do trigo emagrece, estudos recentes vêm mostrando que a falta do nutriente pode causar problemas como diabetes e doenças do coração.

É o caso de uma pesquisa publicada no dia 2 de maio de 2017 na revista científica BMJ. Os estudiosos do Massachusetts General Hospital e da Universidade Harvard, ambos nos Estados Unidos, notaram que muitas pessoas que eliminam o glúten do cardápio acabam comendo menos grãos integrais e outros alimentos fontes de fibras, que são essenciais na prevenção de problemas cardiovasculares.

Para o estudo, os cientistas analisaram dados de 64.714 mulheres e 45.303 homens sem histórico de doença coronária. Em 1986, os participantes preencheram um questionário sobre seus hábitos alimentares e fizeram atualizações a cada quatro anos até 2010. E foi aí que os experts notaram o comportamento daqueles que param de comer a proteína por conta própria.

Os pesquisadores ponderam que é preciso investigar mais a fundo a relação entre a retirada do glúten do menu e o aumento do risco de piripaques no peito. Mas, se você não tem doença celíaca e pretende parar de comer a proteína do trigo, é bom consultar um médico ou nutricionista para adotar mudanças corretas e que não vão colocar seu coração na corda bamba.

(Fonte: Boa Forma)

 

Dica de quarta: Sorria mais!

Dica de quarta: Sorria mais!

Flutuações do peso corporal aumentam risco de doença coronariana

Flutuações do peso corporal aumentam risco de doença coronariana

É sabido que a flutuação do peso corporal é um fator de risco para morte e eventos coronarianos em pacientes sem doença cardiovascular. Não se sabe se a variabilidade no peso corporal afeta os resultados em pacientes com doença arterial coronariana.

Pesquisadores da New York University School of Medicine determinaram as flutuações intraindividuais do peso corporal a partir do peso inicial (início do estudo) e do peso corporal nas visitas de acompanhamento e realizaram uma análise post hoc do estudo Treating to New Targets, que envolveu avaliação da eficácia e segurança da redução dos níveis do LDL-colesterol com o uso de atorvastatina.

O desfecho primário foi qualquer evento coronariano (um composto de morte por doença coronariana, infarto do miocárdio não fatal, parada cardíaca com ressuscitação, revascularização ou angina). Os desfechos secundários foram qualquer evento cardiovascular (um composto de qualquer evento coronariano, um evento cerebrovascular, doença vascular periférica ou insuficiência cardíaca), morte, infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral.

Entre os 9.509 participantes, após ajustes para fatores de risco, níveis lipídicos iniciais, peso corporal médio e variação de peso, cada aumento de um desvio padrão (DP) na variabilidade do peso corporal (medido de acordo com a variabilidade média sucessiva e utilizado como covariável dependente do tempo) foi associado a um aumento no risco de qualquer evento coronariano.

Entre os pacientes do quintil com maior variação de peso corporal, o risco de evento coronariano foi 64% maior, o risco de evento cardiovascular 85% maior, a ocorrência de morte 124% maior, de infarto do miocárdio 117% maior e de acidente vascular cerebral 136% maior do que entre aqueles no quintil com menor variação no peso corporal em modelos ajustados.

Concluiu-se que, entre os participantes com doença arterial coronariana, a flutuação no peso corporal foi associada a maior mortalidade e a maior taxa de eventos cardiovasculares independente dos tradicionais fatores de risco cardiovasculares.

(Fonte: News Med/Adaptado)

Obesidade abdominal gera mais risco de AVC isquêmico em mulheres, diz estudo

Obesidade abdominal gera mais risco de AVC isquêmico em mulheres, diz estudo

A obesidade abdominal aumenta o risco de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico, principalmente em mulheres, enquanto um maior índice de massa corporal (IMC) age como fator de proteção nos homens, de acordo com um estudo liderado pelo Hospital do Mar, em Barcelona, na Espanha. A informação é da Agência EFE.

Conforme a investigação, que teve a participação de 388 pacientes com isquemia e 732 voluntários saudáveis, a obesidade abdominal seria uma medida melhor para prever o risco de isquemia do que o IMC, sobretudo nas mulheres. Os resultados foram publicados na revista European Journal of Neurology.

O trabalho concluiu que as medidas de gordura abdominal servem para prever o risco de sofrer um AVC. O acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) acontece quando uma parte do cérebro deixa de receber sangue subitamente pelo fechamento de alguma de suas artérias. Segundo os pesquisadores, entre os fatores de risco estão as interações ambientais, genéticas e sistêmicas, como a obesidade.

Geralmente as mulheres apresentam uma maior percentagem de gordura corporal, mas o acúmulo na zona abdominal é mais comum nos homens e propõe medir a obesidade abdominal em vez de avaliar a gordura corporal global através do IMC para prever o risco de isquemia.

O motivo é que o perímetro de cintura reflete melhor o grau de adiposidade do que o IMC, principalmente no sexo feminino. Dados estatísticos mostram que um maior IMC previne o risco de AVC em homens, o que concorda com o denominado 'paradoxo da obesidade ', que relaciona a obesidade com uma menor mortalidade e recorrência de isquemia.

O IMC não é um indicador confiável para o prognóstico do risco de isquemia, já que informa o peso, mas o peso pode ser devido à gordura - que é a que aumenta o risco de ter isquemia - e a massa magra. Pessoas muito corpulentas e com muita massa muscular podem ter um IMC muito elevado e não ter gordura.

Nesta investigação, os médicos calcularam o IMC e a obesidade abdominal - esta última, mede a circunferência da cintura e a relação cintura/altura - dos 1.120 participantes. Tantos os pacientes quanto o grupo de controle mostraram IMCs parecidos, embora a circunferência de cintura e a relação cintura/altura fossem maior nos pacientes com isquemia.

Até agora, estudos anteriores tinham associado claramente a obesidade com doenças cardiovasculares, mas não com o risco de AVC isquêmico.

(Fonte: EBC/Adaptada)

 

 

Hambúrguer light de frango

Hambúrguer light de frango

- INGREDIENTES:

200 g de peito de frango moído
½ ovo batido
1 colher (chá) de curry
1 colher (café) de sal
10 gotas de molho de pimenta Tabasco
½ cebola picada
2 dentes de alho picados
1 colher (chá) de tomilho
1 colher (chá) de cebolinha
½ tomate picado
½ pimenta dedo de moça picada
1 fio de azeite

Molho:
100 ml de leite desnatado
1 colher (chá) de alcaparras picadas
Suco de 1 limão
1 colher (café) de agar agar
Sal a gosto

- MODO DE PREPARO:

Em um bowl, junte o ovo o frango moído.
Tempere com curry e sal e misture bem.
Em uma panela, refogue o alho e a cebola no azeite.
Deixe por um minuto até murchar.
Desligue o fogo.
Junte a pimenta, o tomilho, a cebolinha e o tomate.
Acrescente o frango e mexa bem.
Com um aro dê forma aos hambúrgueres.
Frite-os em uma frigideira antiaderente (dois minutos de cada lado).

Molho
Em uma panela, coloque o leite para ferver.
Junte o agar agar e misture bem até dissolver.
Acrescente a alcaparra picada e o limão.
Tempere com sal.
Sirva a parte com os hambúrgueres.

(Fonte: Lucilia Diniz)

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