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4 mitos sobre pães desvendados pela ciência

4 mitos sobre pães desvendados pela ciência

Não tem como negar, um bom pão pode melhorar nosso humor e aquecer o coração. É o abraço em forma de alimento. Pensando nisso, o cientista de alimentos Nathan Myhrvold, criou o livro "Modernist Bread: A Arte e Ciência do Pão", uma mini-enciclopédia sobre os mistérios e a ciência de fazer pão, onde o autor consegue desvendar mitos e expor muitas curiosidades sobre esse tema. Abaixo, veja algumas descobertas que Nathan fez sobre os pães:

1. Integral não é necessariamente melhor que pão branco
Você deve estar pensando como isso pode ser possível! Em sua pesquisa, Nathan observou que nosso organismo não consegue absorver todos os nutrientes apresentados em grãos integrais. "A principal diferença entre grãos integrais e refinados é o farelo de trigo, que consiste principalmente de fibra e que passa indigestamente pelos intestinos", diz ele.

"Em particular, um conjunto de compostos em farelo chamados fitatos tem uma forte capacidade de bloquear nutrientes como o ferro de ser absorvido", destaca. O fitato aumenta a eliminação de cálcio pelas fezes. No entanto, isso não significa que grãos integrais devem deixar de ser ingeridos. "Em casos de pessoas que já tenham doenças nos ossos, uma boa alternativa é ter uma alimentação com bastante frutas, vegetais e legumes, o que garantirá o pH ácido ao estômago - condição necessária para a boa absorção do cálcio", diz a nutricionista Sandra da Silva Maria.

2. Pão nunca deve ficar na geladeira
A geladeira é um ótimo lugar para manter seus alimentos frescos, mas e o pão? Ao contrário do que muita gente pensa, não, esse item não deve ser refrigerado. Na verdade, as baixas temperaturas podem fazer o pão envelhecer mais rápido. Então, onde você deveria guardar seu pão para evitar o endurecimento? De todas as opções de armazenamento de pães hermeticamente fechados, os testes revelaram que o plástico transparente funciona da melhor maneira possível para evitar que o seu pão endureça ou pegue umidade. Para garantir que fique sempre fresquinho, o congelador é o único lugar para guardar o pão por um longo período. Nathan sugere guardar o pão em porções que você irá consumir por dia, depois embrulhá-los duas vezes em plástico - assim você pode descongelar somente o que precisa.

3. Existe uma forma de deixar o pão sem glúten mais saboroso
Abrir mão do glúten não deveria significar desistir de um pão delicioso. Infelizmente, os pães sem glúten são notoriamente mais firmes do que os feitos com farinha. Isso porque as proteínas do trigo fornecem a estrutura para a massa do pão, que permite que ela se expanda e cresça, dando a leveza que a gente tanto ama. Sem glúten, os pães são inevitavelmente mais densos, mais esfarelados e menos fofinhos do que os pães tradicionais. Felizmente, depois de muita experimentação, Nathan descobriu um truque simples para tornar as fatias sem glúten mais palatáveis: torrá-las. A pesquisa descobriu que torrar o pão antes de servir quase sempre melhora a textura.

4. Sem glúten não significa low carb
Evitar o glúten pode parecer uma maneira fácil de reduzir os carboidratos em uma dieta low carb, mas isso nem sempre é o caso. Muitas alternativas ao glúten têm carboidratos ricos em amido, como farinha de arroz, amido de batata e farinha de tapioca. E o pão sem glúten pode até causar um aumento nos níveis de açúcar no sangue maior do que o pão normal. De acordo com a pesquisa de Nathan e sua equipe, a rede de proteínas do glúten protege os grânulos de amido de serem quebrados por enzimas no intestino delgado. Assim, quando a rede está ausente, as enzimas podem digerir o amido em açúcares, que entram na corrente sanguínea. Portanto, antes de comprar pão sem glúten do mercado, verifique os ingredientes e o rótulo nutricional para se certificar de que é um produto adequado para o seu objetivo.

(Fonte: Minha Vida)

 

Ômega-6 afastaria o diabetes

Ômega-6 afastaria o diabetes

Essa gordura não tão festejada parece ter agora motivos para se gabar contra a glicemia alta. Será que ela ajuda no tratamento?
Uma revisão australiana de 20 estudos englobando dados de 39 740 pessoas concluiu que, quanto maior o consumo de ácido linoleico (uma versão do ômega-6), menor o risco de encarar o diabetes tipo 2. Já o ácido araquidônico, substância originada a partir dessa gordura – e muito associada a processos inflamatórios -, não traria riscos nem benefícios nesse contexto.

Os diferentes ômegas
Ômega-3: é reconhecido pela ação anti-inflamatória. Chia, linhaça, nozes, óleo de canola e peixes de água fria são as principais fontes.

Ômega-6: o ideal seria ingerir três partes dele para uma de ômega-3. Mas estima-se que chegamos a 50 partes para uma, o que contribuiria para estados inflamatórios.

Ômega-9: outra gordura com habilidade para barrar inflamações. Está no azeite de oliva, no óleo de canola, no abacate e no amendoim.

(Fonte: Saúde/Adaptado)

 

Panqueca de batata doce

Panqueca de batata doce

-INGREDIENTES 
1 batata doce grande cozida
1 ovo inteiro
1 clara

- MODO DE PREPARO 
Coloque uma batata doce já cozida coloque no liquidificador.
Junte o ovo e uma clara.
Bata bem até obter uma massa homogênea.
Em uma frigideira aquecida em fogo baixo, coloque um pouco da massa.
Deixe por um minuto e vire com uma espátula.
Deixe por mais um minuto e retire.
Sirva com calda natural de frutas de sua preferência.

(Fonte: Lucilia Diniz)

Para onde vai a gordura que queimamos quando fazemos exercício?

Para onde vai a gordura que queimamos quando fazemos exercício?

Vejamos se você consegue acertar uma pergunta que quase 150 médicos, nutricionistas e preparadores físicos responderam erroneamente.
Quando alguém faz exercício e perde peso, para onde vai a gordura perdida?

As opções são:

A gordura se converte em energia ou calor;
A gordura se transforma em músculo;
A gordura se torna dióxido de carbono e água.
Se você respondeu as opções 1 ou 2, não se preocupe: você está no mesmo grupo de 147 especialistas que também erraram um questionário feito pelo cientista Ruben Meerman, pesquisador da Escola de Ciências Biomoleculares da Universidade de New South Wales, na Austrália.

A resposta mais comum foi a de que a gordura se converte em energia. O problema é que isto vai de encontro à lei da conservação da matéria, à qual obedecem todas as reações químicas.

Sobre a opção 2, Meerman diz que é impossível que a gordura se transforme em músculo.
A resposta correta é a 3, refletindo a função dos pulmões como o "principal órgão excretor de gordura", segundo explica Meerman em um estudo publicado no periódico "British Medical Journal" em 2014.
"A água formada pode ser expulsa através da urina, das fezes, do suor, da respiração ou de outros fluidos corporais".
"Se você perde 10 quilos de gordura, 8,4 sairão por meio dos pulmões e os 1,6 quilos restantes se tornarão água", escreveu Meerman em meados de março no portal "The Conversation".
"Em outras palavras, praticamente exalamos todo o peso que perdemos".
Por que os médicos erraram?
Dos 150 especialistas consultados, apenas 3 responderam corretamente.

Meerman conduziu a consulta entre especialistas australianos, mas, segundo falou à BBC Mundo (serviço em espanhol da BBC), a mesma concepção equivocada é compartilhada nos Estados Unidos, Reino Unido e em vários países europeus.

"A forma como as universidades atualmente ensinam sobre o metabolismo se centra exclusivamente na energia na molécula metabolizada", explicou Meerman à BBC Mundo.

Meerman se refere a isto como o "mantra da energia que entra - energia que sai". Em seu estudo, ele menciona que os cursos de bioquímica nas escolas focam muito na produção de energia.

Exalar gordura
O pesquisador defende também que, além das comidas e bebidas que ingerimos, também devemos levar em conta o oxigênio que inalamos.

Por exemplo, se no seu corpo ingressam 3,5 quilos de comida e água, mais 500 gramas de oxigênio, no total são 4 quilos que devem sair.

"Do contrário, se ganharia peso", escreve Meerman.

Segundo ele, "perder peso requer desbloquear o carbono armazenado nas células de gordura".

Ao respirar, produzimos gás carbônico, então, se respiramos mais, perdemos mais desta gordura convertida em carbono?

"Infelizmente, não", diz Meerman. "Respirar mais do que o necessário só causará hiperventilação, levando apenas a náuseas ou um desmaio".

"A única maneira pela qual você conscientemente pode aumentar a quantidade de dióxido de carbono produzida pelo seu corpo é movendo os músculos".
Além dos exercícios, Meerman menciona outras formas por meio das quais produzimos dióxido de carbono.

Por exemplo, uma pessoa com 75 quilos produz cerca de 590 gramas de dióxido de carbono em repouso.
Dormindo, uma pessoa exala cerca de 200 gramas de dióxido de carbono. Por outro lado, somente o fato de uma pessoa se vestir faz dobrar o ritmo do metabolismo. Caminhar, cozinhar ou varrer triplica.

Assim, a chave para perder peso está em "comer menos e se mover mais".

(Fonte: Bem Estar/Adaptado) 

 

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