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O 'vilão' da cozinha apontado pelos médicos como principal causa da epidemia global de obesidade

O 'vilão' da cozinha apontado pelos médicos como principal causa da epidemia global de obesidade

Hoje em dia, no entanto, ele é tão abundante e barato que o usamos sem restrições em tudo: desde o tempero da salada às frituras.

Isso não se limita à culinária: o óleo é também um ingrediente comum da maior parte dos produtos que compramos no supermercado.

Na verdade, o óleo vegetal, especialmente o de soja e o de palma (ou dendê), está entre os oito ingredientes - os outros sendo trigo, arroz, milho, açúcar, cevada e batata - que fornecem 85% das calorias consumidas mundialmente.
A cada dia que passa, não importa o país em que vivemos, todos temos uma dieta parecida - rica em calorias e pobre em nutrientes.

Calorias muito baratas
A produção de óleos vegetais e as culturas oleaginosas cresceram consideravelmente nas últimas três décadas.
Esse crescimento foi incentivado por uma combinação de acordos comerciais, que tornaram mais barato e fácil exportar e importar óleo, e políticas governamentais. Por exemplo, os subsídios em países como Malásia e Indonésia, destinados a aumentar a produção para exportação, ajudaram a baixar o preço do óleo vegetal.

'Globalização social'
No entanto, isso é desmentido por um recente estudo da London School of Economics (LSE), que analisou 26 países entre 1989 e 2005, período de grande expansão da globalização.

A pesquisa concluiu que a chamada "globalização social" - as mudanças na maneira como trabalhamos e vivemos - é o que está nos tornando gordos, e não a maior oferta de alimentos baratos e mais calóricos.

(Fonte: Bem Estar/Adaptado)

 

O perigoso efeito colateral da dieta sem glúten: diabetes

O perigoso efeito colateral da dieta sem glúten: diabetes

O glúten, proteína presente em cereais como trigo, centeio e cevada, assumiu o posto de vilão da saúde e da dieta. Após diversas celebridades, como a atriz Gwenethy Paltrow e a estilista e ex-Spice Girl Voctoria Beckham, e adeptos da onda “fitness” atribuírem seus corpos magros à dieta sem glúten, especialistas iniciaram um movimento para provar que a substância é prejudicial à saúde e à boa forma. No entanto, agora começam a aparecer os primeiros estudos sobre os “efeitos colaterais” dessa moda.

No mais recente deles, pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, concluíram que pessoas que eliminaram o glúten da dieta estão mais propensas a desenvolver diabetes tipo 2. A proteína de fato pode ser prejudicial ao organismo – mas, comprovadamente, apenas entre aqueles que sofrem de doença celíaca, que afeta uma em cada 200 pessoas no mundo. No entanto, muitas pessoas sem o problema começaram a seguir uma dieta ‘gluten free’ (sem glúten) acreditando que ser melhor para a saúde e forma física.

Com o objetivo de avaliar se o consumo de glúten afetava a saúde das pessoas que não tinham a doença celíaca, mas insistiam em eliminá-lo da alimentação, Geng Zong, pesquisador do Departamento de Nutrição da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, analisou o consumo de glúten e a saúde de 200.000 pessoas, acompanhadas durante 30 anos. Nesse período, foram descobertos mais de 15.000 casos de diabetes tipo 2 entre os participantes.

Associação entre o glúten e o diabetes
Os resultados mostraram que quem consumiu mais de 12 gramas de glúten por dia, tinha menos risco de desenvolver diabetes tipo 2. Por exemplo, as pessoas que ingeriram a maior quantidade de glúten tinham uma probabilidade 13% menor de desenvolver diabetes tipo 2 do que aquelas que consumiam a menor (até 4 gramas por dia).
O estudo concluiu também que quem tirou a proteína da dieta, acabou consumindo menos fibras, e consequentemente predisposto a aumentar as chances do diabetes. “Alimentos sem glúten geralmente têm menos fibra e outros micronutrientes, o que os torna menos nutritivos, além de custarem mais. Pessoas sem doença celíaca deve reconsiderar a decisão de limitar seu consumo de glúten principalmente no que diz respeito à prevenção de doenças crônicas como o diabetes.”, disse Zong.

(Fonte: Veja/Adaptado)

Berinjela laminada

Berinjela laminada

- INGREDIENTES:

1 berinjela cortada em lâminas no sentido do comprimento
(atenção para mantê-las unidas em uma das extremidades, como na foto)
1 xícara (chá) de molho de tomate
2 fatias de queijo muçarela light
4 fatias finas de ricota light
5 fatias finas de tomate
1 colher (sopa) de queijo parmesão light ralado
1 colher (sopa) de farinha de linhaça
1 colher (sopa) de azeite
Cebola e alho desidratados
Manjericão a gosto
Sal a gosto

- MODO DE PREPARO:

Em um bowl, misture a farinha com o parmesão ralado e reserve. Em uma assadeira, coloque o molhe de tomate. Sobre o molho, arrume a berinjela, abrindo as fatias como um leque. Entre as fatias da berinjela, intercale as fatias de muçarela, ricota e tomate. Regue com azeite. Salpique a cebola e o alho desidratados. Tempere com sal e pimenta. Cubra com papel alumínio e leve ao forno por 20 minutos ou até ficar macia. Retire o forno e salpique a mistura de farinha com queijo parmesão. Retorne ao forno sem o papel alumínio por mais 10 minutos ou até gratinar. Sirva em seguida.

(Fonte: Lucilia Diniz)

Brasil quer reduzir em 30% o consumo de refrigerante e frear obesidade até 2019

Brasil quer reduzir em 30% o consumo de refrigerante e frear obesidade até 2019

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, apresentou nesta terça-feira (14) três novos compromissos do governo para diminuir a obesidade no Brasil. As metas da pasta fazem parte dos eventos da Década das Ações das Nações Unidas para a nutrição, que visa o acesso universal a dietas mais saudáveis e sustentáveis para os países da América Latina e do Caribe.

As metas do governo são:
Deter o crescimento da obesidade na população adulta até 2019;
Reduzir em 30% o consumo de refrigerantes e sucos artificiais;
Aumentar em 17,8% o consumo de frutas e hortaliças.

Barros afirmou que vai discutir com o ministro da Educação, Mendonça Filho, uma forma de o Ministério da Saúde oferecer aos alunos de escolas públicas campanhas para estimular o consumo de alimentação saudável.

"Isso vai permitir que as crianças sejam orientadas nesta questão da alimentação, no exercício físico, e também sejam qualificadas a manusear os alimentos”, disse o ministro.

De acordo com o governo, os números de obesidade no país ultrapassam a marca de pessoas com fome. "Nosso desafio agora é inverso: é preciso ensinar a população a descascar mais e desembalar mais".

O evento Década das Ações das Nações Unidas para a Nutrição foi lançado no ano passado pela Organização das Nações Unidas (ONU). No encontro desta quinta, representas do órgão alertaram sobre a transição alimentar que os países da América Latina passam. Segundo uma pesquisa divulgado em 2016 que 58% da população da América Latina está com sobrepeso e 23% está obesa.

(Fonte: Bem Estar)

Dica de quarta: Afinal, ovo pode?

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