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Panqueca de quinoa com espinafre e queijo

Panqueca de quinoa com espinafre e queijo

-INGREDIENTES
2 ovos
3 colheres (chá) de manteiga light
1 copo (240 ml) de leite desnatado
3 colheres (sopa) de farinha de trigo integral
1 colher (sopa) de farinha de trigo branca
5 colheres (sopa) de quinoa em flocos
½ colher (chá) de sal

-RECHEIO
½ cebola picada
1 maço de espinafre lavado e picado
2 fatias grossas de queijo branco light picado
Sal a gosto

- MODE DE PREPARO
No liquidificador, bata por 2 minutos os ovos, a manteiga, o leite, as farinhas, a quinoa e o sal.
Coloque uma concha da massa em uma frigideira antiaderente preaquecida e espalhe bem.
Doure os dois lados. Repita a operação até acabar a massa.

RECHEIO
Refogue a cebola e, em seguida, acrescente o espinafre.
Deixe refogar e escorra a água que soltar da verdura.
Junte o queijo e refogue por mais 2 minutos.
Bata no liquidificador ou processador até formar um creme homogêneo e tempere com sal.
Recheie as panquecas e sirva.

(Fonte: Lucília Diniz)

 

Horário das refeições pode influenciar o emagrecimento

Horário das refeições pode influenciar o emagrecimento

Estudo indica que almoçar mais cedo favorece a perda calórica

Pesquisadores do Brigham and Womens Hospital (EUA), em colaboração com a University of Murcia e a Tufts University, na Espanha, descobriram que não é simplesmente o que você come, mas também quando você come que pode ajudar no emagrecimento. O estudo foi publicado dia 29 de janeiro no International Journal of Obesity.

Para avaliar a influência do horário das refeições na perda de peso, os cientistas acompanharam 520 participantes com excesso de peso que seguiram um programa de 20 semanas de tratamento para obesidade. As pessoas foram divididas em dois grupos: aquelas que comiam mais durante a manhã e as que preferiam comer em horários mais tardios - a refeição de referência foi o almoço. O primeiro grupo almoçou em qualquer momento antes das 15 horas, enquanto o segundo grupo fez a refeição após esse horário. Todos os participantes deveriam consumir no almoço 40% das calorias totais do dia.

Analisando os resultados, os autores descobriram que as pessoas que comeram mais cedo perderam mais peso durante o mesmo período do que aquelas que comeram mais tarde. Os especialistas explicam que o metabolismo das pessoas que comeram após as 15 horas era mais lento, tornando o ritmo de perda de peso igualmente mais baixo. Esse grupo também mostrou uma maior sensibilidade à insulina, um conhecido fator de risco para diabetes.

Os estudiosos notaram que o horário das demais refeições não desempenhava um papel tão significativo na perda de peso. Os pesquisadores também examinaram outros fatores tradicionais que atuam na perda de peso, como a ingestão de calorias totais, os hormônios do apetite leptina e grelina e a duração do sono. Entre esses fatores, os pesquisadores não encontraram diferenças entre os dois grupos, o que sugere que o momento da refeição foi um fator importante e independente no sucesso da perda de peso.

Sete atitudes para tornar a sua dieta mais empolgante
Fazer uma reeducação alimentar costuma gerar uma sensação de privação para aqueles que seguem a dieta e as orientações do nutricionista à risca. A mudança de hábitos, porém, deve ser gradual: escolhendo melhor as refeições e não abdicando dos pequenos prazeres à mesa, só que tudo na quantidade certa. Além disso, ao tornar o regime mais agradável, o comprometimento com a perda de peso aumenta e o objetivo é alcançado com maior facilidade. Saiba sete maneiras criativas para tornar a sua dieta ainda mais eficaz:
1. Programar um timer
2. Explorar novos sabores
3. Criar recompensas
4. Escolher pratos e copos bonitos e reduzir o tamanho deles
5. Tirar fotos do antes e depois
6. Criar um diário alimentar ou blog
7. Organizar a cozinha de maneira criativa e prática

(Fonte: Minha Vida)

Dica de quarta: Amamentar emagrece?

Dica de quarta: Amamentar emagrece?

Dificuldade para perder peso? O café pode ser o vilão

Dificuldade para perder peso? O café pode ser o vilão

Se você está enfrentando dificuldades para perder peso, cortar o café da dieta talvez ajude. Pode ser mais difícil para os amantes da cafeína, mas, de acordo com um novo estudo publicado no periódico científico Journal of Food Science, o café pode aumentar a vontade de comer doces.

Além disso, o fato de a cafeína deixar as pessoas mais alertas pode reduzir a percepção do sabor doce nas papilas gustativas, fazendo com que consumam mais açúcar, segundo informações do site britânico Daily Mail.

O estudo
Pesquisadores da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, analisaram 107 voluntários, que foram divididos em dois grupos. O primeiro recebeu um café descafeinado com um suplemento de cafeína de 200 miligramas.

O outro grupo também recebeu café descafeinado, com a adição de uma substância que simulava o mesmo sabor da bebida anterior, mas sem a cafeína. Em ambos os casos, as bebidas foram adoçadas com açúcar.

Cafeína = alteração
Depois de tomarem as bebidas, todos os participantes completaram exames sensoriais para avaliar quais poderiam ser as alterações no sabor. Os resultados mostraram que os voluntários que tomaram a bebida com o suplemente do cafeína acharam que ela tinha um sabor menos doce, em comparação com os que tomaram o café sem cafeína. Lembrando que ambos tinham a mesma quantidade de açúcar e, na prática, o mesmo sabor.

Os pesquisadores acreditam que a capacidade da cafeína em amortecer os receptores do sabor, leva ao estado de alerta, mas também reduz a percepção das pessoas sobre a doçura dos alimentos. Isso poderia fazer com que elas tenham uma ânsia maior por esses sabores e acabem consumindo uma quantidade maior de doces.

“Quando você bebe a cafeína, ela muda o modo como você percebe o gosto dos alimentos pelo tempo que o efeito durar. Então, se você comer logo após ingerir um café ou outras bebidas com cafeína, provavelmente vai perceber a comida de maneira diferente”, disse Robin Dando, principal autor do estudo, ao Daily Mail.

Efeito placebo
Além da relação com o sabor, os participantes mostraram o mesmo nível de alerta, normalmente associado à cafeína, ao ingerir ambas as bebidas. Segundo os cientistas, isso fortalece a crença de que o café tem um efeito energético placebo.

“O ato de beber café, com seu aroma e sabor, geralmente é seguido de uma sensação de alerta. Entretanto, os voluntários sentiram-se mais despertos mesmo quando a cafeína não estava lá”, disse Dando. “O que parece ser importante é a própria ação em si. Apenas pensar que beber o café fará você se sentir mais acordado, faz você se sentir mais acordado.”

(Fonte: Veja)

Obesidade: ‘falsos magros’ precisam ter atenção à gordura e onde ela se deposita

Obesidade: ‘falsos magros’ precisam ter atenção à gordura e onde ela se deposita

Se você não entende (e tem até raiva) de quem só come besteira e não engorda, não se aflija. As aparências enganam e, por trás de uma bela silhueta, podem estar altos riscos de doenças compatíveis com a obesidade. Algumas das razões seriam altas taxas de gordura, como ela se acumula no corpo e a proporção entre ela e o peso total. Os aspectos, entretanto, não são avaliados pelo Índice de Massa Corporal (IMC) — usado para avaliar perfis nutricionais de populações.

Diante disso, o índice, que relaciona apenas peso e altura, não deve, alertam especialistas, ser o único medidor para avaliar um indivíduo. O ideal é aliar a outras ferramentas.
Segundo um artigo publicado na revista “Frontiers in Public Health”, em países desenvolvidos, até 90% dos homens, 80% das mulheres e 50% das crianças têm percentual de gordura prejudicial.

A verdade é que os “falsos magros” podem até ter um IMC na média, mas também podem estar na faixa de risco.
Muita gordura e pouca massa magra? Cuidado!

As razões para explicar por que existem “falsos magros” envolvem fatores genéticos e outros, relacionados aos maus hábitos, como consumo exagerado de produtos industrializados e gordurosos e nenhuma atividade física.

Quem tem alto percentual de gordura e não aparenta tem quantidade de massa magra inadequada — e para aumentá-la, precisa de exercício físico.

— Em regiões metropolitanas, o IMC normal, mas com percentual de gordura alto, tem relação com sedentários. No interior, isso ocorre pela carência nutricional: muita oferta de carboidrato e pouca de proteína. Esses fatores fazem com que não haja desenvolvimento muscular adequado.

Entre as possíveis complicações de uma pessoa com IMC bom, mas altos índices de gordura e pouca massa magra, estão problemas metabólicos, hepáticos, cardíacos, aumento de lipidemia (gordura saturada no sangue), do colestrol e de triglicerídeo e até de alguns tipos de câncer.
IMC
Mesmo reconhecido pela Organização Mundial da Saúde como a principal referência para faixas de peso, não deve ser o único parâmetro para riscos ligados à obesidade. Para medir, a fórmula é o valor do peso dividido por altura ao quadrado. Se o resultado for menor que 18, está abaixo do peso. Entre 18,5 e 24,49, normal. Entre 25 e 29, 9, tem sobrepeso. Se estiver entre 30 e 35, está obeso.

No consultório
É possível, com um aparelho que é como uma pinça, fazer medição de pregas cutâneas. São pinçamentos em locais específicos do corpo, como abdômen e coxa, para estimar o percentual de gordura.

Bioimpedância
Aparelho específico para medir composição corporal, emite laudo com IMC, massa magra, quantidade de água corporal e média de gordura por parte do corpo. Ajuda a tirar a dúvida do “falso magro”.

(Fonte: Extra/Adaptado)

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