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Sopa de palmito, shiitake e camarão à moda oriental

Sopa de palmito, shiitake e camarão à moda oriental

- INGREDIENTES:

100 g de palmito fresco
100 g de camarão
60 g de shiitake fresco
5 g de hondashi (caldo de peixe em pó)
30 g de broto de feijão
10 g de cebolinha verde
20 ml de shoyo
20 ml de vinho branco
Pimenta togarashi a gosto
800 ml de água

- MODO DE PREPARO:
cortar o palmito em forma de Spaguetti. Saltear os camarões em óleo e reservar. Prosseguir na mesma panela adicionando água, caldo de peixe, shoyo e vinho branco. Deixar ferver. Colocar o palmito e o shiitake para cozinhar neste caldo por cinco minutos. Retornar os camarões a sopa. Finalizar com os brotos de feijão in natura e salpicar a cebolinha.

(Fonte: Terra)

 

Anticorpo reduz osteoporose e obesidade em teste com camundongos na menopausa

Anticorpo reduz osteoporose e obesidade em teste com camundongos na menopausa

Utilizando um modelo de camundongos desenvolvido para estudar efeitos da menopausa, um grupo internacional de cientistas conseguiu selecionar um anticorpo que aumenta a massa óssea e reduz a gordura corporal dos animais. De acordo com os cientistas, ainda será preciso fazer mais estudos para saber se é possível produzir um anticorpo análogo em humanos, mas, em tese, o estudo abre caminho para o desenvolvimento de uma droga para prevenir a osteoporose e o ganho de peso pós-menopausa – e também para tratar a obesidade em geral. A pesquisa foi realizada por um grupo de cientistas dos Estados Unidos, Holanda, China e Reino Unido. Os resultados foram publicados hoje na revista Nature.

Segundo o estudo, uma terapia com esse tipo de anticorpo também teria potencial para reduzir os efeitos da síndrome metabólica – que inclui sintomas como pressão alta e colesterol –, do diabetes e das doenças cardiovasculares, além de deter a síndrome do ovário policístico.

A menopausa está associada à perda óssea e ao aumento da gordura visceral. Mostramos que um anticorpo cujo alvo é o FSH aumentou a massa óssea e reduziu brutalmente o tecido adiposo em camundongos. O estudo revela oportunidades para tratar simultaneamente a obesidade e a osteoporose.

No experimento descrito no artigo, os cientistas injetaram o anticorpo em camundongos fêmea cujos ovários foram removidos a fim de simular os efeitos da menopausa. O anticorpo também foi testado em animais que foram alimentados com uma dieta de alto teor gorduroso. Nos dois casos, o anticorpo produziu uma considerável perda de peso e ganho de massa óssea.
Imediatamente após a menopausa, os níveis do FSH disparam. Nesse período a perda óssea ocorre mais rapidamente, já que também há uma redução do estrogênio, um hormônio que fortalece os ossos . Por isso a osteoporose afeta tanto as mulheres após a menopausa.

Nesse estágio da vida, também há um brutal crescimento da gordura visceral, que coincide com um desequilíbrio das energias e uma redução das atividades físicas.
Mas se a redução do estrogênio explica a perda de massa óssea, seus efeitos no aumento da gordura visceral e no desequilíbrio do metabolismo são mais incertos. Por isso decidimos investigar se, focando no FSH, podíamos impedir a perda óssea, mas também reduzir a gordura visceral e melhorar o equilíbrio energético.

Um dos resultados mais importantes do estudo, é que o anticorpo foi capaz de reduzir a gordura visceral em camundongos normais submetidos a uma dieta gordurosa.
Isso abre caminho para descobrirmos uma maneira de combater a epidemia de obesidade em geral, não apenas entre mulheres na menopausa.
Os estudos agora terão foco em testes clínicos para desenvolver uma versão "humanizada" do anticorpo contra o FSH.

Isso seria eficaz não apenas para reduzir a gordura visceral e subcutânea, mas também traria benefícios para vários problemas médicos associados à obesidade, como a síndrome metabólica, a doença cardiovascular, o diabetes e a síndrome do ovário policístico.

(Fonte: Zero Hora/ Adaptado)

Combinação de treino de força com exercício aeróbico é a melhor opção para idosos obesos

Combinação de treino de força com exercício aeróbico é a melhor opção para idosos obesos

Para pessoas obesas com mais de 64 anos, a combinação entre exercícios aeróbicos e treinamento com peso é a melhor opção para aprimorar a função física, superando os benefícios de se praticar só uma das duas formas de atividade. A conclusão é de um novo estudo publicado na revista "New England Journal of Medicine".

Cada uma das modalidades de atividade física e a combinação das duas levou a reduções de 9% no peso corporal em um período de seis meses. Mas a combinação levou ao melhor resultado, promovendo proteção contra perda muscular e óssea e melhora da capacidade aeróbica.

O exercício aeróbico e o treinamento com peso, também conhecido como treinamento de resistência, "tem efeitos complementares em melhorar sua função física", disse o principal autor do estudo, o médico Dennis Villareal, do DeBakey VA Medical Center, em Houston, nos Estados Unidos. "De modo geral, o paciente sente isso, e conseguimos documentar objetivamente".

Os resultados sugerem que esse temor não tem fundamento.
O estudo avaliou 160 voluntários do Novo México com um IMC igual ou maior que 30, o que os coloca na categoria de obesos, que não tinham histórico de praticar atividades físicas. Do total, 141 participantes seguiram no estudo até o fim.

Os voluntários que participaram de sessões de 60 minutos de treino aeróbico ou treino com peso três vezes por semana por seis meses tiveram melhora de performance em 14%.
Já os que fizeram uma combinação das duas atividades tiveram uma melhora de 21%. "Em essência, o grupo que combinou as duas atividades.

(Fonte: Bem Estar/Adaptado)

Pesquisa mostra que obesidade cresceu 60% em dez anos no Brasil

Pesquisa mostra que obesidade cresceu 60% em dez anos no Brasil

Segundo o Ministério da Saúde, os hábitos dos brasileiros impactam no crescimento da obesidade e aumenta prevalência de diabetes e hipertensão. Conhecer a situação de saúde da população é o primeiro passo para planejar ações e programas que reduzam a ocorrência de doenças, melhorando a saúde do brasileiro.
O excesso de peso e a obesidade crescem descontroladamente em todo o mundo. O grande consumo de alimentos industrializados, de alta densidade energética, a “gourmetização” da comida cada vez elaborando mais preparações cremosas e fritas no dia a dia das pessoas, a redução do movimento nas atividades diárias, sedentarismo e alto grau de estresse vêm colaborando para o aumento de peso e das doenças crônicas degenerativas (hipertensão arterial, diabetes...)

Resultados da pesquisa Vigitel
- Excesso de peso cresceu 26,3% em dez anos, passando de 42,6% em 2006 para 53,8% em 2016
- Mais prevalente em homens 57,7% do que em mulheres 50,5%
- O indicador aumenta com a idade e é maior entre os com menor escolaridade
- Obesidade cresceu 60% em dez anos, passando de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016
- A prevalência é semelhante entre os sexos homens 19,6% e mulheres 18,1%, duplica a partir dos 25 anos e é maior entre os que têm menor escolaridade.

Avanço das doenças crônicas
Diabetes: aumento de 61,8% de pessoas diagnosticada com diabetes
- Passou de 5,5% em 2006 para 8,9% em 2016
- Sendo que as mulheres tem mais diagnóstico de diabete: 9,9% de mulheres e 7,8% homens
- Indicador aumenta com a idade e é quase três vezes maior entre os com menor escolaridade
Hipertensão: cresceu 14,2% o número de pessoas que foram diagnosticadas por hipertensão, passou de 22,5% em 2006 para 25,7% em 2016.
- Mulheres têm maior diagnóstico de hipertensão 27,5 % e homens 23,6%
- Indicador aumenta com a idade e é maior entre os com menor escolaridade.

Hábitos mais saudáveis
- Aumento do consumo regular de frutas e hortaliças
- Em 2008 era 33,0% e em 2016 foram 35,2%. Mas ainda é muito abaixo do recomendado
- Em 2016, apenas um entre três adultos consumiram frutas e hortaliças em cinco dias da semana
- Mulheres consumiram cerca de 40,7% e homens 28,8%
- Redução no consumo de refrigerantes e sucos artificiais
As bebidas açucaradas têm importante papel no ganho de peso e aparecimento de cáries da população. Devem ser evitadas.
- Observou-se redução no consumo regular de refrigerantes ou sucos artificiais: em 2007 o indicador era de 30,9% e em 2016 foi 16,5%.
Aumento da atividade física no lazer
- Equivalente a pelo menos 150 minutos de exercício moderado por semana.
- Cresce prática de atividade física no tempo livre. Em 2009, o indicador era 30,3% e em 2016 foram 37,6%.
- Prevalência diminui com a idade, sendo mais frequente entre os jovens de 18 a 24 anos.
- Segundo a Organização Mundial da Saúde preconiza-se: 150 minutos/semana de exercício físico regular para promoção de saúde e 300 minutos/semana de exercício para redução de peso.

(Fonte: Globo/Adaptado)

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