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Bolo de abobrinha

Bolo de abobrinha

- INGREDIENTES
3/4 xícara (chá) de farinha de amêndoas
1/3 xícara (chá) de farinha de coco
1/4 xícara (chá) de adoçante culinário
2 colheres (chá) de fermento em pó
1/4 colher (chá) de bicabornato de sódio
1/2 colher (chá) de cúrcuma em pó
1/4 colher (chá) de sal
3 limões
1 abobrinha média
4 ovos
2 colheres (sopa) de óleo de coco
2 colheres (chá) de essência de baunilha

- MODO DE PREPARO
Preaqueça o forno a 160ºC.
Forre uma assadeira de bolo inglês com papel manteiga.
Raspe o limão e reserve as raspas.
Em seguida, esprema-os até obter 1/3 xícara (chá) de suco.
Reserve.
Rale a abobrinha e reserve também.
Em um bowl grande, misture as farinhas.
Junte o fermento, o adoçante, o bicabornato e a cúrcuma, sem formar aglomerados.
Adicione uma colher (sopa) de raspas de casca de limão.
Em outro bowl, bata os ovos e misture bem com a essência de baunilha e o óleo de coco.
Misture com o conteúdo do primeiro bowl.
Adicione a abobrinha e o suco de limão.
Misture até formar uma massa homogênea e macia.
Coloque na assadeira e deixe assar por 50 minutos ou até dourar.
Retire e deixe esfriar antes de servir.

(Fonte: Lucilia Diniz)

 

Bolo de abobrinha

Bolo de abobrinha

- INGREDIENTES
3/4 xícara (chá) de farinha de amêndoas
1/3 xícara (chá) de farinha de coco
1/4 xícara (chá) de adoçante culinário
2 colheres (chá) de fermento em pó
1/4 colher (chá) de bicabornato de sódio
1/2 colher (chá) de cúrcuma em pó
1/4 colher (chá) de sal
3 limões
1 abobrinha média
4 ovos
2 colheres (sopa) de óleo de coco
2 colheres (chá) de essência de baunilha

- MODO DE PREPARO
Preaqueça o forno a 160ºC.
Forre uma assadeira de bolo inglês com papel manteiga.
Raspe o limão e reserve as raspas.
Em seguida, esprema-os até obter 1/3 xícara (chá) de suco.
Reserve.
Rale a abobrinha e reserve também.
Em um bowl grande, misture as farinhas.
Junte o fermento, o adoçante, o bicabornato e a cúrcuma, sem formar aglomerados.
Adicione uma colher (sopa) de raspas de casca de limão.
Em outro bowl, bata os ovos e misture bem com a essência de baunilha e o óleo de coco.
Misture com o conteúdo do primeiro bowl.
Adicione a abobrinha e o suco de limão.
Misture até formar uma massa homogênea e macia.
Coloque na assadeira e deixe assar por 50 minutos ou até dourar.
Retire e deixe esfriar antes de servir.

(Fonte: Lucilia Diniz)

Dieta de 800 calorias pode reverter o diabetes, mostra estudo

Dieta de 800 calorias pode reverter o diabetes, mostra estudo

Uma dieta radical mostrou ser eficaz no tratamento do diabetes tipo 2, mesmo entre pacientes com mais de seis anos de diagnóstico, conforme mostrou um novo estudo publicado no prestigiado periódico científico The Lancet.

Pesquisadores da Universidade de Glasgow e Universidade de Newcastle, ambas no Reino Unido, mostraram que o diabetes tipo 2 pode ser revertido com a perda de peso, fazendo com que o paciente não precise mais tomar medicamentos, além de ficar livre dos sintomas e complicações. No estudo, apresentado na última edição do Congresso da Federação Internacional de Diabetes, nove em cada 10 pessoas perderam 15 kg e tiveram remissão completa da doença.

“Essa descoberta pode revolucionar a forma como o diabetes é tratado. Nossa abordagem tem como base a causa subjacente da condição (sobrepeso), para que possamos direcionar o tratamento de forma efetiva”, disse Roy Taylor, líder da pesquisa, ao jornal on-line britânico The Guardian.

“Perder peso substancialmente resulta em menos gordura no fígado e no pâncreas, permitindo que esses órgãos retornem às suas funções. A perda de peso, então, não está apenas relacionada à redução dos sintomas, mas também às chances de cura.”

A dieta
No estudo, 298 adultos, entre 20 e 65 anos, que tinham sido diagnosticados com o diabetes tipo 2 nos seis anos anteriores, foram divididos em dois grupos: um que seguiu a dieta, durante cinco meses, e outro que recebeu o tratamento convencional. Apenas 4% dos voluntários do grupo controle (tramamento convencional) atingiram a remissão completa.
A dieta consistia em quatro refeições diárias, compostas por preparados de vitaminas e sopas limitadas a 853 calorias por dia. Durante um período de três a cinco meses, os participantes seguiram essa dieta, que foi, aos poucos (durante cerca de duas a oito semanas), inserindo alimentos sólidos.
Segundo os pesquisadores, os voluntários receberam apoio e foram encorajados a praticar exercícios e fazer terapia cognitivo-comportamental durante o processo.

Outros tratamentos
Conforme as diretrizes internacionais, o diabetes deve ser controlado com a redução dos níveis de açúcar no sangue através da dieta e de medicamentos. A dieta e o estilo de vida saudável são abordagens que entram como uma associação ao tratamento.

“Em contraste com outras abordagens, nos concentramos na necessidade de manutenção a longo prazo da perda de peso, através da dieta e do exercício, e incentivamos a flexibilidade para otimizar os resultados individuais”, disse ao The Guardian Michael Lean, coautor da pesquisa.
“Uma grande diferença em relação a outros estudos é que aconselhamos um período de perda de peso na dieta sem o aumento na atividade física, mas em um acompanhamento a longo prazo o exercício diário é importante. A cirurgia bariátrica também pode levar à remissão de diabetes, mas é mais dispendiosa e arriscada, e só está disponível para um pequeno número de pacientes”, concluiu Taylor.

Diabetes
Diabetes tipo 2 geralmente é tratada com medicação e a adoção de um estilo de vida mais saudável. No mundo, o número de casos de diabetes tem aumentado nos últimos anos – o número de novos diagnósticos quadruplicou em 35 anos, passando de 108 milhões em 1980 para 422 milhões em 2014 –, o que pode estar relacionado ao aumento da obesidade.
O excesso de gordura abdominal é um dos principais fatores associados à redução da funcionalidade do fígado e do pâncreas. Se não tratada, a doença pode levar a complicações graves, como cegueira, amputação dos pés, doenças cardíacas e renais.

(Fonte:Veja)

Dica de quarta: Sono é saúde

Dica de quarta: Sono é saúde

Pesquisa identifica mudança cerebral ligada à obesidade

Pesquisa identifica mudança cerebral ligada à obesidade

Um grupo de cientistas brasileiros descobriu que os adolescentes obesos apresentam falhas de conectividade entre diferentes regiões do cérebro que estão envolvidas na regulação do apetite.

O trabalho foi possível graças a uma técnica avançada de ressonância magnética.
O novo estudo, realizado por cientistas da Santa Casa de São Paulo e da Universidade de São Paulo (USP), foi apresentado anteontem no encontro anual da Sociedade Radiológica da América do Norte, nos Estados Unidos.

Segundo os autores da pesquisa, se for possível identificar com mais precisão as alterações cerebrais associadas à obesidade, a técnica poderia ser utilizada um dia para ajudar a evitar o problema.

A obesidade infantil, de acordo com os pesquisadores, aumentou de 10% a 40% nos últimos 10 anos, na maioria dos países.
Ele lembra que, segundos estudos anteriores, a obesidade é fator de risco para Alzheimer e que há ligação entre obesidade na infância e baixo QI.
Problemas de atenção e memória também são frequentes entre adultos obesos.

Método
O estudo envolveu 59 adolescentes obesos com idades entre 11 e 18 anos e 61 adolescentes não obesos.
Os cientistas compararam os dois grupos controlando variáveis como gênero, idade, condição socioeconômica e nível educacional.
Os participantes foram submetidos a exame de ressonância magnética conhecido como imageamento por tensor de difusão (DTI, na sigla em inglês), com a intenção de avaliar a integridade da massa branca dos cérebros.

O DTI mede o que os cientistas chamam de “anisotropia funcional” (AF), isto é, os movimentos microscópicos das moléculas de água que cercam as fibras de matéria branca do cérebro.
Quanto mais baixo o valor AF, mais falhas na massa branca cerebral. Os resultados mostraram perda da integridade da matéria branca em várias regiões do cérebro dos jovens obesos.

(Fonte: Exame/Adaptado)

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