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Cheesecake de melancia

Cheesecake de melancia

- INGREDIENTES:
2 claras
2 colheres (sopa) de queijo fromage blanc ou creamcheese
2 envelopes de adoçante
1 pacote de Magic Toast Integral Marilan
1 colher (sopa) de manteiga light
80 ml de suco de melancia
1 envelope de gelatina sem sabor incolor
Suco de 1 limão
Sal a gosto

- MODO DE PREPARO:
Triture as torradas no liquidificador ou processador.
Em um bowl, junte os farelos com o adoçante e a manteiga.
Misture até obter uma farofa.
Em uma forma de aro removível, acomode esta massa no fundo.
Leve para geladeira.
Enquanto isso, bata as claras em velocidade média.
Dissolva a gelatina no suco de melancia e aqueça por um minuto no micro-ondas.
Junte com as claras bem devagar e siga batendo em velocidade média.
Junte o sal, o adoçante e o suco de limão.
Desligue a batedeira e junte o queijo, mexendo suavemente.
Retire a forma da geladeira.
Sobre a base de massa, despeje o creme.
Leve de volta à geladeira por mais 15 minutos.
Desenforme e decore com bolinhas de melancia e calda de frutas.

(Fonte: Lucilia Diniz)

 

Era mais fácil ser magro nos anos 80 do que agora, aponta estudo

Era mais fácil ser magro nos anos 80 do que agora, aponta estudo

Um estudo publicado na revista científica Obesity Research & Clinical Practice descobriu que era mais fácil para um adulto manter o peso há 20 ou 30 anos do que atualmente.

Para a realização do estudo, os cientistas analisaram dados referente à dieta de 36.400 americanos entre 1971 e 2008. Além disso, também foram analisados os dados referentes à atividade física de 14.419 pessoas entre 1988 e 2006. Em seguida os dados foram agrupados pelo consumo de alimentos, idade, periodicidade de prática de atividades físicas e IMC.

Ao analisar os dados, os cientistas descobriram que uma pessoa adulta no ano de 2006 teria um IMC 2,3 pontos maior que uma pessoa em 1988, mesmo ingerindo a mesma quantidade de macronutrientes, como proteínas, carboidratos e gorduras e realizando a mesma quantidade de atividades físicas. Em outras plalavras, atualmente as pessoas estão 10% mais pesadas do que as pessoas na década de 1980, mesmo seguindo a mesma dieta e realizando a mesma quantidade de atividades físicas.

De acordo com a pesquisadora Jennifer Kuk e professora de ciências da saúde da Universidade de Toronto, existem três fatores que podem indicar o motivo para esse cenário. O primeiro é o fato de que atualmente as pessoas estão mais expostas a produtos químicos que podem induzir o ganho de peso, como os conservantes presentes nos alimentos industrializados e até mesmo as embalagens que envolvem esses produtos.

A segunda hipótese diz respeito ao aumento da medicalização, especialmente de substâncias para tratar transtornos psicológicos. Para se ter uma ideia, os antidepressivos são os medicamentos com maior índice de prescrição nos Estados Unidos, e muitos deles podem causar ganho de peso.
Por fim, os cientistas acreditam que o microbioma dos americanos possa ter mudado ao longo dos anos. Isso porque alguns tipos de bactérias intestinais tornam a pessoa mais propensa ao ganho de peso e à obesidade.

Um dos motivos é que os americanos estão comendo mais carne do que em outros anos, e muitos produtos de origem animal recebem hormônios para promover o crescimento. Sendo assim, os cientistas supõem que esse aumento no consumo de carne pode estar mudando as bactérias intestinais e agravando o aumento de peso.
O fato de que o IMC dos americanos é influenciado por fatores que estão além de seu controle é um sinal de que a sociedade precisa ser mais tolerante com pessoas acima do peso.

(Fonte:Minha Vida)

Dica de quarta: Comer maçã faz bem!

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Cientistas associam consumo de produtos light a ganho de peso

Cientistas associam consumo de produtos light a ganho de peso

Na sua despensa só têm lugar produtos com baixo teor de gordura e açúcar? Cuidado, talvez seja melhor priorizar os alimentos mais saudáveis que existem – os naturais e preparados em casa. É o que sugere um novo estudo da Universidade da Georgia, nos Estados Unidos, publicado em maio de 2017 na revista Physiology and Behavior.

Na pesquisa, um time de cientistas liderados por Krzysztof Czaja, professor da Faculdade de Medicina Veterinária da universidade, notou que ratos alimentados com uma dieta baixa em gordura, mas rica em açúcar, engordaram mais do que os animais que receberam um cardápio balanceado. E não para por aí: os ratinhos com um menu restrito desenvolveram problemas no fígado e inflamação no cérebro.

“A maioria dos produtos com pouca ou nenhuma gordura têm um teor aumentado de açúcar e são camuflados com nomes rebuscados, dando a impressão de que são saudáveis. Mas, na realidade, essas comidas podem causar danos ao fígado e levar à obesidade”, alerta Czaja.

Para o trabalho, os estudiosos acompanharam, por quatro semanas, três grupos de ratos e monitoraram peso, consumo de calorias, composição corporal e amostras de fezes. Uma parte dos animais teve uma dieta cheia de gordura e açúcar; a outra consumiu um menu pouco gorduroso, mas abundante no ingrediente doce; e a terceira turma teve acesso a uma alimentação balanceada.

Os dois primeiros grupos desenvolveram gordura no fígado e ganharam mais peso e gordura corporal do que os bichos cuja dieta foi equilibrada. “Nosso estudo mostra que, nos ratos alimentados com pouca gordura e muito açúcar, a eficiência corporal de gerar gordura é o dobro do que a dos animais com um cardápio normal”, conta o líder da investigação.
Moral da história: na próxima vez em que for ao supermercado, fique de olho no rótulo – quanto mais nomes estranhos houver ali, menos saudável e natural é o produto. E não se esqueça de que a alimentação mais saudável que existe é aquela com comida de verdade, rica em nutrientes, texturas e sabores que, acima de tudo, agradam seu paladar.

(Fonte: Boa Forma)

Canela ajuda a reverter o efeito de alimentos gordurosos, aponta estudo

Canela ajuda a reverter o efeito de alimentos gordurosos, aponta estudo

Um estudo apresentado na Conferência Americana de Saúde do Coração mostra que a canela pode pode reverter os efeitos de uma dieta rica em gordura, impedindo o acúmulo de gordura na região em torno da barriga.

A especiaria poderia, portanto, retardar o processo de armazenamento de gordura e diminuir o risco de danos cardíacos, em pessoas que ingerem grande quantidade de gordura. Até o momento o estudo foi feito apenas em ratos.

Os roedores foram alimentados com um suplemento de canela durante 12 semanas e no final do estudo foram encontradas em seus organismo mais moléculas anti-oxidantes e anti-inflamatórios que protegem o corpo dos danos do estresse.

Eles também pesavam menos e não tinham tanta gordura da barriga, embora estivessem consumindo uma dieta rica em gordura.
Os benefícios para a saúde da canela também foram ligados à digestão calmante do estômago e tornar as pessoas mais inteligentes, melhorando a sua compreensão.

(Fonte: Minha Vida)

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