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Bolo gelado natalino

Bolo gelado natalino

- INGREDIENTE
Massa
1 ovo inteiro + uma clara
100 ml de leite desnatado
1 caixa de mistura para bolo zero açúcar (sabor opcional)

Recheio
1 caixa de pudim light sabor baunilha
250 ml de leite desnatado
1 caixa de morangos picados
100 ml de guaraná zero para molhar o bolo

Cobertura
2 xícaras (chá) de leite em pó desnatado
2 xícaras (chá) de água bem gelada
½ envelope de suco Clight (sabor de sua preferência)
1 caixa de morango para decorar
1 colher (café) de cobertura chocolate para fazer os olhos do Papai Noel

- MODO DE PREPARO
Massa
Junte na batedeira o ovo inteiro e a clara.
Bata em velocidade máxima por cinco minutos.
Desligue, junte a mistura para bolo e bata em velocidade mínima por três minutos.
Ponha a massa em uma forma untada.
Asse em forno médio por 30 minutos.
Reserve.

Recheio
Junte o leite com a mistura de pudim e leve ao fogo médio.
Misture por cinco minutos, mexendo sempre.
Reserve.

Cobertura
Junte no liquidificador o leite em pó, a água gelada e o suco Clight.
Bata por aproximadamente 15 minutos, ou até formar uma mousse cremosa.
Leve à geladeira enquanto monta o bolo.

Montagem do bolo
Corte o bolo assado no sentido horizontal em três partes.
Molhe o primeiro pedaço com um pouco do guaraná.
Cubra com um pouco do creme feito de pudim e morangos picados.
Em seguida, cubra com a segunda parte do bolo, molhada com guaraná.
Coloque mais um pouco do creme e o restante dos morangos picados.
Por fim, cubra com a última parte do bolo.

Para decorar, retire a mousse da geladeira.
Com auxílio de uma espátula, passe em volta de todo bolo até cobri-lo de modo uniforme.

Para fazer as carinhas do Papai Noel, pegue um pouco da mousse e coloque em saco de confeiteiro.
Faça um corte no meio do morango, retirando um pedaço da fruta.
Preencha com a mousse.
Em cima do morango, coloque um pontinho de mousse para parecer um chapéu.

Para desenhar os olhos, pegue um palito, molhe a ponta na calda de chocolate e marque no lugar dos olhos e da boca.

Finalize a decoração do bolo com os Papai Noel e os pedaços de morango que sobrarem.

Sirva gelado.

(Fonte: Lucilia Diniz)

 

Conselho Federal de Medicina divulga critérios para realização de cirurgia metabólica no Brasil

Conselho Federal de Medicina divulga critérios para realização de cirurgia metabólica no Brasil

Procedimento pode ser empregado no tratamento de casos de diabetes tipo 2 desde que não tenha sido controlada por meio de intervenções clínicas

O Conselho Federal de Medicina (CFM) reconheceu a cirurgia metabólica como opção terapêutica para pacientes portadores de diabetes tipo 2 que tenham índice de massa corpórea (IMC) entre 30 kg/m2 e 34,9 kg/m2, desde que a enfermidade não tenha sido controlada com tratamento clínico.

Pelos critérios estabelecidos, além de ter IMC entre 30 kg/m2 e 34,9 kg/m2, pacientes poderão ser elegíveis para se submeter a esse procedimento se apresentarem: idade mínima de 30 anos e máxima de 70 anos; diagnóstico definido de diabetes tipo 2 a menos de 10 anos; apresentar refração comprovada ao tratamento clínico; e não possuir contraindicações para o procedimento cirúrgico proposto.

O objetivo é contribuir para que seja expandida a possibilidade de redução das taxas de morbimortalidade no Brasil por meio do controle da doença. A incidência de diabetes tipo 2 é uma das principais causas de acidente cardiovascular (AVC), síndrome coronariana, insuficiência renal e cegueira, tendo atingido neste século status de epidemia. No Brasil, o número de pessoas diabéticas em 2015, com idade entre 20 e 79 anos, atingiu a marca de 14,3 milhões, havendo a expectativa de que, em 2040, chegue a 23,3 milhões de pessoas.

Pela regra aprovada, a indicação cirúrgica se dará por dois médicos especialistas em endocrinologia, mediante parecer fundamentado que ateste a refração ao tratamento clínico otimizado com uso de antidiabéticos orais e/ou injetáveis, além de mudanças no estilo de vida do paciente.

O CFM definiu também que a cirurgia metabólica para pacientes com diabetes tipo 2 se dará, prioritariamente, por derivação gastrojejunal em Y-de-Roux (DGJYR). Somente em casos de contraindicação ou desvantagem desta técnica é que a gastrectomia vertical será a opção disponível. Nenhuma outra técnica cirúrgica é reconhecida para o tratamento desses pacientes.

De acordo com os estudos analisados, a cirurgia metabólica é segura e apresenta resultados positivos de curto, médio e longo prazos, diminuindo a mortalidade de origem cardiovascular, conforme demonstram estudos prospectivos pareados com mais de 20 anos de seguimento, séries de casos controlados, além de estudos randomizados e controlados.

Os candidatos à cirurgia metabólica, além de ter o IMC entre 30 kg/m² e 34,9 kg/m², também deverão cumprir todos os seguintes pré-requisitos: idade mínima de 30 anos e máxima de 70 anos; diagnóstico definido a menos de 10 anos; refração ao tratamento clínico; e inexistência de contraindicações para o procedimento cirúrgico proposto.

(Fonte: Conselho Federal de Medicina)

Dica de quarta: Você sabia?

Dica de quarta: Você sabia?

Conselho Federal de Medicina divulga critérios para realização de cirurgia metabólica no Brasil

Conselho Federal de Medicina divulga critérios para realização de cirurgia metabólica no Brasil

Procedimento pode ser empregado no tratamento de casos de diabetes tipo 2 desde que não tenha sido controlada por meio de intervenções clínicas

O Conselho Federal de Medicina (CFM) reconheceu a cirurgia metabólica como opção terapêutica para pacientes portadores de diabetes tipo 2 que tenham índice de massa corpórea (IMC) entre 30 kg/m2 e 34,9 kg/m2, desde que a enfermidade não tenha sido controlada com tratamento clínico.

Pelos critérios estabelecidos, além de ter IMC entre 30 kg/m2 e 34,9 kg/m2, pacientes poderão ser elegíveis para se submeter a esse procedimento se apresentarem: idade mínima de 30 anos e máxima de 70 anos; diagnóstico definido de diabetes tipo 2 a menos de 10 anos; apresentar refração comprovada ao tratamento clínico; e não possuir contraindicações para o procedimento cirúrgico proposto.

O objetivo é contribuir para que seja expandida a possibilidade de redução das taxas de morbimortalidade no Brasil por meio do controle da doença. A incidência de diabetes tipo 2 é uma das principais causas de acidente cardiovascular (AVC), síndrome coronariana, insuficiência renal e cegueira, tendo atingido neste século status de epidemia. No Brasil, o número de pessoas diabéticas em 2015, com idade entre 20 e 79 anos, atingiu a marca de 14,3 milhões, havendo a expectativa de que, em 2040, chegue a 23,3 milhões de pessoas.

Pela regra aprovada, a indicação cirúrgica se dará por dois médicos especialistas em endocrinologia, mediante parecer fundamentado que ateste a refração ao tratamento clínico otimizado com uso de antidiabéticos orais e/ou injetáveis, além de mudanças no estilo de vida do paciente.

O CFM definiu também que a cirurgia metabólica para pacientes com diabetes tipo 2 se dará, prioritariamente, por derivação gastrojejunal em Y-de-Roux (DGJYR). Somente em casos de contraindicação ou desvantagem desta técnica é que a gastrectomia vertical será a opção disponível. Nenhuma outra técnica cirúrgica é reconhecida para o tratamento desses pacientes.

De acordo com os estudos analisados, a cirurgia metabólica é segura e apresenta resultados positivos de curto, médio e longo prazos, diminuindo a mortalidade de origem cardiovascular, conforme demonstram estudos prospectivos pareados com mais de 20 anos de seguimento, séries de casos controlados, além de estudos randomizados e controlados.

Os candidatos à cirurgia metabólica, além de ter o IMC entre 30 kg/m² e 34,9 kg/m², também deverão cumprir todos os seguintes pré-requisitos: idade mínima de 30 anos e máxima de 70 anos; diagnóstico definido a menos de 10 anos; refração ao tratamento clínico; e inexistência de contraindicações para o procedimento cirúrgico proposto.

(Fonte: Conselho Federal de Medicina)

Estudo mostra a forte influência dos genes no processo de perda de peso

Estudo mostra a forte influência dos genes no processo de perda de peso

Atire a primeira guloseima quem não tentou pelo menos uma dieta neste ano. No fim, muitos dos que aderiram a algum programa de emagrecimento terminaram frustrados, sem conseguir o sucesso esperado, mesmo seguindo à risca todas as recomendações. Há tempos, profissionais da área de saúde vêm alertando que não existe fórmula única para todos. Agora, uma pesquisa da Universidade Texas A&M, nos Estados Unidos, mostra, pela primeira vez, que os genes têm grande influência sobre o resultado de um regime alimentar. Embora feito em modelo animal, o trabalho dá pistas do que pode acontecer no organismo humano.nselhos sobre dietas geralmente são baseados na teoria de que vai existir uma que ajudará todo mundo. Mas, face à epidemia de obesidade, parece que essas diretrizes não têm sido efetivas”, comenta o principal autor do estudo, David Threadgill. Para tentar entender por que isso acontece, ele desenvolveu uma pesquisa usando quatro grupos de ratos com perfis genéticos diferentes e que, ao longo de seis meses, foram alimentados com cinco tipos de dietas, bem próximos às consumidas por humanos.

Um grupo ficou com o cardápio estilo norte-americano (rico em gordura e carboidratos refinados, especialmente milho). Três receberam regimes que, popularmente, são considerados mais saudáveis: mediterrâneo (com trigo e extrato de vinho tinto), japonês (com arroz e extrato de chá-verde) e cetogênico, ou estilo Atkins (muita gordura e proteína, pouquíssimo carboidrato). A quinta dieta — o alimento padrão dos roedores — foi oferecida a animais do grupo de controle.

Embora todos os regimes tidos como saudáveis tenham funcionado bem para a maior parte dos animais, um dos quatro tipos genéticos se adaptou muito mal ao estilo alimentar japonês, por exemplo. “O grupo da linguagem quatro se saiu muito bem com as outras dietas, mas ficou péssimo com essa, tendo um aumento na gordura do fígado e exibindo marcadores de danos hepáticos”, conta William Barrington, que liderou os trabalhos no laboratório de Threadgill.

Algo semelhante ocorreu com a dieta Atkins, ou “da proteína”, como é mais conhecida no Brasil. “Um dos grupos se tornou bastante obeso, com gordura no fígado e colesterol alto”, diz o pesquisador. Outro, segundo Barrington, teve redução no nível de atividade e acumulou gordura corporal, embora tenha se mantido esguio. “Isso equivale ao ‘magro gordo’ em humanos, quando a pessoa parece estar em um peso saudável, mas, na verdade, tem um alto percentual de gordura no corpo”, compara.

Como se poderia esperar, a dieta que mais trouxe problemas para todos os grupos foi a estilo norte-americana. “Alguns dos grupos se tornaram extremamente obesos e demonstraram sinais de síndrome metabólica. Outros tiveram menos efeitos negativos, e um sofreu poucas mudanças, exceto por apresentar mais um leve aumento de gordura no fígado”, conta o pesquisador. Com a dieta mediterrânea, os efeitos foram meio a meio: alguns dos grupos ficaram saudáveis, enquanto outros ganharam peso (embora menos que o verificado com o cardápio norte-americano). William Barrington diz que, em humanos, o que se vê é uma resposta tão variada quanto as verificadas entre os roedores.

Próximos passos
No estudo da Universidade Texas A&M, os pesquisadores avaliaram a parte física, principalmente sinais de síndrome metabólica, uma coleção de sintomas associados à obesidade, como pressão e colesterol altos, gordura no fígado e níveis elevados de açúcar no sangue. Eles também estudaram diferenças comportamentais, como o quanto os animais passaram a se movimentar e o quanto estavam comendo.

De acordo com Barrington, os resultados da pesquisa demonstraram que uma dieta que faz um indivíduo esguio e saudável pode ter o efeito oposto em outro. “Meu objetivo foi encontrar a dieta ideal. Mas o que realmente descobrimos foi que isso depende muito da genética e que não há uma dieta melhor para todo mundo”, reconhece. Falta, agora, determinar quais genes estão envolvidos com as diferentes respostas aos regimes alimentares. “Adoraríamos desenvolver um teste genético para dizer às pessoas sobre a melhor dieta para elas, considerando seu repertório de genes”, revela.

Palavra de especialista
“Embora o DNA dos ratos seja muito semelhante ao dos humanos, não podemos extrapolar todos os resultados do estudo para nossa realidade. Mas, de fato, o que nós já observamos é que os pacientes têm respostas muito diferentes uns dos outros, e a pesquisa reforça a ideia de que as dietas devem ser personalizadas. Isso também acontece com os remédios emagrecedores: 20% dos pacientes não respondem à sibutramina, por exemplo. É possível que, futuramente, sejam feitos testes genéticos para orientar as dietas individualizadas, mas é importante lembrar que nem tudo é DNA: há interação dos genes com outros fatores externos.”

(Fonte: Diário de Pernambuco/Adaptado)

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