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Bolo light de gengibre

Bolo light de gengibre

- INGREDIENTES
½ xícara (chá) de leite desnatado
2 colheres (sopa) de semente de linhaça moída
½ xícara (chá) de adoçante culinário
3 colheres (sopa) de gengibre ralado
2 colheres (sopa) de farinha de trigo integral
1 pitada de fermento
Canela em pó para decorar (a gosto).

- MODO DE PREPARO
Em um bowl, misture todos os ingredientes.
Leve ao forno para assar, em forma antiaderente.
Espete um palito para ver se está pronto – ele deve sair limpinho.
Polvilhe canela em pó para decorar (a gosto).

(Fonte: Lucilia Diniz)

 

Corticoides para tratar a obesidade?

Corticoides para tratar a obesidade?

Estudos abrem caminho para a possibilidade de uso de corticoides, sem o risco de efeitos adversos, no combate à inflamação causada pela obesidade

Que a obesidade é o principal fator de risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 2 é fato estabelecido há várias décadas. A epidemia global em curso de diabetes é consequência direta do aumento da prevalência de obesidade, observada na maioria dos países a partir dos anos 60.

Entenda a relação entre obesidade e diabetes
Quando uma pessoa engorda, o seu tecido adiposo aumenta. Essa expansão do tecido adiposo requer um aumento correspondente da rede vascular para supri-lo de oxigênio e nutrientes. Ocorre que se o aumento do tecido adiposo for proporcionalmente maior do que a rede vascular (o que geralmente ocorre quando o ganho de peso é grande ou rápido), as células do tecido adiposo passam a ser submetidas a um ambiente de relativa escassez de oxigênio (hipóxia). Nesta condição, secretam substâncias que atraem um tipo de glóbulos brancos, os macrófagos, que passam a infiltrar o tecido adiposo.

Os macrófagos infiltrados no tecido adiposo são ativados e passam a secretar várias substâncias (citocinas). Algumas facilitam o crescimento de novos capilares, amenizando a falta de oxigênio, e outras, como o TNF alfa, têm a propriedade de diminuir o efeito da insulina, o hormônio que controla o nível de açúcar (glicose). Deste modo, quem desenvolve obesidade tem agora que produzir muito mais insulina para superar o efeito inibidor das substâncias produzidas pelos macrófagos que passaram a habitar o seu tecido adiposo expandido.

Ocorre, porém, que as citocinas produzidas pelos macrófagos, além de provocar resistência à insulina, têm efeitos sobre o sistema nervoso, especialmente em uma região chamada hipotálamo ventro-medial. Esta área é responsável pelo acoplamento entre o ganho e o gasto de energia, ou seja, é a parte do cérebro que regula o apetite de acordo com o gasto de energia, permitindo que a maioria das pessoas mantenha seu peso, sem ficar conscientemente regulando a quantidade de alimento que ingere.

Na última década foram desenvolvidos tratamentos para a obesidade baseados no uso de análogos do GLP-1, que é um hormônio produzido pelo intestino que age no hipotálamo induzindo saciedade. Como o GLP-1 não corrige a inflamação, o seu uso deve ser contínuo porque assim que é descontinuado o paciente volta a sentir um apetite desproporcional ao seu gasto de energia.

O papel dos corticoides
Por outro lado, a medicina de longa data conhece anti-inflamatórios poderosos, como os corticoides. Paradoxalmente, os corticoides, quando utilizados por muito tempo em doses suficientes para suprimir a inflamação, podem provocar diabetes, hipertensão, glaucoma, osteoporose e, por causar proliferação das células adiposas, também podem levar à obesidade.

Um grupo de pesquisadores da Alexander von Humboldt Foundation, na Alemanha, conseguiu conjugar de modo estável a molécula da dexametasona (um corticoide potente) com a molécula do GLP-1. Como o GLP-1 só penetra em células que tem receptores específicos, como as células do hipotálamo ventro-medial, o corticoide ligado irreversivelmente ao GLP-1 não tem acesso a outros locais do organismo.

Em outras palavras, os cientistas utilizaram a molécula do GLP-1 como um transportador que leva o corticoide apenas aos locais onde o GLP-1 penetra.

Com isso, puderam combater a inflamação no hipotálamo de ratos com obesidade induzida por dieta rica em gordura, utilizando doses de dexametasona que não aumentaram a glicose no sangue, não produziram osteoporose ou qualquer outro efeito colateral comumente visto com o uso de corticoides.

Além disso, enquanto que o principal efeito do GLP-1 no hipotálamo é a inibição do apetite, a dexametasona, além de combater a inflamação, programa o hipotálamo para um maior gasto de energia.

Naturalmente, esse estudo é uma prova de conceito inicial, que necessitará de estudos pré-clínicos de longo prazo antes de ser administrados a humanos. Mas, sabendo o papel da inflamação no vínculo entre obesidade e diabetes e da inflamação especificamente no hipotálamo, na perpetuação da obesidade, poder utilizar o potente efeito anti-inflamatório dos corticoides, sem sofrer seus efeitos adversos, é certamente um caminho que vale a pena explorar.

(Fonte: Veja/ Adaptado)

Você sabia? O melão

Você sabia? O melão

Ficar sentado muitas horas por dia não engorda, revela estudo

Ficar sentado muitas horas por dia não engorda, revela estudo

Embora não cause aumento do peso, ficar sentado por muito tempo ainda está relacionado a diversos riscos para a saúde, como diabetes e problemas cardíacos

Segundo um novo estudo publicado no periódico científico Sports Medicine, passar muitas horas por dia sentado, seja no escritório ou no sofá de casa assistindo TV, pode causar diversos problemas para a saúde, mas o ganho de peso não é um deles. Nesses casos, o sedentarismo mostrou-se insignificante em relação à composição corporal e à obesidade.

O estudo
Pesquisadores da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, revisaram outros 23 estudos que investigaram os efeitos do comportamento sedentário na composição corporal e no risco de obesidade entre adultos. Todos os estudos analisados levaram em conta a frequência com a qual os participantes praticavam exercícios físicos, uma vez que a prática tem estreita relação com a perda de peso.

Riscos ainda maiores
Os cientistas perceberam que as pessoas sedentárias realmente tinham maiores circunferências de cintura: um aumento de 0,02 milímetro para cada hora diária em que o indivíduo passava sentado por mais de cinco anos. No entanto, esse resultado foi considerado insignificante pelos pesquisadores.

Ainda assim, isso não quer dizer que passar muito tempo sentado não ofereça riscos à saúde. “Os resultados mostram que os efeitos nocivos desse comportamento provavelmente não são causados pelo aumento de peso em si, mas por outros indicadores”, explicou Meredith Peddie, principal autora do estudo, ao Medical News Today.

Para eles, os riscos associados ao tempo excessivo em que se passa sentado durante o dia, na verdade, podem estar relacionados ao aumento dos níveis de glicose e triglicerídeos no sangue, o que explica a relação do sedentarismo com o aumento dos riscos de diabetes, pressão alta, problemas cardíacos e câncer apontada em estudos anteriores.

(Fonte: Veja)

Consumir leite diminui risco de obesidade e diabetes, diz estudo

Consumir leite diminui risco de obesidade e diabetes, diz estudo

Uma recente pesquisa támbem associou a bebida na versão desnatada a um shape mais enxuto

Quem tem sensibilidade à lactose ou à caseína (açúcar e proteína do leite, respectivamente) percebe a barriga menos volumosa quando retira a bebida da dieta. Não é seu caso? Então pense duas vezes antes de fazer o mesmo: um estudo apresentado no Congresso Europeu de Estudos da Diabetes associou o consumo de leite a um shape mais enxuto e menor risco de diabetes e obesidade.

Os autores da pesquisa ainda não concluíram o exato motivo para esses resultados. Mas sabe-se que “A presença de proteína e cálcio no leite favorece a massa magra.

A pesquisa foi feita com a versão desnatada. Muitos nutricionistas, porém, recomendam o leite semidesnatado. Já o integral é muito calórico!

(Fonte: Boa Forma)

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