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Alimentos orgânicos: benefícios de manter uma alimentação saudável

Alimentos orgânicos são produzidos através de técnicas específicas, buscando otimizar recursos naturais e sócio-econômicos, respeitar a cultura das comunidades rurais, objetivar a sustentabilidade econômica e ecológica, e minimizar o uso de energias não-renováveis, sem empregar materiais sintéticos, organismos modificados geneticamente ou radiações ionizantes. O objetivo final dos orgânicos é a saúde da população e manutenção do equilíbrio do planeta.

Algumas vantagens do sistema orgânico em relação ao sistema convencional:

- menor índice de toxicidade;
- maior valor nutricional do alimento;
- manutenção do equilíbrio ambiental;
- no sistema convencional, as pragas deveriam ser controladas pelos produtos químicos, mas acabam tornando-se resistentes a eles.

(Fonte: Globo)
 

Estudo diz que "gordinhos" podem viver mais e gera polêmica; entenda

Estudo diz que

O estudo, publicado em um importante jornal da área médica, gerou discórdia entre os especialistas, que reafirmam que a obesidade está ligada a diversos riscos à saúde

Foto: Getty Images

Ter alguns quilinhos a mais na balança não é necessariamente de todo mal, pelo contrário: pode acrescentar alguns anos de vida. Em um mundo onde a silhueta magra e livre de gordura é cultuada como sinônimo de saúde, essa informação é de se estranhar – e foi justamente o que aconteceu.

Um estudo recente, publicado no Journal of the Medical American Association (JAMA), sugere que pessoas com discreto aumento de peso (sobrepeso) viveriam mais do que indivíduos com peso normal. Os resultados da meta-análise – levantamento de uma série de trabalhos científicos – mostram que pessoas com sobrepeso tiveram 6% menor risco de mortalidade por todas as causas quando comparados aos demais.

De acordo com o cirurgião Andrey Carlo Sousa da Silva, da clínica Gastro Obeso Center,de São Paulo, “a pesquisa foi um estudo muito infeliz nas suas colocações, pois os riscos aumentam nesses casos”. Segundo ele, “O IMC – correlação entre peso e altura – é um parâmetro, mas não é o único. Além disso, a pesquisa não tem dados concretos, muito menos embasamento cientifico”. Andrey alerta que pessoas com sobrepeso e obesidade grau um tem risco de morte de 20% e esse risco aumenta para 28% quando associado a tabagismo, sedentarismo e doenças cardiovasculares.

Claudia Chang, coordenadora e professora de pós-graduação em endocrinologia do Instituto Superior de Medicina, concorda que o parâmetro baseado no IMC não reflete a qualidade do peso corporal, indicado pelo percentual de gordura e massa magra. “Além disto, outro parâmetro não avaliado foi a circunferência abdominal, que tem correlação direta com gordura visceral. Por exemplo, um indivíduo com sobrepeso pode ter um percentual baixo de gordura com grande quantidade de massa magra (músculo). Na balança ele tem sobrepeso, mas sua composição corporal é excelente”, explicou.

Ela explica que outro problema da pesquisa é considerar mortalidade por todas as causas e não apenas mortalidade por risco cardiovascular, que tem uma relação mais significativa com o excesso de peso. “A mensagem mais importante deste estudo é que, embora a correlação entre peso corporal e mortalidade por todas as causas pareça beneficiar os mais ‘gordinhos’, isto não pode ser traduzido como algo inquestionável. No final das contas, dieta saudável e atividade física ainda são, de longe, a melhor maneira de garantir mais anos de vida”, reforça Claudia.

(Fonte: Terra)

Obesidade pode ser culpa dos genes, diz estudo americano

Obesidade pode ser culpa dos genes, diz estudo americano

De acordo com o estudo, o DNA também tem participação na forma como o indivíduo acumula gordura

Foto: Getty Images

Os genes são os grandes culpados pela saliência na região da cintura, diz um novo estudo. Enquanto as dietas desempenham um papel importante na questão da obesidade, algumas pessoas já nascem programadas para ficarem gordas facilmente, indicam pesquisadores americanos. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

O aumento da obesidade ao longo das décadas sempre foi associado a dietas ricas em gordura e açúcar, associados a um estilo de vida sedentário. Já nos dois anos do estudo, os pesquisadores observaram o efeito de dietas altamente calóricas em mais de 100 linhagens de ratos de laboratório. Os cientistas localizaram 11 regiões do código genético associados com a obesidade e com o ganho de gordura devido à dieta. Muitos destes dados foram sobrepostos a estudos com humanos.

Os pesquisadores acreditam que o estudo abre portas para novas investigações comportamentais e neurológicas e como elas se relacionam com as características de obesidade.

(Fonte: Terra)

Comer apenas três vezes ao dia é melhor para mulheres obesas, diz estudo

Comer apenas três vezes ao dia é melhor para mulheres obesas, diz estudo

Diz-se que comer várias vezes ao dia, de 3 em 3 horas, em pequenas porções, ajuda a manter a forma e é benéfico para a saúde. No entanto, uma pesquisa da Universidade de Missouri, publicada no jornal Obesity, mostra que essa idea não funciona com mulheres obesas.

O estudo mostra que comer poucas vezes ao dia, mas em porções maiores, resultou em melhor metabolismo e diminuição de gordura no sangue, o que poderia também diminuir o risco de doenças cardíacas.

O estudante de nutrição da universidade, Tim Helden, conduziu uma pesquisa em que eram acompanhadas oito mulheres obesas em dois períodos de 12 horas por dia. Todas ingeriram 1,5 mil calorias, mas algumas em 3 refeições de 500 calorias cada, e outras em 6 refeições de 250 calorias cada. A cada 30 minutos foram medidos o nível de gordura e de açúcar no sangue, e o grupo de 3 refeições ao dia teve uma diminuição considerável de gordura.

"A mídia e profissionais da área de saúde dizem para fazer várias pequenas refeições por dia, mas não achamos na literatura muitos estudos que comprovem esse senso coumum. Por isso, resolvemos estudar o assunto", disse Heden.

(Fonte: Terra)

Proteína pode explicar porque algumas pessoas queimam menos gordura do que as outras

Proteína pode explicar porque algumas pessoas queimam menos gordura do que as outras

Pesquisa feita com camundongos descobriu que carência da proteína p62 prejudica a atividade da "gordura boa" e torna os roedores obesos.

A equação para perder peso é simples: basta gastar mais calorias do que se consome. Algumas vezes, no entanto, a prática de exercícios parece não surtir efeitos na queima de calorias. Diante disso, pesquisadores da Alemanha desenvolveram um estudo para entender por que esse 'defeito' ocorre no organismo de algumas pessoas — e as conclusões apontaram para um culpado: a falta de uma proteína chamada p62. Segundo os cientistas, a carência dessa substância no tecido adiposo afeta o equilíbrio do metabolismo, fazendo com que o nosso corpo passe a armazenar mais gordura e a queimá-la menos do que o normal. A descoberta, eles acreditam, pode abrir caminho para novos tratamentos contra a obesidade.

(Fonte: Veja)

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