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Chegamos ao último capitulo da série de reportagens sobre alterações ortopédicas em crianças obesas

Chegamos ao último capitulo da série de reportagens sobre alterações ortopédicas em crianças obesas

3 º-Como prevenir as alterações ortopédicas em crianças obesas?

As complicações ortopédicas das crianças obesas podem ser, se não totalmente prevenidas, minimizadas por um adequado controle do peso corporal.

Quais são as complicações possíveis das alterações ortopédicas em crianças obesas?
A ocorrência de fraturas ósseas é maior nas crianças obesas que nas demais. Elas podem cair com maior força e de maneira mais inusitada e drástica que crianças com peso adequado. Também nelas são mais frequentes as dores lombares, nos quadris, pernas, tornozelo, pé ou joelho.

O estirão puberal aumenta a fragilidade óssea e altera a qualidade e arquitetura dos ossos. O desbalanço peso/massa óssea pode levar à osteoartrite nos anos posteriores, alterações na postura e diminuição do equilíbrio. Além disso, crianças que apresentam dores musculoesqueléticas são menos predispostas a gostar de atividades físicas, o que favorece ainda mais o aumento do peso.

A prática de atividades físicas, além de favorecer o controle do peso, aumentaria a noção do corpo no espaço, daria mais equilíbrio, aumentando o tônus muscular e a massa óssea. As complicações musculoesqueléticas podem persistir e progredir na vida adulta.

(Fonte: AbcMed)

 

Neste segundo capitulo vamos entender as alterações ortopédicas em crianças obesas

Neste segundo capitulo vamos entender as alterações ortopédicas em crianças obesas

2º- Quais são as principais características clínicas das alterações ortopédicas em crianças obesas?
Em geral, as complicações ortopédicas da obesidade são menos abordadas que outras. No entanto, doenças musculoesqueléticas decorrentes do excesso de massa corporal aumentam as necessidades mecânicas do corpo e o gasto de energia, dificultando a realização de atividades físicas, inclusive da marcha. Assim, elas propiciam a instalação de quadros dolorosos e anomalias de postura.

Além dessas alterações, as crianças obesas podem mostrar outras alterações ortopédicas ou da marcha. Os problemas mais comuns nas crianças obesas são hiperlordose lombar, joelhos valgos, dores, principalmente na coluna lombar e nos membros inferiores, epifisiólise da cabeça femoral, osteocondrites e tíbia vara.

Na coluna, pode haver um aumento da lordose lombar e da cifose dorsal compensatória, com hiperlordose cervical e projeção anterior da cabeça. Pode estar presente também uma anteversão pélvica, associada à rotação interna dos quadris, joelhos valgos e pés planos.

Essa postura, que inicialmente é temporária e flexível, surge de forma compensatória para melhorar a estabilidade e só é considerada patológica a partir do momento em que se torna fixa, resultante de adaptações musculares e retrações cápsulo-ligamentares, podendo causar dores no sistema osteomioarticular. A angulação em valgo do joelho pode levar ao desaparecimento do arco plantar medial, causando o pé pronado ou o pé plano.

(Fonte: AbcMed)

Separamos para essa semana uma série de reportagens em três capítulos sobre alterações ortopédicas em crianças obesas.

Separamos para essa semana uma série de reportagens em três capítulos sobre alterações ortopédicas em crianças obesas.

1º A obesidade infantil tem crescido muito e já é considerada um problema de saúde pública por quase sempre estar relacionada a um grande número de situações patológicas, nas quais se incluem disfunções do aparelho locomotor. As crianças obesas, em idade infanto-juvenil, podem ter alterações ortopédicas muito precocemente, sobretudo alterações posturais.

Nos últimos cinquenta anos, a prevalência de crianças obesas no Brasil e em outros países, como os Estados Unidos, por exemplo, aumentou mais de três vezes.

Qual é o mecanismo fisiológico das alterações ortopédicas em crianças obesas?
O aumento da sobrecarga nas articulações dos membros inferiores, devido à obesidade, pode afetar as articulações desses membros, causando desalinhamentos e dores em idades precoces.

A relação entre a obesidade e o sistema musculoesquelético em crianças não é inteiramente clara, mas acredita-se que ela afete o aparelho locomotor tanto estrutural quanto funcionalmente. O tecido ósseo sofre uma modelagem segundo a carga exercida sobre ele. Durante a infância, os ossos possuem uma maior quantidade de colágeno e são mais flexíveis e, por isso, são mais susceptíveis à deformação plástica.

Os indivíduos obesos exercem maior sobrecarga sobre os ossos do que os indivíduos com peso normal e, por isso, têm maiores chances de sofrerem alterações ortopédicas. E ainda, o abdome protruso dos obesos desloca o centro de gravidade para frente, ocasionando readaptações na coluna vertebral e nos membros inferiores.

(Fonte: AbcMed)

Dip de abacate com biscoito de arroz integral

Dip de abacate com biscoito de arroz integral

- INGREDIENTES:
1 polpa de abacate avocado;
2 unidades de biscoito de arroz grande;
3 colheres (sopa) de azeite de oliva extra-virgem;
1 pitada de sal rosa do himalaia;
1 colher (chá) de páprica doce.

- MODO DE PREPARO:
Despedace os biscoitos em pequenos pedaços e deixe-os “de molho” no azeite até umedecerem. Leve ao processador ou mixer todos os ingredientes. Sirva gelado.

(Fonte: M de Mulher)

Obesidade aumenta em quatro vezes o risco de diabetes do tipo 2

Obesidade aumenta em quatro vezes o risco de diabetes do tipo 2

Pouco se sabe sobre a associação entre obesidade e as tendências temporais na incidência de diabetes mellitus em crianças e adultos jovens. Pesquisadores do King’s College London examinaram a incidência recente de diabetes tipo 1 (DM1) e diabetes tipo 2 (DM2) em relação ao índice de massa corporal (IMC) elevado em crianças e adultos jovens ingleses.

Para avaliar melhor esta associação, os pesquisadores fizeram uma análise incluindo 369.362 participantes, com idades entre 2 e 15 anos, com medições do IMC no UK Clinical Practice Research Datalink (CPRD), entre 1994 e 2013, avaliando a incidência de DM2 e de DM1.

Houve 654 casos novos de DM2 e 1.318 de DM1. A incidência de DM2 por 100.000 pessoas por ano aumentou de 6,4 em 1994-8 para 33,2 em 2009-13 e a incidência de DM1 aumentou de 38,2 para 52,1 por 100.000 pessoas durante o mesmo período. A incidência de DM2 aumentou em indivíduos com sobrepeso (percentil 85 a 95 para IMC específico da idade e sexo, P=0,01) e obesos (percentil ≥95 para IMC específico da idade e sexo, P<0,01) entre 1994 e 2013. Os indivíduos obesos, que constituíram 47,1% dos casos de DM2, apresentaram um risco marcadamente mais elevado de incidência de DM2 (odds ratio 3,75 [IC95%: 3,07-4,57]), com uma taxa de incidência de 4,33 (IC95%: 3,68-5,08), em comparação com a categoria com IMC normal. Não houve associação linear positiva entre obesidade (maior IMC) e a incidência de DM1.

Concluiu-se, neste trabalho, que o aumento da obesidade está contribuindo para a crescente incidência de DM2, mas não de DM1, entre crianças e jovens no Reino Unido, com um risco quatro vezes maior de desenvolver DM2 em pessoas obesas.

(Fonte: News.med)

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